27/05/2014

Atenção: devido à greve dos funcionários da Universidade de São Paulo, iniciada dia 27 de maio, a Biblioteca da ECA está fechada. Os empréstimos com vencimento previsto para o período em que a Biblioteca permanecer fechada serão renovados periodicamente. Fiquem atentos às notícias que publicaremos em nosso site e redes sociais.


Gerenciadores de referência: normas da ABNT

26/05/2014

Na semana passada falamos aqui sobre algumas características de três gerenciadores de referência (Zotero, Mendeley e Endnote). Ainda no mesmo assunto, resolvemos testar como funcionam estes gerenciadores quanto à citação e referência de livros e artigos segundo as normas ABNT 6023, sobre elaboração de referências, e 10520, sobre citações em documentos.

Extraímos referências das bases de dados que assinamos e algumas do Dédalus também, sempre de forma automática. Portanto, não preenchemos informações manualmente e também não alteramos os dados importados.

Da mesma forma, as citações e referências foram geradas pelos programas sem que se tenha feito nenhuma edição. Vejamos como se saíram e observem que as falhas detectadas nas referências e citações estão sinalizadas em cor vermelha.

ZOTERO

Para o Zotero extraímos algumas referências do Dédalus, já que este gerenciador de referências é capaz de fazer isso de forma automática. Vejamos como se saiu:

Na citação ao longo do texto ficaria assim:

(KUNSCH, 2009)

(O’BRIEN; PONTING, 2013)

(SCHUIJER, 2008)

Enquanto isso, veja como ficariam as referências:

KUNSCH, M. M. K. (ORG. . Relações públicas: história, teorias e estratégias nas organizações contemporâneas. São Paulo: Saraiva, 2009. p. 509

O’BRIEN, D.; PONTING, J. Sustainable Surf Tourism: A Community Centered Approach in Papua New Guinea. Journal of Sport Management, v. 27, n. 2, p. 158–172, 2013.

SCHUIJER, M. Analyzing atonal music: pitch-class set theory and its contexts. Rochester: University of Rochester Press, 2008. p. 306

As citações estão de acordo com a norma ABNT 10250 para citações, no entanto, a lista de referências precisaria de alguns ajustes.

Um problema bem chato do Zotero (e isso vale para o Mendeley) é que o formato de citação da ABNT não é dado entre as opções padrão. Assim,  é preciso procurá-lo numa lista em que existe quase uma dezena de formatos disponíveis, que são baseados na ABNT; alguns mais precisos, outros nem tanto. Por exemplo, num dos formatos baixados durante a elaboração deste post, a lista de referências gerada era totalmente correta, mas, só permitia citações no sistema numérico, aquele em que a citação aparece como nota de rodapé.

Veja como instalar o plugin do Zotero no Word para citações e referências

MENDELEY

No Mendeley aconteceu o mesmo que no Zotero, as citações estavam corretas e as referências precisavam de reparos. Como exemplo, todos os artigos vieram de bases de dados eletrônicas e, portanto, a referência deveria trazer o URL bem como a data de acesso, mas isso não ocorreu.

(CROSS; BENNETT; MEREDITH, 1996)

(FLECHA et al., 2012)

(O’BRIEN; PONTING, 2013b)

CROSS, I.; BENNETT, A.; MEREDITH, D. Music: computer use in musicological research. East Grinstead: Bowker-Saur, 1996, p.299-318, 1996.

FLECHA, A. C. et al. Redes de empresas e seus efeitos sobre o turismo (Portuguese). Business networks and their effects on tourism. (English), v. 52, n. 4, p. 386–406, jul. 2012.

O’BRIEN, D.; PONTING, J. Sustainable Surf Tourism: A Community Centered Approach in Papua New Guinea. Journal of Sport Management, v. 27, n. 2, p. 158–172, mar. 2013.

Tanto para o Mendeley como para o Zotero existem outras opções de estilo ABNT para download, antes de escolher uma das opções, vale a pena fazer alguns testes.

Veja como instalar o plugin do Mendeley no Word  para citações e referências:

ENDNOTE

No EndNote as citações precisam de reparos, pois a recomendação da ABNT é que os sobrenomes dos autores devem ser grafados em maiúsculas. Além disso, no caso dos artigos eletrônicos, ficou faltando a data de acesso.

(Bach, Zoroja e Merkac-Skok, 2014)

(O’brien e Ponting, 2013)

BACH, M. P.; ZOROJA, J.; MERKAC-SKOK, M. Social responsibility in tourism: system archetypes approach. Kybernetes, v. 43, n. 3/4, p. 587-600,  2014. ISSN 0368492X. Disponível em: < http://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=aph&AN=95391290&lang=pt-br&site=ehost-live >.

O’BRIEN, D.; PONTING, J. Sustainable Surf Tourism: A Community Centered Approach in Papua New Guinea. Journal of Sport Management, v. 27, n. 2, p. 158-172,  2013. ISSN 08884773. Disponível em: < http://search.ebscohost.com/login.aspx?direct=true&db=aph&AN=85899068&lang=pt-br&site=ehost-live >.

Veja como instalar o plugin do EndNote no Word  para citações e referências:

Observações gerais sobre os três gerenciadores de referência:

Houve erros em todos os gerenciadores, mas, um mesmo erro se repetiu em todos: na referência de artigos de periódicos a norma da ABNT diz que o local de publicação é um elemento essencial a ser citado logo após o título do periódico, porém, nenhum dos programas preencheu esse requisito.

Apesar dos ajustes necessários, os três mecanismos se mostraram bastante interessantes, sendo atrativos para o pesquisador que deseja otimizar o tempo empreendido com a elaboração de listas de referências e citações.  Caso tenha dúvidas ou queira começar a utilizar algum destes gerenciadores, procure auxílio de um dos bibliotecários do Atendimento.


Sua biblioteca de referências

19/05/2014

Sabe aquele tempo que você perde inserindo as citações de forma correta no seu texto, depois colocando cada uma delas na lista de referências? Pode ser um tanto chato, não? Mas deixar de fazer isso não é possível, pois citar os documentos consultados é essencial, não importa se você esteja na iniciação científica ou no pós-doutorado. Existem programas que ajudam a fazer isso de forma automática. São os chamados gerenciadores de referências, que organizam e arquivam referências dos trabalhos que você cita ou pretende citar, inserem citações no texto e criam sua lista de referências. Se fizessem só isso já seriam bastante úteis, mas vão além dessa funcionalidade.

Há mais de uma dezena desses programas no mercado, alguns já bem estabelecidos e, além das características mencionadas, há outras comuns a todos ou a maioria deles: baixar ou exportar referências de catálogos de bibliotecas ou bases de dados especializadas, exportar e importar de um programa para outro, aplicativo para o editor de texto Word (que permite citar os trabalhos no momento da redação), anexação de arquivos em vários formatos, versões para acesso via internet e no desktop, compartilhamento de pastas e documentos. Um ponto negativo de todos eles é que não oferecem como padrão entre os estilos de citação, o da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), mas o download é bem simples e rápido.

A escolha de um deles depende de suas necessidades e de sua maneira de trabalhar. Vamos apontar alguns prós e contras de três desses programas, para ajudá-lo na escolha: EndNote Basic, Mendeley e Zotero.

EndNote Basic: é a versão online do software da Thompson Reuters para gerenciamento de referências, portanto permite interoperabilidade com as bases de dados da Thompson Reuters. Está há bem mais tempo no mercado que os outros dois, e muitas bases de dados oferecem formatos amigáveis de exportação para o EndNote. Por ser uma versão para acesso online, não precisa instalar nada, além disso oferece 2 GB de armazenamento de arquivos e é o software indicado por boa parte das bibliotecas da USP, o que significa que as bibliotecas estão melhor preparadas para ajudá-lo no uso desse produto. Assim como os outros gerenciadores, o EndNote Basic permite anexar um arquivo a seus registros, no entanto sempre que for acessar esse documento de um computador que não o seu, é preciso fazer o download do arquivo, o que pode ser um problema, por exemplo, se você precisa ler o documento no computador de uma biblioteca que não permita download.

Zotero: é o gerenciador de referência desenvolvido pelo Center for History and New Media at George Mason University. Surge primeiramente como um plugin para o Firefox, possui versões online e para desktop gratuitas. Nenhum outro oferece tanta facilidade para coletar referências de vários catálogos de bibliotecas, livrarias, YouTube, bases de dados especializadas etc., isso porque quando o Zotero identifica um site que tenha dados bibliográficos, um ícone no Firefox sinaliza isso e basta clicar nesse ícone e selecionar as referências desejadas; outra grande vantagem do Zotero é quanto aos arquivos anexados à sua coleção de referências, pela versão online é possível acessá-los de qualquer computador com internet, sem ter que fazer o download, pois o arquivo abre em uma página no seu navegador. Como desvantagens é o mais feinho dos três, oferece bem menos espaço de armazenamento, mistura suas tags com as dos autores dos artigos, o que, com o aumento de sua coleção gera confusão.

Mendeley: foi comprado pela Elsevier, o que de início gerou alguma ansiedade entre os usuários, no entanto, uma vantagem imediata disso é a interoperabilidade com as bases de dados da Elsevier. Permite sincronização com Zotero. Possui versões online e para desktop gratuitas,  na versão desktop é possível ler documentos anexados sem sair do programa, gerenciar PDFs, sendo possível fazer anotações, realçar e copiar trechos. Uma grande desvantagem é a diferença na ordem de exibição das pastas nas duas versões do programa, na versão online todas as pastas são mostradas em ordem alfabética, ignorando qualquer hierarquia que você tenha criado na versão para desktop, problema que deve ser corrigido em versões futuras, segundo equipe do programa.

As bibliotecas têm tentado se manter atualizadas em relação a esses programas, elaboram tutoriais, oferecem treinamentos.

Tutoriais

A Biblioteca da FEA fez um tutorial sobre Como gerir sua biblioteca no Mendeley

A Biblioteca da Faculdade de Saúde Pública preparou um guia de uso do EndNote


Títulos nacionais de filmes

12/05/2014

As obras internacionais, como filmes e livros, quando publicadas no Brasil recebem um título em nosso idioma. Mas  isso não significa meramente fazer uma tradução para o equivalente natural mais próximo em português, pois os títulos de filmes e livros são determinados, sobretudo, por uma ação de marketing. Assim, o que está em causa não é simplesmente transladar palavras de uma língua para outra, mas, sim, escolher um título que tenha apelo para dado público-alvo e explicite, em alguma medida, o tema central da trama.

Neste contexto de atribuição de sentido, observamos que algumas obras receberam por aqui um título bastante diverso do original. Um breve sobrevoo pelo acervo da Biblioteca da ECA nos dá mostras desta variação.

Um exemplo interessante é o clássico The sound of music que chegou até nós como A noviça Rebelde.

novica rebelde

Enquanto isso Goodfather foi traduzido como O poderoso chefão, título com muito mais apelo do que se fosse transladado simplesmente como ‘padrinho’ para nosso idioma.

O famoso Bonequinha de luxo foi lançado originalmente sob o título Breakfast at Tyffany’s, em referência ao costume da personagem principal de tomar café da manhã em frente à famosa joalheria.

Vertigo, obra de Hitchcock, chegou no Brasil como Um corpo que cai, ao invés de vertigem. Já Marnie, também de Hitchcock, é intitulado com o nome da personagem central, mas, é conhecido por nós como Confissões de uma ladra, nome que busca antecipar para o público o assunto da trama.

O encantador 84 Charing cross road foi lançado no Brasil como Nunca te vi sempre te amei e o envolvente filme francês La lectrice é conhecido por nós como Uma leitora bem particular.

Na intenção de explicitar no título o enredo, Big fish, de Tim Burton recebeu um subtítulo e tornou-se Peixe grande e suas  histórias maravilhosas. Outro exemplo é Bus stop que, com a estrela Marilyn Monroe no elenco, foi lançado no Brasil como Nunca fui santa.

E se alguém te chamasse para assistir One flew over the cuckoo’s nest você saberia que se trata do marcante Um estranho no ninho?

um-estranho-no-ninho-3

Se às vezes o novo título agrada, em outros momentos pode deixar a desejar, o fato é que é bastante interessante conhecer o título original para descortinar as nuances que o criador da obra quis revelar com o nome dado.

Neste post citamos somente alguns poucos exemplos, a partir de obras do nosso acervo. É possível assistir esses filmes na Biblioteca e também conferir se podem ser emprestados. Por fim, lembramos que em nosso catálogo cadastramos tanto o título original quanto o título com que os filmes foram lançados em nosso país.


Quando o livro não volta

05/05/2014

Você precisa muito daquele livro para concluir seu TCC ou o trabalho final de uma disciplina. Mas alguém retirou esse livro e não devolveu. Está um mês atrasado e o pessoal da biblioteca não sabe dizer quando volta.  Aí você escuta aquela frase temível:

Já telefonamos e mandamos e-mail, mas a pessoa não deu retorno.

O livro que você precisa ler está emprestado. Você faz uma reserva, porque gostaria de aproveitar o feriado para estudar. Mas o colega que está com o livro prefere ignorar a sua necessidade e passar o feriado com o livro, mesmo sabendo que isto acarretará uma suspensão.

O professor pediu para a Biblioteca colocar alguns títulos de sua bibliografia na reserva didática, para todo mundo poder consultar, mas ninguém levar emprestado. Acontece que os livros já estavam emprestados quando ele fez o pedido de reserva, nas mãos de um  usuário que decidiu viajar para o exterior com os livros e não vai devolvê-los antes do final do semestre.

Chato, não?

É para minimizar essas situações tão desagradáveis  que as bibliotecas da USP aplicam penalidades rigorosas para os usuários que atrasam a devolução do material. Não cobramos multas em dinheiro, mas suspendemos os empréstimos por um período igual ao tempo de atraso, multiplicado pela quantidade de itens. Por essa regra, o usuário que devolver 10 livros com atraso de um dia, ficará 10 dias suspenso em todas as bibliotecas do sistema.

E atenção: fins de semana e feriados também são contados como dias de atraso, ainda que a biblioteca não esteja aberta. Um dos objetivos dessa regra é desestimular o atraso anterior aos feriados prolongados, já que todo mundo gosta de aproveitar esses dias para estudar e fazer trabalhos.

Portanto, tome cuidado! Você pode renovar o empréstimo por 3 vezes, e pode fazer isso isso pelo Dédalus ou Busca Integrada, facilmente. Veja como:

http://www3.eca.usp.br/biblioteca/servicos/renovacao

Se tiver alguma dificuldade com isso, entre em contato conosco por telefone, e-mail ou chat, faremos a renovação para você. E depois de renovar as três vezes, se você ainda precisar de mais tempo, traga o material, devolva  e retire novamente (se ninguém tiver feito reserva).  É simples assim, ninguém precisa estourar o prazo e ficar suspenso.

Mas não se esqueça de um detalhe importante : se alguém fizer uma reserva do material que está com você, a renovação não será possível. Portanto, não leve os livros da biblioteca para um lugar onde fique impossível fazer a devolução – outro país ou cidade, por exemplo. Se você não devolver e não fizer a renovação, ficará suspenso. Mesmo que você tenha viajado com os livros, mesmo que você tenha esquecido  o livro trancado em sua casa antes de viajar, mesmo que esteja fazendo seu TCC ou terminando sua tese, você ficará suspenso. A Biblioteca da ECA lamenta, mas não pode remover a penalidade, ainda que você esteja precisando muito retirar material.

A regra da suspensão para quem atrasa não é da Biblioteca da ECA, é de todas as bibliotecas da USP. Está na portaria que institui o empréstimo unificado na USP. Mais informações:

http://www3.eca.usp.br/servicos/biblioteca/emprestimos

Quando são prejudicados por atrasos na devolução, os usuários costumam cobrar providências dos funcionários da Biblioteca.

Mas vocês não cobram essas pessoas? Vocês não podem fazer nada para evitar isso?

Bem, na verdade, cobranças por e-mail, carta, telefone e mensagens pessoais pelo Facebook são parte da nossa rotina de trabalho e consomem bastante tempo da equipe. Um tempo que, não podemos deixar de lembrar, poderia estar sendo empregado em outros serviços, se todos os usuários respeitassem o compromisso assumido quando pegam emprestado um bem público. E isso é tudo que a Biblioteca pode fazer: cobrar com regularidade, aplicar as desagradáveis penalidades previstas no regulamento e pedir a todos que sejam solidários com seus colegas.

E se você for furtado ou roubado? Se alguém levar seu carro ou sua mochila com livros de uma biblioteca dentro? Bem, mesmo não sendo sua culpa, você precisa repor os livros perdidos, porque o material estava sob sua responsabilidade. Entre em contato conosco para tratar do assunto antes do vencimento do prazo do empréstimo – não deixe atrasar. Se você tiver dificuldades para comprar o material perdido, podemos negociar um prazo razoável para a reposição. Venha conversar!

 


O Mestre do Suspense – Sir Alfred Hitchcock

28/04/2014

Nascido no Reino Unido em 1899, Alfred Hitchcock é dono do título de Mestre do Suspense.

O suspense marcou não só os filmes  como também a vida do cineasta, que afirma:

Eu tenho medo desde minha infância…Eu mesmo odeio o suspense [...] eu nunca admitiria ninguém fazer um suflê em minha casa devido meu forno não ter porta de vidro. Nós teríamos de esperar 40 minutos para descobrir que o suflê deu certo, e isto é mais do que eu poderia suportar.

Alfred In The Arches

 

O Mestre do Suspense “[...] viveu para o cinema, para a sua arte. Brincou com as imagens, com as ideias temperadas com o suspense que deu vida às mensagens para a grande tela e fez de situações sinistras uma taça de humor. Deixou importante legado à cinematografia, com uma produção invejável entre filmes mudos e falados, feitos nas duas fases em que viveu entre a Inglaterra (sua terra natal) e os Estados Unidos (terra que o acolheu profissionalmente).”

“Na fase inglesa e no início da americana (1940), constata-se a forte influência que sofreu da escola alemã, do expressionismo, de grandes diretores, mais particularmente de Friedrich Wilhelm Murnau e Fritz Lang. Já na maior parte da fase americana, é nítido o reflexo da Guerra Fria, explorado criativamente por Hitchcock em seus filmes.”

Cineasta que apareceu em cena em  praticamente todos os seus filmes, Hitchcock tem entre suas técnicas mais copiadas  o uso de sombras para gerar apreensão no espectador e, sobretudo, o uso da trilha-sonora para contribuir nas sensações, principalmente as de tensão.

Truffaut, assim se expressa a respeito de Hitchcock e sua obra:

Esses artistas da ansiedade não podem evidentemente nos ajudar a viver, pois que viver já é difícil, mas sua missão é fazer-nos compartilhar suas obsessões. Nisso, mesmo que eventualmente sem querer, eles no ajudam a nos conhecermos melhor, o que constitui um objetivo fundamental de toda obra de arte.

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Para explorar o universo de Hitchcock confira:
 

 

 

 

Filmes de Hitchcock no acervo da Biblioteca

Obras sobre Hitchcock no acervo da Biblioteca

 

*Para escrever este post consultamos Hitchcock, vida e cinema de Antônio Leite Rangel*


Turismo Geek

17/04/2014

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O 19º Veredas se propõe a explorar o universo dos eventos Geeks

O Veredas, evento de turismo voltado para estudantes universitários, terá em sua 19° edição o tema Turismo Geek, assunto em alta devido ao impacto turístico gerado por eventos, cada vez maiores, voltados para esse público, como os festivais de anime, campeonatos de videogame, a Campus Party e feiras de tecnologia. O Veredas será realizado no dia 28 de abril às 19h, no Auditório Teatro Laboratório da Escola de Comunicações e Artes, na USP.

Para discutir esse tema, o evento contará com a presença de Maurício Cid, criador do maior blog do Brasil, o Não Salvo; Luide Hister, criador do Amigos do Fórum; Caio Luiz de Carvalho, líder da indústria nacional de eventos e ex-presidente da “SP Turis” e Otávio Juliato, que além de blogueiro do Omelete, é diretor comercial da Comic-Con Experience, a primeira Comic-Con do Brasil – que acontecerá em dezembro desse ano. Os convidados farão uma pequena palestra e irão debater em uma mesa redonda sobre eventos geeks e sua importância para o turismo.

O Veredas, evento que visa iniciar com os alunos de turismo uma discussão sobre assuntos não debatidos em sala de aula, já tratou de temas como “Turismo e Moda”, “Turismo para Deficientes”, “Turismo Mochileiro” e “Desafios no Turismo Brasileiro”. Ele é realizado pela Agência de Comunicações ECA Jr, uma instituição sem fins lucrativos gerida totalmente por alunos da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (USP).

A ECA Jr. tem como parceiros institucionais: ABERJE, AIESEC, Companhia de Talentos, DRC- que apoiará o evento sorteando um curso de design de games- e Maxpress. A 19ª edição do Veredas terá o apoio das empresas: Cengage Learnig, Editora FGV, Get Nuts, Loja Mundo Geek, Mama Cida, Printi, Supremo Salgados, Wizard, e Vitrine dos Brindes.

 

Horário: das 19h às 23h

Local: Auditório Teatro Laboratório da ECA na USP

Endereço: Av. Professor Lúcio Martins Rodrigues, 443 – Cidade Universitária

Valor: R$15,00 – vendas na ECA Jr. e online no site  https://www.sympla.com.br/19-veredas-turismo-geek__18768

Site do Veredas: http://agenciaecajr.wix.com/veredas19

 

Obs.: release do evento, postado no blog a pedido dos organizadores.


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