Por onde começo?

29/11/2010

A dúvida é frequente, às vezes cruel. O pesquisador entra na Biblioteca pela primeira vez e não sabe como começar. Onde buscar o livro que o professor indicou? Como encontrar informações de qualidade sobre o tema de sua pesquisa? Como escolher um filme para estudar ou simplesmente para assistir no fim de semana?
Como todas as buscas são feitas pela internet ou rede local da biblioteca, o usuário que ainda não conhece o sistema pode enfrentar alguns minutos de perplexidade diante da tela do computador.
Se você já passou por isso ou não quer passar, leia essas dicas. Se não é seu caso, leia também. Você pode ter outras informações para acrescentar.

Banco de Dados Bibliográficos da USP (Dédalus)
http://200.144.190.234/F

A url não é das mais amigáveis, mas nas telas iniciais dos computadores da Biblioteca existe um atalho para o Dédalus. E também temos link no site da Biblioteca da ECA. O Dédalus é o principal catálogo das bibliotecas da USP. O melhor endereço para buscar livros, periódicos, teses, e-books e produção docente de todas as bibliotecas da Universidade.

Site da Biblioteca da ECA
www.eca.usp.br/biblioteca

Em nossa página no site da Escola estão nossos catálogos de filmes, DVDs, vídeos, discos, CDs e partituras. Os links estão no canto inferior esquerdo da página.

Pesquisa local (atalho nas telas dos computadores)

Se você precisar localizar fotografias (em papel e digitais), slides e Histórias em Quadrinhos da Biblioteca da ECA, entre na Pesquisa Local. O acesso é apenas pelos terminais da Biblioteca da ECA, porque esses materiais ainda não estão no Dédalus e nem no site da Biblioteca. Na Pesquisa Local há também outros catálogos (Livros, Periódicos, Partituras etc), mas é mais prático fazer a busca pelo Dédalus ou pelo site da Biblioteca.

Site do Sistema Integrado de Bibliotecas da USP (SIBiNet)
www.usp.br/sibi

Imprescindível! Seja lá qual for o seu problema de pesquisa, a solução para ele pode estar nesse portal, que dá acesso a uma quantidade imensa de informações e serviços, além do próprio Dédalus. Alguns deles:

  • Revistas eletrônicas: são mais de 22.000 títulos de periódicos com texto completo online.
  • Bases de dados: cobrem praticamente todas as áreas do conhecimento. Permitem que o pesquisador localize artigos de periódicos por autor, título, assunto etc. Há também bases de partituras e de música.
  • Lista completa de todas as biblitoecas da USP, com endereços, telefones e sites.

O SIBiNet também reúne links para outros sites importantes, como:

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
http://www.teses.usp.br/

Biblioteca Digital de Obras Raras e Especiais
http://www.obrasraras.usp.br/

Portal de Revistas USP
http://portal.revistasusp.sibi.usp.br/

Portal CAPES
http://novo.periodicos.capes.gov.br

Veja como esse portal pode ser útil no post Explorando o Portal CAPES, neste mesmo blog.

Além disso, você pode acompanhar notícias interessantes pelas redes sociais das quais a Biblioteca da ECA participa.

Twitter:
http://twitter.com/bibliotecadaeca/

Flickr:
http://www.flickr.com/photos/bibliotecadaeca/

Delicious
http://www.delicious.com/bibliotecadaecausp/

E mais: em breve, a Biblioteca da ECA estará também no Facebook. Aguarde!


Panorama do acesso aberto na ECA

25/10/2010

Para identificarmos como os pesquisadores e professores da ECA entendem a questão do acesso aberto, tema discutido na XIII Semana do Livro e da Biblioteca deste ano, enviamos por e-mail 159 questionários aos pesquisadores e docentes. Obtivemos 16 respostas. Consideramos esta amostra significativa pois levamos em consideração a amostra mínima definida pelo PAQ2009 (Programa de Avaliação da Qualidade de Produtos e Serviços das Bibliotecas do SIBi/USP) que apontava 14 respostas como sendo um número significativo de respondentes para esta categoria.

 

Por onde anda o acesso aberto na ECA? Seguem abaixo os resultados obtidos de nossa pesquisa:

 

 

1) Enquanto autor, você acredita que o acesso aberto pode ser encarado como uma forma de aumentar visibilidade de sua pesquisa?

Comentários

  • Na medida que o acesso aberto não impõe restrições na localização, acesso e leitura da informação é um facilitador para visibilidade, além de aumentar a circulação do conteúdo entre usuários e formadores de opinião com muito mais facilidade.
  • O acesso aberto pode permitir que um número maior de interessados e pesquisadores possam ter contato com o material oferecido pelas blibiotecas.
  • Acho que a Internet, cada vez mais, será a grande fonte de informação científica.
  • Sou a favor da divulgaçao irrestrita da informação como forma de incrementar a produção de novos e melhores trabalhos científicos e culturais.
  • Acho muito relevante que se tome medidas concretas quanto ao acesso aberto, bem como ele seja propiciado de forma a resguardar o direito autoral.
  • Entendo que a produção científica deve chegar ao maior número de pessoas e instituições interessadas na pesquisa científica. Esse aspecto contempla tanto o autor, quanto a quem eventualmente estiver interessado em pesquisas de alto nível. Me parece que essa proposta de acesso aberto democratiza um pouco, apenas um pouco mais, o acesso ao conhecimento por parte da sociedade. Isto é bom, mas ainda é insuficiente. Quem realmente tem chance de resolver esse problema é o Estado, isto sim.
  • Para textos publicados em periódicos. Não para conteúdos de aulas formatados em apresentações.
  • Uma sociedade do conhecimento só será adensada com o amplo acesso às informações. Compartilhar é fundamental para a consolidação de uma sociedade democrática, sobretudo quando se trata de uma universidade pública.
  • Sim, desde que o acesso aberto seja acompanhado de estratégias de divulgação efetivas e de criação de processos colaborativos entre pesquisadores. Acredito que o conceito de acesso aberto inclui algo mais do que o simples depósito de arquivos referentes à pesquisa, e sim uma nova maneira de veicular e, portanto, produzir pesquisa. Considero a produção e veiculação da pesquisa como duas partes de um mesmo processo e chamo a atenção para a condição dos docentes como pesquisadores produtores e também como leitores de outras pesquisas.
  • O acesso não fica restrito a questões financeiras ou deslocamento até uma biblioteca.
  • A Web é uma imensa biblioteca aberta a todos que tem acesso a ela, e assim é um acervo visível a todos usuários.
  • A equação é simples, havendo maior publicidade, é de se esperar que haja mais visibilidade, e seus correlatos sequênciais – interesse, usos, inovação. E o ciclo se reinicia.
  • A divulgação da produção artística e científica (afinal a ECA é uma escola de comunicações e artes) deve encontrar formas de divulgação que não apenas as convencionais (impressas ou postadas), mas também na forma de exposições, feiras e simpósios abertos ao público.

2) Você veicularia sua pesquisa / produção numa publicação de acesso aberto?

 

3) Onde costuma divulgar o resultado de suas pesquisas?

 

 

4) Sua produção na universidade inclui trabalhos artísticos ou audiovisuais?

 

5) Se inclui, onde costuma divulgar esses trabalhos?

 

  • Concertos de música clássica em salas e teatros especializados.
  • Imprensa escrita e falada, internet.
  • Sites, Exposições, Redes Sociais, Palestras e Seminários.
  • No site do Projeto Temático.
  • Em galerias, bienais e festivais mas com muita dificuldade.
  • Sou sociólogo e trabalho fundamentalmente com texto, parte escrita da produção.
  • Tenho trabalhado apenas com apresentações ao vivo, eventualmente gravadas em DVDs não comerciais, programas para rádio ou TV, etc, muitas vezes divulgadas pelo nosso laboratório ou por outros participantes em sites como o youtube. Por trabalhar com canto coral, o caráter de acesso aberto há muito já vem sendo praticado, uma vez que cada coralista se encarrega de gravar e divulgar os concertos dos quais participou. De uns anos para cá temos incluído gravações de workshops e concertos em nosso blog: comunicantus.blogspot.com.
  • No currículo.
  • Como docente recém contratado, ainda não tenho produções relativas ao período de contratação. Mas divulgarei novos trabalhos pelos canais disponíveis na universidade.
  • Exposições realizadas em instituições públicas e particulares, em encontros e debates realizados com artistas, críticos, curadores e o público, em palestras e aulas para diversos públicos.

 


E-books no Dédalus

15/10/2010

Já é possível pesquisar e-books diretamente pelo Dédalus. Nesta última semana foi finalizado o processo de inclusão dos e-books – antes pesquisáveis apenas pelo SIBiNet – no catálogo online.  O trabalho foi realizado pela equipe do Departamento Técnico do SIBi/USP, que cadastrou mais de 100 mil e-books.

O Portal E-book iniciou suas atividades no segundo semestre de 2007, com um acervo de 188 mil livros eletrônicos adquiridos com apoio da FAPESP no âmbito do programa FAP-Livros, beneficiando docentes, pesquisadores, alunos e funcionários das três universidades (USP, UNESP e UNICAMP). Mas as formas de busca no portal são limitadas.

Agora, já é possível pesquisar utilizando todas as opções de busca que o Dédalus permite (busca simples, avançada, combinada, etc). Mas atenção, como foi um serviço de inclusão em lote, os assuntos geralmente estão no idioma do livro. A indexação com termos em português será feita, aos poucos, pelas bibliotecas. Por enquanto, convém que a pesquisa por assunto seja feita com termos gerais em preferencialmente em inglês.

O acesso aos e-books é regulamentado, ou seja, o conteúdo só pode ser acessado a partir de equipamentos existentes nos campi da USP, UNESP e UNICAMP ou pelo acesso VPN, disponível para a comunidade dessas universidades. Existem contratos de licença, firmados junto aos fornecedores dos e-books que estabelecem restrições para uso e respeito à propriedade intelectual.

 

 


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