Cine Silente Colombiano

Oportuna a chegada da  coleção de cinema silencioso colombiano.

O Cinema silencioso está em alta, depois da Mostra de Cinema Silencioso da Cinemateca, que exibiu Garras de ouro, primeiro da nossa lista, agora é a vez do CTR. Amanhã(13/09) haverá o seminário Modernidad y Nación en el Documental Chileno Silente’.  

Data: 14 de setembro
Horário: 14h
Local: sala 223, 1º andar,  do Departamento de Cinema, Rádio e Televisão (CTR)

A coleção foi doação de Ramiro Arbelaez.

Garras de Ouro

Fotograma de la película "Garras de oro" presentado como "El trío de la serpiente". “Cine–novela para defender do esquecimento
um precioso episódio da história
contemporânea, pedra inicial contra o que despedaçou nosso escudo e abateu nossas águias”.
(intertítulo inicial)
Fotograma do filme apresentado como “El trío de la serpiente”.
Juan Camilo Segura – reprodução fotográfica 1997.
1926 | 56 min. | P&B | 35 mm | Ficção | Silencioso
Direção: P. P. Jambrina.
Câmera: Arnaldo Ricotti.
Assistente camera: Arrigo Cinotti.
Produtor: Cali Films.
Música versão restaurada: Marco A. Ruiz.
Conta como o editorialista do The World, publicação de  “Ciudad de los rascacielos, capital de yanquilandia”, precisa buscar provas para liberar-se de uma acusação de calúnia, para tanto, vários detetives são enviados à Colômbia para achar provas que ajudem na defesa.Até agora, é o primeiro filme nacional em que aparece uma bandeira colombiana ondeando ao vento. O filme foi restaurada e preservada pela Fundação do Patrimônio fílmico colombiano.

Manizales city

1925 | 52 min. | P&B| 35 mm | Documentário| Silencioso Fotograma de la película presentado como "Lujoso Baile de Apaches, ejecutado por lo más bello y galán del sexo bello manizalita".
Fotograma do filme apresentado como “Lujoso Baile de Apaches”.
Juan Camilo Segura – reprodução fotográfica 1999.
Direção: Félix R. Restrepo.
Produtor: Manizales Film Company.
Música versión restaurada: Daniel Prieto.
Documentário filmado em homenagem aos primeiros 70 anos de fundação da cidade em março de 1925, com o registro de festas e desfiles de carnaval. Em 3 de julho de 1925, a cidade sofreu um enorme incêndio que destruiu boa parte de seu centro histórico. Os produtores filmaram as ruínas da cidade e adicionaram à versão original, dando um contraste desolador. Este filme foi restaurado e conservado pela Fundação do Patrimonio Fílmico Colombiano en 1997.

Bajo el cielo antioqueño

1925 | 124 min. | P&B | 35 mm | Ficção | Silencioso
Direção: Arturo Acevedo Vallarino.
Direção de fotografia – Câmera: Gonzalo Acevedo Bernal.
Montagem: Arturo Acevedo Vallarino e Gonzalo Acevedo Bernal.
Produtor: Compañía Filmadora de Medellín.
Cartel para la versión restaurada, Intérpretes: Alicia Arango de Mejía, Gonzalo Mejía Trujillo, Juan B. Naranjo, Harold Maynham, Nora Maynham, Elsy Maynham, Rosa Elena Jaramillo de Mejía, Carlos Ochoa, Eduardo Uribe Escobar, José Ignacio González, Carlos Botero Mejía, Ángela Henao, Berta Hernández, Lía Restrepo de Vélez, Jorge Restrepo, Beatriz Muñoz de Olarte, Carlos Olarte, Lisandro Ochoa, Alicia J. De Hernández, Carola Gutiérrez de Ramírez, Carmelita de Acevedo, Lila Gutiérrez, Pepa Restrepo, Margarita Botero, Clara Olarte de Restrepo, Isabel Navarro, Rosita Navarro, Maruja Restrepo, Hortensia de Rodríguez, Maruja Hernández, Ana Restrepo, Teresa Urreta e outros membros da sociedade de Medellín dos anos vinte.
Cartaz para a versão restaurada,
diseño de Marta Granados, 1999.
Música versão restaurada: Francisco Zumaqué
Drama romântico de costumes. Lina, graciosa colegial, mantém, contra a vontade do pai, Don Bernardo, um romance com Álvaro, jovem boêmio que gasta sua fortuna. Decidem fugir da vigilância do pai, mas na estação de trem uma mendiga ferida previne Lina sobre o erro que está cometendo. Ela enfaixa sua ferida com seu lenço no qual estão suas iniciais, a mendiga, agradecida lhe entrega suas joias. Lina comunica ao noivo que não vai prosseguir a aventura. A mendiga é assaltada e assassinada. Seu cadáver aparece com o lenço de Álvaro, que é acusado do crime. Mesmo inocente ele se cala para proteger Lina, que deixando de lado sua honra confessa a verdade. Álvaro, inocentado, encontra ouro e termina por se casar com Lina. Este filme foi restaurado e preservado a partir de cópias incompletas em 1997.

Alma provinciana

1926 | 126 min. | P&B | 35 mm | Ficción | Silente Cartel para el estreno de la versión restaurada, diseño de Susana Carrié, 2001.
Exibição: 13 de fevereiro de 1926 Teatro Faenza (Bogotá).
Direção: Félix Joaquín Rodríguez.
Roteiro: Félix Joaquín Rodríguez, baseado em sua obra “Con el nombre de Isabel en los labios”.
Direção de fotografia – Câmera: Félix J. Rodríguez.
Montagem e cenografia: Félix J. Rodríguez.
Produtor: FélixMark Film (Félix J. Rodríguez).
Intérpretes: Maga Dalla, Alí Bonel, Elisa Loebel, Rosa Loebel, Carlos Brando, Ramón Vesga, Juan Antonio Vanegas, César Philips, Alberto Galvis, Camilo Daza.
Música versão restaurada: Óscar Acevedo. Cartaz para estréia da versão restaurada, desenho de Susana Carrié, 2001.
Os filhos de um grande fazendeiro estudam na cidade. A mais jovem viaja de férias ao campo e se enamora de um empregado do pai, que vai se opor fortemente ao idílio. O irmão leva uma vida de boêmio universitario até que se encontra com uma humilde e bela operária que o faz conhecer o verdadeiro amor. O pai tampouco admite esse romance. Amores difíceis cujo desenlace será feliz. A película foi restaurada e preservada nos laboratorios da Filmoteca de UNAM (México) e Fundación Cinemateca Nacional (Venezuela), com apoio dos Ministerios de Cultura e Comunicação (Colombia), Agencia Española de Cooperación Internacional – AECI, y la Federación Internacional de Archivos Fílmicos FIAF.

Archivo histórico cinematográfico de los Acevedo

1915- 1933 | 32 min. | P&B | 35 mm |Registros documentais e jornalistícos | Silencioso| Música versão restaurada: Julián Jaramillo.O material registrado durante a etapa silenciosa por Arturo Acevedo Vallarino e seus filhos Álvaro e Gonzalo, alcançou uma grande importância graças a suas imagens oportunas, aventuradas e ingenhosas, e se converteu na melhor possibilidade para o país de interar-se dos grandes acontecimentos da vida nacional: Arturo, Gonzalo y Álvaro Acevedo.
Da esquerda pra direita :
Arturo, Gonzalo y Álvaro Acevedo.

Madre

1924 | 21 min. | P&B | 35 mm | Ficção | Silencioso
Exibição: 10 de março de 1924 Teatro Olympia (Manizales), Teatro Faenza (Bogotá).
Roteiro e direção: Samuel Velásquez, baseado em sua novela homônima.
Direção de fotografia – Câmera: Gregorio Tabares.
Fotograma de la película MadreFotograma de la película Madre
Juan Camilo Segura – reproducción fotográfica 1998.
Montagem e cenografia: Félix J. Rodríguez.Produtor: Manizales Film Company.

Intérpretes: Isabel Trujillo, Inés Trujillo, Jaime Toro Álvarez, Antonio Jaramillo Mejía, Antonio Gómez Villegas, Alfonso González, Gabriel Jaramillo Arango.

Música versão restaurada: Felipe Santiago Neira.

A protagonista, uma jovem inocente, zelosamente protegida por sua mae, se vê em meio ao conflicto de pretendentes que buscam conquistá-la, o primeiro é um primo que posa de poeta e o outro um vaqueiro da fazenda. A mãe busca ajudá-la mas es inútil, a jovem sofrerá injustas consequências da rivalidade.

Aura o las violetas

1924 | 18 min. |P&B | 35 mm | Ficção | Silencioso
Exibição: Março de 1924 Salón Olympia (Bogotá).
Direção: Pedro Moreno Garzón e Vincenzo Di Doménico.
Roteiro: Pedro Moreno Garzón, baseado na novela homônima de José María Vargas Vila.Direção de fotografia, Iluminação e Montagem: Vincenzo Di Doménico.

Produtor: Sociedad Industrial Cinematográfica Latinoamericana (Sicla).Intérpretes: Isabel Von Walden, Roberto Estrada Vergara, Señora Guevara, Ferrucio Benincore.

Música versão restaurada: Santiago Lozano Mancera.

Fotograma de la película Aura o las violetas.Fotograma da película Aura o las violetas.
Juan Camilo Segura – reprodução fotográfica 2000.
Adaptação da novela homônima do escritor José María Vargas Vila (1860-1933), que narra um drama romântico da classe média bogotana do começo do século. A primeira película bogotana de ficção, foi rodada no solar do mítico Salão Olympia.

Como los muertos

Matilde Palau, protagonista de Como los muertos. 1925 | 12 min. | P&B| 35 mm | Ficção | Silencioso
Matilde Palau, protagonista de Como los muertos.
Fotógrafo anônimo.
Exibição: 26 de maio de 1925 Salão Olympia, Teatros Bogotá e Faenza (Bogotá) e Teatro Colombia (Barranquilla).
Direção: Pedro Moreno Garzón e Vincenzo Di Domenico.
Direção cênica: Rafael Burgos.
Roteiro: Pedro Moreno Garzón y Antonio Álvarez Lleras, baseado na obra teatral homônima de Antonio Álvarez Lleras.
Direção de fotografia: Miguel Di Domenico.
Montagem e cenografia: Vincenzo Di Domenico.
Produtor: Sociedad Industrial Cinematográfica Latinoamericana (SICLA).
Intérpretes: Matilde Palau, Agustín Sen, Roberto Estrada Vergara, Lizardo Planell, Alejandro Barriga, Ferrucio Benincore, Rafael Burgos, Eduardo Rosito, Sader Guerra, Daniel Borda, Lucrecia de Guevara, Rafael Amaya, Ester Lalinde.
Música versão restaurada: Eduardo Montilla Rz.
Drama romántico em que o protagonista padece de lepra. A doença avança de tal maneira que o leva à loucura, sem que sua mulher perceba. Ela começa a sofrer progressivamente, o que arruina completamente a relação conjugal, o conflito intenso conduz ao suicídio do protagonista.

El amor, el deber y el crimen

1926 | 28 min. | P&B| 35 mm | Ficción | Silente
Exibição: 1 de agosto de 1926 Salón Olympia (Bogotá).
Direção: Pedro Moreno Garzón e Vincenzo Di Domenico. Mara Meba nombre artístico de Lyda Restivo, protagonista de "El amor, el deber y el crimen".Mara Meba nome artístico de Lyda Restivo, protagonista de El amor, el deber y el crimen.
Juan Camilo Segura – reprodução fotográfica 1997.
Roteiro: Pedro Moreno Garzón, baseado na obra de González Coutin.
Direção de fotografia, câmera e cenografia:Vincenzo Di Domenico.
Productor: Sociedad Industrial Cinematográfica Latinoamericana (SICLA).
Intérpretes: Mara Meba, Rafael Burgos, Roberto Estrada Vergara, Alejandro Barriga, Señora Vargas.
Música versão restaurada: María Claudia Galán.
Uma jovem e bela mulher vai se casar.  Mas os planos se complicam quando ela começa a sentir atração pelo pintor que fará seu retrato, que alias é também boxeador. Em meio ao conflito se observam os famosos carnavais estudantis da Bogotá dos anos vinte, um dos primeros assassinatos da história do cinema colombiano.

En busca de María

Carlos Mayolo como Máximo Calvo en un fotograma de "En busca de María". 1985 | 16 min. | 35 mm | Documentário
Carlos Mayolo como Máximo Calvo em um fotograma de En busca de María.
Direção: Luis Ospina e Jorge Nieto.
Fotografia: Víctor Morales.
Assistente de Direção e investigação: Martha Elena Restrepo.
Montagem: Luis Ospina, Jorge Nieto e Karen Lamassonne.
Som: Centro de Produção Audiovisual, C.P.A., Colômbia.
Música: Pepito López, Luis A. Calvo, Hernando Sinisterra y Antonio María Valencia.
Produção executiva: Claudia Triana de Vargas y Jaime Cifuentes.
Chefe de produção: Diego Rojas.
Direção artística: Karen Lamassonne.
Maquiagem: Corina Chand.
Script: Andrés Marroquín.
Iluminação: Gilberto “Fly” Forero.
Intérpretes: Elsa Vásquez (María), Sandro Romero (Efraín), Adriana Calero (Emma), José A. Moreno (Padre Posada), Carlos Mayolo (Máximo Calvo), Luis Ospina (Alfredo del Diestro), Jorge Nieto (Federico López), Andrés Marroquín (Ayudante), Margarita Pombo (Señora en cine), Genaro Otero (Señor en cine), Valeria Quintana (Niña en cine), Santiago Otero (Niño en cine), José María Arzuaga (Voz de Calvo), Sandro Romero (Voz de Efraín), Hernando Salcedo Silva, Stella López Pomareda, Manolo Narváez, Esperanza Calvo, Gilberto “Fly” Forero, Julia E. Salcedo, Bertha Llorente de Ponce de León (entrevistados).Reúne as técnicas de investigação histórica, da entrevista e da reconstrução cênica, para resgatar a memoria de María, primeira película colombiana de  longa metragem, realizada em 1921 sobre a novela homônima de Jorge Isaacs (1837- 1895) da qual existe um pequeno fragmento de 25 segundos de duração.

Más allá de La tragedia del silencio

1987 | 25 min. | Video | Documentário Berenice Chávez en una imagen de "Más allá de La tragedia del silencio".

Berenice Chávez em uma imagem de Más allá de La tragedia del silencio.

Direção: Jorge Nieto.
Guion: Jorge Nieto, Luis Ospina, Leila El’ Gazi y Luis González.
Produção: Luis González.
Produção executiva: Claudia Triana de Vargas.
Produtor: Compañía de Fomento Cinematográfico (Focine) Compañía de Informaciones Audiovisuales.
Montagem: Luis Ospina, Jorge Nieto, Martha Lucía Pulido, Robert Ramírez, Henry Sánchez, Fabio Barbosa, Pedro Moreno y Wilson León.
Música original: Alberto Urdaneta.
Som: Leila El’ Gazi.
Narração: Diego Álvarez (voz de Gonzalo Acevedo).
Uma visão do amplo trabalho cinematográfico da família Azevedo, pioneira deste meio na Colombia, que percorre desde a ficção até a reportagem jornalística, com depoimentos de personagens como Berenice Chávez, que cantou e dançou no primeiro filme sonoro colombiano realizado pelos Azevedos em 1937.

1897–1937: cuatro décadas de cine silente en Colombia

2006 | 21 min. | Video | Crônica
Direção: Juan Carlos Arango Espitia.
Narração: Julio César Luna.
Edição: Freddy Palacios, Jorge Ávila Bedoya y Juan Carlos Arango Espitia. Imagen de "1897–1937: cuatro décadas de cine silente en Colombia".Imagen de 1897–1937: cuatro décadas de cine silente en Colombia.
Desenho gráfico: Ricardo Benavides, Carlos Sánchez Pineda y Alejandro Palacios.
Mixagem de som: Daniel Zea.
Música: Nicolás Rodríguez.
Música adicional: Felipe Santiago Neira (Madre), Francisco Zumaqué (Bajo el cielo antioqueño) y Óscar Acevedo (Alma provinciana).
Assessoria de arquivo: Atanacio (Tato) Martínez.
Supervisión del proyecto: Rito Alberto Torres Moya.
Produção: Fundación Patrimonio Fílmico Colombiano.
Um percurso pelo cinema produzido na Colômbia desde 1897, ano inaugural do cinema na Colômbia, pelas principais revistas que serviram para a promoção do cinema e pelos teatros onde se viveu esta primeira etapa das produções cinematográficas.

Los Di Domenico: pioneros del cine colombiano

Imagen de "Los Di Domenico: pioneros del cine colombiano".Imagen de Los Di Domenico: pioneros del cine colombiano. 2006 | 26 min. | Video | Crônica
Direção: Juan Carlos Arango Espitia.
Narração: Julio César Luna.
Edicão: Jin Alfaro Sánchez, Juan Pablo Cadavid, Carlos Fernández, Jorge Ávila Bedoya y Juan Carlos Arango Espitia.
Disenho Gráfico: Ricardo Benavides y Carlos Sánchez Pineda.
Finalização: Jin Alfaro Sánchez.
Mixagem de som: Juan Pablo Cañizares.
Música: Nicolás Rodríguez.
Entrevistas de arquivo: Jorge Nieto.
Asesoría de arquivo: Atanacio (Tato) Martínez.
Supervisão de projeto: Rito Alberto Torres Moya.
Produção: Fundación Patrimonio Fílmico Colombiano.
A família Di Domenico Ruggiero se converteu , ao lado dos Azevedos, em pioneira dos negócios relacionados ao cinema na Colômbia destacando-se por vários anos na produção, distribuição e exibição.

Acevedo e hijos: por un arte propio

2006 | 25 min. | Video | Crônica
Direção: Juan Carlos Arango Espitia.
Narração: Julio César Luna.
Edicão: Alan Noreña, Wilmar Muñoz, Jaime Riveros, Jorge Ávila Bedoya y Juan Carlos Arango Espitia.

Imagen de "Acevedo e hijos: por un arte propio".

Imagem de Acevedo e hijos: por un arte propio.

Disenho Gráfico: Ricardo Benavides y Carlos Sánchez Pineda.
Mixagem de som: Daniel Zea.
Música: Nicolás Rodríguez.
Entrevistas de arquivo: Jorge Nieto.
Assessoria de arquivo: Atanacio (Tato) Martínez.
Supervisão de projeto: Rito Alberto Torres Moya.
Produção: Fundación Patrimonio Fílmico Colombiano.
A Família Azevedo deixou enorme acervo fílmico, fruto de 40 anos de trabalho incansável, desde o cinema silencioso até a metado do século XX.

Texto retirado de: http://www.patrimoniofilmico.org.co/noticias/215.htm

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