Nossas teses para vocês

Numa escola de comunicação e artes vão sempre aparecer em nossas pesquisas assuntos como crítica musical, criação artística, composição musical, jornalismo, análise de discurso… mas artes e comunicação estão sempre acompanhando e se apropriando de avanços tecnológicos, também refletem preocupações do momento político do país, assim, assuntos emergentes ou urgentes, nem sempre novos, se impõem em nossas teses e dissertações: memes, YouTube, Instagram, relações de gênero, fake news, governos militares, identidade nacional, algoritmos etc. 

Na amostra abaixo, teses e dissertações para incentivar vocês a acessarem gratuitamente nossos trabalhos lá na Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP.

O fenômeno das fake news é analisado por Marcia Pinheiro Ohlson que pesquisou “o uso da tecnologia blockchain para combatê-lo, tendo como base teórica a semiótica e o pragmatismo do filósofo norte-americano Charles S. Peirce.” Bloqueando as fake news: um estudo sobre o uso do blockchain no jornalismo a partir do pensamento de Charles S. Peirce.

O impacto e a apropriação da tecnologia pela arte aparecem nos trabalhos de Eli Borges Júnior e Mateus da Rocha Montanari. O primeiro “apresenta uma teoria sobre as possibilidades de transformação do estatuto da imagem e de seus modos de fruição a partir da hipertrofia das tecnologias de comunicação e informação digitais, tendo como foco um de seus elementos fundamentais: os algoritmos.” Teoria da forma algorítmica: entre uma estética e uma ética dos algoritmos: relações entre imagem, fruição e ação.

Já para Mateus da Rocha Montanari a arte “costuma se apropriar dos meios e linguagens de sua época e subvertê-los. Sendo assim, os artistas interessados nas linguagens eletrônicas e digitais têm um terreno fértil […] para pesquisa e produção neste cenário.” Por isso, lança o olhar também sobre os algoritmos. Paisagens algorítmicas: o uso de inteligência artificial para criação poética.

Com Memes na internet: uma análise da produção, dos usos e dos sentidos, Eduardo Corrêa de Godoy faz uso da netnografia e da semiótica para “compreender o meme e suas relações sob um olhar multidimensional.”

Transgeneridade, influenciadores digitais, YouTube… são assuntos para Laiara Alonso. Espaços antes negados nos meios de comunicação tradicionais vêm sendo conquistados por grupos minoritários num novo ecossistema comunicacional. A autora examina “quatro canais produzidos por youtubers transexuais e transgêneros”. Diversidade no YouTube: narrativas de gênero, identidade e sexualidade pela perspectiva de youtubers trans.

O momento político pelo qual passa o país obviamente faz o interesse de muita gente apontar para assuntos nem tão novos, como democracia, governos militares.

Gustavo Carbonaro Rodrigues reflete sobre como se enreda o discurso presidencial e a identidade nacional e os reflexos disso na construção de uma narrativa de país. A partir da análise dos discursos de presidentes da Nova República (1990-2020) conclui que o governo Bolsonaro tem “projeto de alteração do núcleo figurativo de nossa identidade coletiva para além do acordo proposto na Constituição de 1988”. Narrativas brasileiras: os presidentes e a identidade nacional na Nova República.

Quer acessar gratuitamente essas e muitas outras teses e dissertações da ECA? Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP.

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