Trabalhos de Arte

24/02/2014

Existe um pensamento visual? Não sei se esses Trabalhos de Conclusão de Curso, Mestrados e Doutorados, desenvolvidos na Graduação e Pós-graduação dos cursos de Artes Visuais respondem a essa pergunta. Mas, sendo uma pequena parcela do que nossos alunos têm feito nas últimas décadas, demonstram que o visível não se limita ao legível e que a visualidade é uma forma particular de articular nossa experiência frente ao mundo, contribuindo assim para melhor analisarmos as diferentes naturezas dos discursos, dos raciocínios e sensibilidades.

O texto do professor Claudio Mubarac abre caminho para refletirmos sobre os trabalhos acadêmicos da exposição Trabalhos de arte, que a Biblioteca da ECA apresenta entre os dias 17 de março e 17 de fevereiro. 

Não são apenas textos, são fotografias, cadernos de desenhos, gravuras, caixas de madeira, saquinhos cheios de sementes ou mel. Objetos atraentes  que podem ser tocados e manuseados à vontade, porque fazem parte do acervo de uma biblioteca.  Nessa exposição, para usar as palavras “roubadas” à autora da tese Framboesas e cerejas, a interatividade é permitida.

Veja a lista completa das obras expostas (e mais algumas):

Exposição Trabalhos de Arte

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II Forum de Bibliotecas de Arte no CBBD

14/10/2019

Marina Macambyra, bibliotecária da nossa equipe, apresentou um trabalho no II Forum de Bibliotecas de Arte, evento paralelo ao XXVIII Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação (2019), realizado em Vitória – ES.

O trabalho, intitulado Objetos artísticos em bibliotecas de arte: a experiência da Biblioteca da ECA/USP, foi escrito em coautoria com as bibliotecárias Sarah Lorenzon Ferreira e Alessandra Vieira Canholi Maldonado.

Alessandra e Marina no CBBD 2019

 

Sua participação teve apoio da Comissão do Programa Permanente de Qualidade e Produtividade da ECA/USP (Proqual), que aprovou o pagamento da inscrição e diárias com os recursos do Programa.

Publicamos, a seguir, seu relatório de participação.

 

Organizado pela Rede de Bibliotecas e Centros de Informação em Arte no Estado do Rio de Janeiro, o II Forum foi aberto pela palestra de Ana Bugnone, da Universidad Nacional de La Platal Argentina, seguida pela apresentação dos trabalhos orais e pôsteres dos profissionais e estudantes participantes.

A excelente palestra de abertura,  Accesibilidad y democratización da la información em arte: los archivos de artistas, teve alguns pontos de contato interessantes com o trabalho que realizamos aqui na ECA, pautado pela vontade de divulgar, exibir e dar acesso aos trabalhos de artistas da forma mais ampla e democrática possível. Bugnone faz algumas recomendações sobre projetos de digitalização de arquivos de artistas, das quais destaco três que se enquadram perfeitamente nos princípios adotados pelo nosso projeto da Biblioteca Digital da Produção Artística:

A documentação disponível online de conter: uma descrição e uma “vizinhança” (conceito de Aby Warburg) entre documentos que formam parte da mesma série.

Aceitar que a maior acessibilidade e a digitalização implicam uma perda do poder de interpretação única dos documentos.

Considerar que uma maior acessibilidade de informação sobre a arte e dos arquivos em particular é uma forma de democratização a cultura.

Os trabalhos apresentados ao II Forum, bastante heterogêneos quanto à temática, apresentaram uma amostra interessante da situação dos acervos da área no país e do nível desigual de qualidade dos serviços. Mais uma vez, como já ocorreu em outros eventos dos quais participei, pude constatar, sem falsa modéstia, o quanto é original e relevante o trabalho que fazemos na Biblioteca da ECA, e o quanto devemos nos esforçar em divulgá-lo entre os colegas da área.

Nosso trabalho abordou três projetos em andamento, todos pautados pela ideia central de divulgar, valorizar, tratar e democratizar o acesso aos trabalhos de arte originais que mantemos em nosso acervo:

Organização da coleção de livros de artista

Revisão dos critérios de circulação e armazenamento dos trabalhos acadêmicos de arte

Criação da Biblioteca Digital da Produção Artística da ECA/USP

Ressalto, ainda, que além da divulgar o trabalho da nossa biblioteca, minha intenção era provocar, com esse trabalho, o início de uma discussão, entre as bibliotecas da área, sobre o tratamento de originais de arte, visto que recebemos informações sobre uma suposta recusa das bibliotecas em receber trabalhos com essas características gerados nos cursos de graduação e pós-graduação. Se isso for fato – e estou realizando uma pesquisa para verificar – é importante que nossa biblioteca leve às demais sua experiência e mostre que sim, é possível tratar essas coleções no âmbito das bibliotecas. Além de contribuir para democratizar o acesso a obras de arte geradas no ambiente acadêmico, aceitar esse desafio é uma forma de continuar fazendo sentido para a comunidade, quando atendemos um público do formado por artistas ou pessoas interessadas em arte de uma forma geral.

Merece destaque, pela relevância, o trabalho Desenvolvimento de vocabulários controlados para obras culturais: a Pinacoteca de São Paulo e o Getty Research Institute: relato de experiência, de Isabel Cristina Ayres da Silva Maringelli. A equipe da Biblioteca da ECA também participa de um trabalho nessa área, juntamente com a colega da Pinacoteca e outros integrantes da Rede de Bibliotecas e Centros de Informação em Arte de São Paulo – REDARTE-SP. Além disso, uma das atividades previstas no projeto da Biblioteca Digital da Produção Artística da ECA/USP é enviar ao Union List of Artist Names do Getty a biografia sucinta dos artistas formados pela ECA que ainda não está lá cadastrados. A biblioteca da Pinacoteca já enviou os dados de boa parte dos artistas brasileiros, nosso levantamento vai ajudar a completar o quadro.


Arte e imagens

27/11/2017

Aconteceu no Rio de Janeiro, nos dias 9 e 10 de novembro, o 5o Seminário de Informação em Arte, promovido pela Rede de Bibliotecas e Centros de Informação em Arte do Rio de Janeiro (Redarte – RJ).

Jardins da Fundação Casa de Rui Barbosa

O evento, sediado na Fundação Casa de Rui Barbosa, teve a participação de duas representantes da Escola de Comunicações e Artes: a professora Vânia Lima, do curso de Biblioteconomia e Documentação, e a bibliotecária Marina Macambyra, apresentando os trabalhos:

Biblioteca digital de imagens de arte brasileira para ensino, pesquisa e memória institucional

foto: Mary Komatsu

Autoras: Marina Macambyra, Sarah Lorenzon Ferreira (bibliotecárias da ECA)

O trabalho registra o processo de construção da Biblioteca Digital da Produção Artística da ECA/USP, cujo protótipo foi apresentado pela primeira vez no Seminário da Redarte -RJ. Trata-se de um projeto que pretende reunir e divulgar imagens de trabalhos artísticos produzidos no contexto acadêmico por artistas ligados à ECA, docentes, alunos e ex-alunos. Gravuras, desenhos, fotografias, livros de artista e outros trabalhos de artes visuais apresentados como dissertação, tese ou trabalho de conclusão de curso de graduação devem formar o núcleo principal da biblioteca digital.

A biblioteca digital está sendo construída com ferramentas específicas para imagens de arte: metadados VRA Core e normas de catalogação do Cataloguing Cultural Objects (CCO), ambos desenvolvidos pela Visual Resources Association para tratamento de obras de arte e suas imagens; International Image Interoperability Framework (IIIF), um conjunto de protocolos para visualização de imagens em acesso aberto que permite a integração de conteúdos entre instituições diferentes, já usado pela Europeana, The J. Paul Getty Trust, British Library, British Museum eLa Bibliothèque nationale de France, entre outras. Provavelmente somos a primeira instituição no Brasil a implementar uma biblioteca digital com essas características. A bibliotecária Sarah Lorenzon Ferreira mantém contato com a comunidade internacional de usuários do IIIF e já se tornou membro da equipe de seu Código de Conduta.

Para saber mais sobre o IIIF, vejam os vídeos:

Introdução ao IIIF – https://youtu.be/KVUyhcVO060

Mirador e IIF – https://youtu.be/SnhlTk9CsNQ

Nossa Biblioteca Digital da Produção Artística conta com o apoio técnico da Divisão de Gestão de Tratamento da Informação do SIBiUSP, em cujo servidor está hospedada, e é um projeto que terá a participação dos cursos de Biblioteconomia e de Artes Visuais da ECA. Aguardem mais informações!

Quem estiver curioso para conhecer o protótipo, entre em contato com as autoras para ver uma demonstração. Como o protótipo ainda está em endereço provisório e em fase de testes, não vamos divulgar aqui o link. Quanto ao trabalho escrito, já pode ser consultado:  https://docs.google.com/document/d/1-8_oRM-17LrYpCNdR-yvHXJsdKyF164HrKzIzYmF-KI/edit?usp=sharing

Preservação e difusão de imagens de arquitetura e espaços urbanos na web: o Arquigrafia

foto: Mary Komatsu

Autores:  Artur Simões Rozestraten, Cibele de A. C. Marques dos Santos, Vânia Mara Alves Lima.

O Arquigrafia, projeto de pesquisa idealizado pelo professor Artur Rosenstraten, Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP,  é uma plataforma colaborativa para difusão online de imagens de arquitetura brasileira.

As imagens, todas licenciadas pelo Creative Commons, são provenientes de duas fontes: o acervo da Biblioteca da FAU/USP, originalmente em slides, e imagens criadas pela comunidade de estudantes, arquitetos, pesquisadores e público interessado em fotografia de arquitetura de forma geral. Qualquer pessoa pode se cadastrar e subir imagens de sua autoria no Arquigrafia, respeitando o escopo de projeto e a política de licenciamento.

O Arquigrafia trabalha com software livre, tem o apoio do Instituto de Matemática e Estatística e das professoras Vânia e Cibele, nas questões ligadas ao tratamento documentário das imagens. Conheça e participe do projeto:

http://www.arquigrafia.org.br/home

 

 

 


Normalização de trabalhos acadêmicos

23/11/2015

Uma etapa obrigatória de boa parte dos cursos de graduação e pós-graduação é a elaboração de um trabalho escrito, que deve seguir regras de apresentação e formatação indicadas pela instituição. No caso da ECA, o trabalho deve ser feito segundo as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Essas normas têm por objetivo facilitar a comunicação científica, pois possibilitam a identificação (e a verificação da informação) de cada documento consultado e citado durante a feitura do trabalho.

No entanto, esta é uma tarefa meio árida, às vezes trabalhosa, não por outro motivo, é deixada para o final ou encarregada a terceiros, gente especializada nesse tipo de trabalho.

Hoje, porém, há ferramentas que prometem facilitar essa etapa da pesquisa científica.

Há softwares gratuitos, como o Monografando, que prometem “facilitar a vida de quem está fazendo o seu trabalho de conclusão de curso ou a sua monografia”.

Há os gerenciadores de referências, que criam de forma automática a lista de referências e as citações no momento da escrita do trabalho, no estilo de citação escolhido. São fáceis de usar e aqui na Biblioteca da ECA ainda oferecemos uma ajudinha, pois quem quiser aprender a usar o EndNote Basic, um dos mais populares desses programas, pode agendar um horário com a gente, por aqui http://www3.eca.usp.br/biblioteca/servicos/treinamentos

Quinn Dombrowski

Foto: Quinn Dombrowski, Flickr

Os bibliotecários estão atentos a essa necessidade dos pesquisadores. Em nosso blog, por exemplo, os posts que ensinam a fazer citações e referências de filmes e músicas estão entre os mais lidos.

O Sistema Integrado de Bibliotecas da USP preparou as Diretrizes para apresentação de dissertações e teses da USP, “com o objetivo de auxiliar a estruturação e organização dos textos”. São orientações que têm por base as normas da ABNT que tratam de trabalhos acadêmicos. O documento também está disponível para download segundo as normas da American Psychological Association (APA), International Organization for Standardization (ISO) e o estilo Vancouver.

A USP oferece acesso ao Target GEDWeb, que tem em seu acervo as normas da ABNT para trabalhos acadêmicos e várias outras normas do Brasil e do Mercosul. O acesso pode se dar nos computadores da USP ou remotamente via VPN.

Mas, se ainda precisar de ajuda, aqui na Biblioteca da ECA oferecemos, para a comunidade ecana, atendimento para esclarecimentos de dúvidas sobre elaboração de referências bibliográficas e citações. É só aparecer e procurar por um dos bibliotecários do serviço de atendimento.


Trabalhos acadêmicos e seus formatos

08/12/2014

Fomos convidados a participar do 4º Seminário de Pesquisas em Andamento, promovido pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da ECA/USP, cedendo alguns trabalhos acadêmicos de nosso acervo para a realização de uma exposição no encerramento do evento, no dia 29 de Novembro de 2014.

O Seminário foi organizado por um grupo de alunos do Programa, sob a responsabilidade da Profa. Dra. Elisabeth Lopes, e teve como objetivo “criar um espaço de troca de experiências entre pesquisadores das Artes Cênicas (e áreas afins) para ampliar a difusão das pesquisas em andamento e recém-concluídas na área”. A ideia de mostrar teses, dissertações e trabalhos de conclusão de curso com formatos especiais surgiu a partir da exposição Trabalhos de Arte, organizada pela Biblioteca da ECA no início de 2014, talvez a primeira mostra que apresentou ao público esse segmento tão particular da produção intelectual da Escola representada no acervo.

Os mestrandos Umberto Cerasoli e Nádia Satie, da comissão organizadora do evento, selecionaram para exposição os seguintes trabalhos:

BUENO, Luciana
Muito além da caixa cênica : a realização cenográfica contemporânea na cidade de São Paulo
Dissertação (Mestrado) – 2007
Orientador: RAMOS, Luiz Fernando
Localização: t792.025 B928m

CALLAS, Marcelo Girotti
O traje de cena como documento : estudo de casos de acervos da cidade de São Paulo / Marcello Girotti Callas.
Dissertação (Mestrado) – 2012
Orientador: VIANA, Fausto Roberto Poço
Localização: t792.026 C156t

GRINFELD, Fanny
Framboesas e cerejas
Tese (Doutorado) – 2003
Orientador: FAJARDO, Carlos Alberto
Localização: t709.8104 G867f

KAGUEYAMA, Flávia Adriana Ferreira
Poligrafias / Flávia Adriana Ferreira Kagueyama.
TCC, 2012.
Orientador: OLIVEIRA, Branca
Localização: TC2870

LIMA, Mariana Marcondes de
Projeto 1 : para um mergulho ; Projeto 2 : trafego entre o vazio do corpo
TCC, 2000.
Orientador: BUTI, Marco Francesco
Localização: TC376

LUCAS, Constança Maria Lima de Almeida, 1960-
Imagem e palavra
Dissertação (Mestrado) – 2007
Orientador: OLIVEIRA, Branca Coutinho de
Localização: t702.81 L933i

MASUKO, Wallace Vieira
HRMD : R / Wallace Vieira Masuko
Dissertação (Mestrado) – 2012
Orientador: Carlos Fajardo
Localização: t709.73 D826m

PELED, Yiftah
DTEEP dinâmicas e trocas entre estados de performance
Tese (Doutorado) – 2013
Orientação: TAVARES, Ana
Formato: 2 v (caixas) il.
Localização: t709.04074 P381d

PIMENTA, Rodrigo D’Avila
Móbil : cultura visual em movimento
TCC, 1998
Localização: TC3033

ROJAS, Yili Maria
Cadernos de partida
Dissertação (Mestrado) – 2010
Orientador: MUBARAC, Luiz Claudio
Localização: G t702.81 R741c

ZAMARIOLI, Débora
Cartografia de um corpo em cena : extração e codificação de matrizes corporais através do método Body Mind Centering
Dissertação (Mestrado) – 2009
Localização: t792.028 Z23c

Durante a exposição o público foi convidado a interagir com os trabalhos, manuseá-los e descobri-los. O interesse foi grande, com muitos buscando inspiração para enriquecer seu próprio trabalho.

foto: Nádia Satie

foto: Nádia Satie

foto: Nádia Satie

foto: Nádia Satie

Todos os trabalhos expostos, e muitos outros com características semelhantes, aguardam sua visita na Biblioteca da ECA.


Normalização de trabalhos acadêmicos: perguntas frequentes

26/08/2013

Durante a elaboração de seu TCC, dissertação ou tese, você terá que se deparar com as famosas normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) que tratam de normalização de trabalhos acadêmicos. Talvez você deixe esse encontro para o final, como fazem muitas pessoas, quando o desespero já está batendo à porta.

Existem várias normas que regulam a elaboração dos trabalhos acadêmicos. Normas que tratam de numeração das seções do documento, resumo, sumário, referência, lombada, índice etc. Dessas, algumas são realmente imprescindíveis, aquelas das quais você não conseguirá escapar, que são:

ABNT NBR 6023, que trata da elaboração de referências.

ABNT NBR 10520, sobre citações.

ABNT NBR 14724, apresentação de trabalhos acadêmicos.

Além dessas existem as Diretrizes para elaboração de dissertações e teses da USP, uma espécie de compilação de todas as normas da ABNT que regulam trabalhos acadêmicos.

A Biblioteca da ECA oferece orientação para normalização de trabalhos acadêmicos, esclarece dúvidas principalmente sobre referência e citação. Preparamos uma espécie de FAQ com as dúvidas mais comuns que nos chegam. As respostas aqui dadas baseiam-se nas normas da ABNT, nas Diretrizes para apresentação de dissertações e teses da USP e em recomendações dos programas de pós-graduação aqui da ECA.

Posso colocar nas referências textos que foram lidos durante a feitura do trabalho, mas não são citados?

Não. Nas referências devem estar apenas os documentos citados no texto, se não foi citado não coloque nas referências. Caso você queira listar outros documentos lidos durante a elaboração do trabalho, mas que não foram citados faça isso em lista à parte e chame de Bibliografia complementar, Leitura complementar, Indicações de leitura etc.

Todos os documentos relacionados nas Referências devem ser citados no texto, assim como todas as citações do texto devem constar nas Referências.[Diretrizes… p. 44].

Sou cineasta, artista plástico, jornalista, ator etc. já trabalho e, portanto, já tenho um nome no mercado, posso usar meu ‘nome artístico’ no trabalho, ao invés do nome completo?

As Diretrizes… dizem com todas as letras para usar o ‘nome completo do autor’ na capa, na lombada e na folha de rosto. Na lombada pode-se abreviar as iniciais dos prenomes se o espaço não for suficiente. Mas se você prefere usar seu nome artístico, vá em frente.

Devo listar nas minhas referências um texto que cito mas não tive acesso?

Essa é a famosa citação de citação, ou seja, quando você cita um trecho de uma obra a que não teve acesso; no texto é identificada pela expressão latina apud. Recomenda-se seu uso com moderação, apenas na impossibilidade de acesso ao documento original. Deve-se colocar em nota de rodapé o trabalho citado, mas não consultado e nas referências a obra realmente consultada.

Fiz várias entrevistas durante a feitura do trabalho, devo colocá-las nas referências?

Não. Cite em nota de rodapé. E ponha em apêndice a transcrição, áudio ou vídeo das entrevistas. As Diretrizes… recomendam que informações não publicadas ou verbais: informações obtidas de comunicações pessoais, anotações de aula, trabalhos de eventos não publicados, não devem ir para as referências, devem ser mencionadas em nota de rodapé.

A capa precisa ser azul marinho?

Os programas de pós-graduação não fazem essa recomendação, dizem apenas que dois dos exemplares impressos devem ser encadernados com capa dura.

Tenho que citar sites, documentos online, e, se sim, faço isso numa lista à parte?

Todos os documentos devem estar relacionados em listagem única. Quanto à referência de documentos online não há muita diferença, segue-se o mesmo padrão usado para documentos impressos, acrescentando-se o endereço URL e a data de acesso.

Fiz a tradução de um trecho citado, preciso colocar o texto original em nota de rodapé?

A norma diz que “quando a citação incluir texto traduzido pelo autor, deve-se incluir, após a chamada da citação, a expressão tradução nossa, entre parênteses.” Ou seja, não precisa. No entanto, documento disponível no site do PPGCI  diz que as “transcrições de textos em outros idiomas podem ser traduzidas ou mantidas no idioma original, a critério do autor. Em ambos os casos, devem ser mantidas as aspas. Se a citação for traduzida, o autor pode indicar o trecho no idioma original em nota, no rodapé da página.” [Guia para apresentação de dissertações e teses, p. 29].

Começo a numeração dos capítulos a partir da Introdução?

Todos os elementos textuais do seu trabalho, ou seja, aqueles que fazem parte de sua argumentação, devem receber um número de seção, portanto a Introdução deve receber número sim.

Vi em algum lugar que se a tese tiver mais de 250 páginas tem de ser dividida em dois volumes…

Nessa altura do campeonato, quando o povo começa a se preocupar com normas e a ansiedade já tomou conta, ninguém sabe onde leu isso ou aquilo. Essa recomendação de que a tese não tenha mais de 250 páginas num único volume não parte da ABNT, são recomendações dos programas de pós-graduação em Ciências da Comunicação e Ciência da Informação (PPGCOM e PPGCI). Ambos dizem que cada volume não deve ultrapassar 250 páginas.


Trabalhos de gente da ECA

20/10/2009

É fácil encontrar, por aí, trabalhos de professores, alunos e profissionais formados pela Escola. Alguns exemplos:

 

Lugar com Arco:

A escultura em frente à ECA, próxima à entrada da Biblioteca, é uma obra da professora Norma Grinberg (CAP), parte de sua tese de doutorado. Veja fotos no Flickr:

www.flickr.com/photos/bibliotecadaeca/

 

Acaso30, de Gilbertto Prado (CAP)

Instalação interativa em memória dos mortos na chacina de Queimados, Rio de Janeiro.

http://www.youtube.com/watch?v=oeLJtbbFu_4

 

Audiovisual 2009 USP

Trabalhos dos alunos do Curso de Audiovisual.

http://www.youtube.com/user/audiovisual2009usp

 

Prepare o seu coração

Trecho de peça musical montada pela Escola de Artes Dramáticas, com direção de Iacov Hillel e texto de Mario Vaina Torres.

http://www.youtube.com/watch?v=el1-yR25b78

 

Ana Canãs, cantora (ex-aluna)

www.myspace.com/anacanas

 

Salve geral

O ator Lee Thalor é ex-aluno de Artes Cênicas. Vejam o trailer:

http://cinema.uol.com.br/ultnot/multi/2009/08/18/04023462DCA10366.jhtm?trailer-do-filme-salve-geral-04023462DCA10366

 

Antes, um dia e depois: oito histórias de mudança e incerteza

Trabalho de conclusão de curso de Caio Cavechini (CJE), que foi exibido na Mostra Internacional de Cinema de 2006. A Biblioteca tem cópia em DVD.

http://www.mostra.org/exib_filme_arquivo.php?ano=30&filme=6253


Tudo sobre o seu TCC

08/04/2019

Quase tudo, na verdade, porque não vamos nos intrometer na parte que cabe aos orientadores. Os cursos da ECA têm até disciplinas que preparam o aluno para a empreitada. Mas vamos dar umas dicas que podem ajudar bastante.

Fontes de informação

Trabalhos acadêmicos exigem referencial teórico. Mesmo quem conhece bem seu objeto de estudo, porque já trabalhou com isso ou porque faz parte de sua história pessoal precisa encontrar na literatura da área o embasamento para desenvolver suas ideias e justificar suas conclusões. Seu orientador vai ajudar, mas você vai precisar fazer buscas em bibliotecas e bases de dados online para encontrar material relacionado ao tema do seu TCC, e não apenas no Google.

foto: Richard Vignola (Flickr)

Consulte o Dédalus para localizar livros, teses e trabalhos de conclusão de curso de todas as bibliotecas da USP. As teses e TCCs mais recentes estão disponíveis em pdf. Veja neste post como se faz para encontrar TCCs no Dédalus. Alguns TCCs em pdf só podem ser abertos e baixados na Biblioteca da ECA. Isso acontece porque o autor não colocou no trabalho a autorização para divulgação ampla pela internet. Não de esqueça de fazer isso no seu TCC, se quiser facilitar a vida dos seus futuros leitores.

Acesse o Portal de Busca Integrada da USP e o Portal de Periódicos da CAPES para encontrar artigos de revistas acadêmicas, com o texto completo disponível para baixar. Alguns conteúdos de um serviço não estão disponíveis no outro, por isso é bom consultar os dois. As revistas e os e-books publicados pela USP, por exemplo, não estão no portal da CAPES.

Quem pretende fazer uma pesquisa mais consistente vai precisar recorrer às bases de dados de artigos de revistas. Pelo Portal de Periódicos da CAPES ou pela lista de Bases de Dados do SIBi, você terá acesso a diversas bases, tanto especializadas em uma área quanto multidisciplinares. Alguns exemplos:

Academic Search Premier – multidisciplinar

Art Full Text – artes visuais, arquitetura, fotografia, cinema

Businnes Source Complete – administração, negócios, marketing, economia, turismo

JStor: multidisciplinar

LISA – Library & Information Science Abstracts – biblioteconomia e ciência da informação

RIPMRetrospective Index of Music Periodicals: música

Scopus: multidisciplinar

Importante: para abrir artigos publicados em revistas pagas pela USP ou pela CAPES em qualquer computador que não seja da USP, você precisa estar conectado à rede VPN ou Eduroam. Veja aqui como fazer isso.

E, por fim, se tudo isso parecer complicado demais, não se esqueça de que você tem à sua disposição as bibliotecárias e o bibliotecário de referência da ECA (Lilian, Marina e Walber), que podem ajudar muito.

Normalização e formatação

Referências? Citações? Notas de rodapé? Tabelas e ilustrações? Sumário? Se essas palavras te provocam medo, náusea ou coceiras, saiba que não é para tanto. Com um pouco de paciência e, se precisar, ajuda da Biblioteca da ECA, vai dar tudo certo.

Em nosso site, na página Normalização, oferecemos alguns materiais de apoio importantes, como as Diretrizes da USP para elaboração de dissertações e teses, que também serve para os TCCs. É um manual preparado por bibliotecários da USP que reúne todas as instruções da diversas normas da ABNT necessárias para elaborar um trabalho acadêmico. Como fazer referência de um artigo online, como e quando usar o apud, está tudo lá.

Se você preferir consultar diretamente as normas da ABNT, fale conosco ou baixe o que precisar pelo site do SIBi, no serviço ABNT – Portal Gedweb.

Alguns pontos importantes sobre citações e referências:

Faça uma única lista de referências, incluindo na mesma ordem todos os documentos citados, sejam livros, artigos, sites ou filmes.

Só inclua na lista de referências os documentos efetivamente citados no texto.

Evite citações de citações (o famoso apud). Procure localizar a fonte original.

Informação oral ou não publicada (algo que você ouviu numa palestra, por exemplo) podem ser citadas, mas não entram na lista de referências. Coloque em nota de rodapé.

Não faça do seu texto uma colcha de retalhos. Procure encadear as citações no seu discurso de forma equilibrada, usando-as, por exemplo,  para fundamentar suas ideias ou justificar suas afirmações.

Ficha catalográfica

A norma da ABNT para trabalhos acadêmicos diz que é necessário ter os dados de “catalogação na publicação” ou seja, a ficha catalográfica. Parece difícil, mas basta preencher um formulário no site da Biblioteca e a ficha sai pronta, na hora, automaticamente. E já com a frase que autoriza a publicação do trabalho na internet.

Depois da defesa

Seu trabalho deve ser encaminhado à Biblioteca pelo seu Departamento, oficialmente, ou seja, acompanhado por um ofício ou documento semelhante. A maioria dos Departamentos adota o critério de nota mínima para enviar os TCCs à Biblioteca.

Se o trabalho for textual, só recebemos em pdf. Entram para o acervo em versão impressa apenas os trabalhos de arte (objetos, gravuras, desenhos, livros de artista etc) ou qualquer trabalho que só possa ser apreciado plenamente em sua expressão física.

 

 


Bixos, sejam bem-vindos

17/02/2014

Entre 17 de fevereiro e 17 de março a Biblioteca terá atividades específicas para recepcionar nossos “bixos”.

Flora

Aproveitem a oportunidade e venham conhecer a Biblioteca que irá acompanhá-los nos próximos anos de estudos com um acervo de livros, DVDs, CDs, partituras, TCCs, teses e dissertações, além de revistas acadêmicas nacionais e internacionais em formato impresso e eletrônico, espaços para estudo e, claro, funcionários  prontos para ajudá-los em suas pesquisas.

Links para os catálogos online das bibliotecas da USP:

Dédalus – http://200.144.190.234/F

Busca Integrada – http://www.buscaintegrada.usp.br

Informações sobre empréstimo, renovação e reserva: http://www3.eca.usp.br/biblioteca/servicos/emprestimos

Visita virtual à Biblioteca: http://www3.eca.usp.br/biblioteca/sobre

Acompanhe, aqui pelo blog, notícias sobre as novas aquisições (livros, DVDs etc):

https://bibliotecadaeca.wordpress.com/novas-aquisicoes/

Leia também:

Você não está incomodando

https://bibliotecadaeca.wordpress.com/2013/06/10/voce-nao-esta-incomodando/

“Crime” e “castigo”

https://bibliotecadaeca.wordpress.com/2013/03/18/crime-e-castigo/

cartaz 22.01.2014

Confiram a programação do “Mês do Bixo de Biblioteca”:

Mostra Exploratória do Acervo de DVDs: Filmes de Alunos
Venham conhecer os Trabalhos de Conclusão de Curso em vídeo ou filme do pessoal da ECA. Todas as quintas-feiras a Sala de Vídeo da Biblioteca fica à disposição para ver os filmes. Em outros dias, os DVDs podem ser emprestados ou assistidos em cabines individuais.

Trabalhos de arte: exposição de trabalhos acadêmicos dos alunos do Departamento de Artes Plásticas e do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais. Para ver, ler e folhear. Diariamente, no horário de funcionamento da Biblioteca.

 Visitas guiadas: Venham conhecer os espaços da Biblioteca, seus recursos e serviços.

2a, 4a e 6a feira, em 3 horários: 10h, 14h e 19h30 (ou em outros horários a combinar).
No final da programação, serão sorteados brindes para quem participar das visitas guiadas.

*** O bichinho leitor da foto é a Flora, gata da bibliotecária Lilian. ***


Regina Silveira

20/01/2020

Nossa Escola sempre teve artistas, tanto entre os estudantes quanto no corpo docente. Alguns dos artistas brasileiros mais importantes já passaram pela ECA e deixaram trabalhos no acervo da Biblioteca. Vamos falar um pouco sobre eles neste blog, começando por Regina Silveira.

Artista multimídia, pintora e gravadora, Regina é um dos nomes de maior destaque no atual cenário da arte brasileira. Foi docente da ECA, onde defendeu mestrado e doutorado, e orientou dissertações e teses de vários artistas, entre os quais: Mônica Nador, Ana Maria Tavares, João Musa, Sérgio Romagnolo e Feres Khoury, todas disponíveis no acervo da Biblioteca da ECA.

Sua dissertação de mestrado, Anamorfas, de 1980, foi a primeira da ECA a incluir trabalhos artísticos práticos, dois dos quais podem ser consultados fazem parte no acervo da Biblioteca da ECA:

álbum com 12 gravuras em lito-offset, acondicionadas numa caixa forrada em tecido negro

Caixa do álbum de gravuras

 

Gravuras

livro de artista Anamorfa, impresso em off-set sobre papel couché, com tiragem de 100 exemplares

Anamorfa – livro de artista

Nas palavras da autora :

Anamorfas é um estudo sobre as aparências representadas por códigos projetivos. Trata do problema das distorções de imagens desenhadas em perspectiva, quando, por uma ação gráfica arbitraria, contrariam-se as normas que condicionam este sistema de representação.

Simulacros, sua tese de doutorado orientada por Wolfgang Pfeiffer, foi defendida em 1984 e está disponível em nosso acervo, mas apenas em versão impressa. Também temos um exemplar da obra Dilatáveis , da série Simulacros, um dos trabalhos mencionados na tese.

Desaparência (2001 -2002) é um trabalho em cartolina que acompanha a revista Sublime.

A gravura Armadilha para executivos, doada pela artista, enfeita há vários anos as paredes da Biblioteca.

 

A instalação Mundo, na Praça Milton Santos, aqui pertinho, também é obra da Regina.

Por fim, para saber mais sobre a artista, consulte:

Site da artista – https://reginasilveira.com/

Enciclopédia Itaú Cultural – http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa8084/regina-silveira

NO ACERVO DA BIBLIOTECA DA ECA

 

Catálogos de exposições

CASA TRIÂNGULO. Regina Silveira: intro (re: fresh window, r.s.). São Paulo: Casa Triângulo, 1997.

FUNDAÇÃO VERA CHAVES BARCELLOS. Regina Silveira: Um salto no espaço. Porto Alegre: Fundação Vera Chaves Barcellos, 2014.

MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Inter-comunicável = In-comunicabile. São Paulo: MAC/USP, 1982.

MUSEU VALE DO RIO DOCE. Regina Silveira: ficções. Vila Velha: Vila Velha Museu Vale, 2007.

PAÇO IMPERIAL. Sonia Andrade, Milton Machado, Regina Silveira. Rio de Janeiro: Paço Imperial, 2001.

SENAC. CENTRO DE COMUNICAÇÃO E ARTES. Regina Silveira: ex orbis – making of.  São Paulo: Senac, 2000.

MUSEU DE ARTE DA PAMPULHA. Regina Silveira: compêndio [rs]. Belo Horizonte: MAP, 2007.

Textos de e sobre Regina Silveira

MORAES, A. (org). Regina Silveira: cartografias da sombra.  São Paulo: EDUSP; FAPESP, 1996.

OLIVEIRA, A. C. D. Arte e mídia: os meios como modo de produção artística na cultura. Galáxia : revista transdisciplinar de comunicação, semiótica, cultura, São Paulo, n. 4,195-217,. 2002.

SILVA, Daniela M. A. N. R. D. A fotografia na arte contemporânea e o terreno da ficção: Regina Silveira e Carlos Fadon Vicente. Tese (Doutorado) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, 2015. Disponível em: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8138/tde-11012016-124401/pt-br.php. Acesso em 24 abr. 2019.

SILVEIRA, Regina. Artemicro:  a microficha como suporte de arte. In: ALVARADO, Daisy Valle Machado Peccinini de (Coord.). Arte : novos meios multimeios : Brasil ’70/80. São Paulo: Instituto de Pesquisa Setor Arte/FAAP, 1985.

SILVEIRA, Regina. Silhouettes, viewpoints and distortions. Brazilian art research yearbook,  São Paulo v. 1, p. 44-60, 1992.

SILVEIRA, Regina. O paradoxo do santo. Significação : revista de cultura audiovisual. São Paulo, v. 21, n. 10, p.103-105, 1994. Disponível em: http://dx.doi.org/10.11606/issn.2316-7114.sig.1994.65514. Acesso em 24 abr. 2019

SILVEIRA, Regina. Encuentro(1991). Pulgar, Caracas, v. 3, n. 2, jun.  2001.

SILVEIRA, Regina. Esferas. Galáxia : revista transdisciplinar de comunicação, semiótica, cultura. São Paulo, n. 4, p.243-253, 2002.

SILVEIRA, Regina. A arte da ilusão. Veredas : revista de cultura do Banco do Brasil. Rio de Janeiro, v. 8, n. 87, p.32-37, 2003.

SILVEIRA, Regina. Descendo a escada. In: Itaú Cultural (São Paulo). Memória do futuro : dez anos de arte e tecnologia no Itaú Cultural. São Paulo : Itaú Cultural, 2008.

SILVEIRA, Regina. A genealogia da escada inexplicável e o embaralhamento dos meios. In : CARAMELLA, Elaine (Org.). Mídias : multiplicação e convergências. São Paulo : Ed. Senac, 2009.

SILVEIRA, Regina. Par avion. Revista da Biblioteca Mário de Andrade. São Paulo, n. 67,131-136, 2011.

SILVEIRA, Regina. Notas sobre fotografia. Boletim : Grupo de Estudos Arte & Fotografia. São Paulo, n. 4, p. 101-115, 2012.

SILVEIRA, Regina. Espanha e Porto Rico:os primeiros anos : Julio Plaza por Regina Silveira. In: BARCELLOS, Vera Chaves (Org.). Julio Plaza : poética política. Porto Alegre : Fundação Vera Chaves Barcellos, 2013.

SPAZIANI, L. F. O artista contemporâneo e o site specific numa instituição cultural: Tunga e Regina Silveira no Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo. Dissertação (Mestrado) –  Escola de Comunicações e Artes, Universidade de São Paulo, 2012. Disponível em: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/93/93131/tde-13052012-180834/pt-br.php. Acesso em: 24 abr. 2019.

TEIXEIRA, C. Enigmas: uma análise da obra de Regina Silveira.  São Paulo: Ed. do Autor, 1983.


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