Escolha de periódicos para publicar

02/09/2019

Todos sabem que publicar é preciso, mas encontrar a revista certa para submeter um artigo nem sempre é um processo claro para todo mundo.

Para esclarecer um pouco as dúvidas dos pesquisadores, o Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação, com apoio da Biblioteca da ECA, convidou uma bibliotecária que entende do assunto para fazer uma palestra, que ocorreu no dia 29 de agosto, no auditório Paulo Emílio Salles Gomes da ECA.

Paola de Marco Lopes dos Santos, bibliotecária da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP faz assistência editorial para duas revistas de sua unidade, Paisagem e Ambiente e Revista Pós da FAUUSP. Com sua experiência no lado de lá, ou seja, de quem publica, Paola reuniu muitas informações interessantes para quem deseja ser publicado. Agradecemos à Biblioteca da FAU pela liberação da bibliotecária para essa atividade.

A seguir, resumimos as dicas apresentadas na palestra.

Seleção das publicações

Publique nas revistas que você lê. Um dos motivos mais importantes para publicar em revistas é dialogar com a comunidade acadêmica da qual você faz parte por meio dos textos, e é nas revistas que você acompanha que vai encontrar o público com o qual estabelecer esse diálogo.

É importante observar onde publicam os pesquisadores e grupos de pesquisa com os quais você se relaciona e os autores que você cita.

Antes de enviar seu trabalho, observe se a revista faz revisão por pares, se o corpo editorial é composto por pesquisadores reconhecidos na área de estudos, quantos números são publicados por ano, se é indexada em portais, diretórios e bases de dados (Scielo, Redalyc, Portal de Revistas da USP, Scopus, Web of Science etc), se é de acesso aberto e cobra ou não taxas de publicação.

Adequação da revista é importante. Verifique se a linha editorial da revista é compatível com o tipo de artigo que pretende escrever, qual é o público-alvo e o tempo entre a submissão e publicação do artigo.

Fuja das revistas predatórias.

Ética e boas práticas

Evite enviar o mesmo artigo para duas revistas, porque o recebimento e avaliação de um artigo gera muito trabalho para as revistas. Fazer as pessoas perderem tempo não pega nada bem.

Cuidado para não fazer plágio ou autoplágio. Faça citações com cuidado e não submeta um texto que já foi publicado em outro veículo, mesmo que seja em outra língua, mesmo que você reescreva o mesmo conteúdo em outras palavras.

Obtenha todas as autorizações para publicar conteúdo alheio (imagens, por exemplo).

Métricas

É importante conhecer e acompanhar os rankings de revistas científicas, elaborados a partir de análises de citações de artigos. Não basta publicar, é preciso ser citado. Nos slides cedidos pela palestrante há informações sobre o assunto.

Uma ajuda a mais

Seletores de revistas acadêmicas, para ajudar na escolha:

Journal Guide – https://www.journalguide.com/

Para fugir dos predadores:

Doaj – Directory of Open Access Journals – https://doaj.org/

Lista de revistas predatórias – https://predatoryjournals.com/

Sugestão de leitura:

A pesquisa e a estruturacao do artigo acadêmico em Administração

Dúvidas? Procure as bibliotecárias ou o bibliotecário da ECA, que assistiram à palestra. Paola também se dispõe a conversar com quem precisar de orientação.

Acesse aqui os slides da palestra.

Não percam a próxima palestra dela, na FAU, dia  09/09 das  14h às 16h. Inscrições no link: https://forms.gle/M1qQUcYqv5SXNGez9

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Um modelo de TCC

01/07/2019

O momento de elaborar o trabalho de conclusão de curso pode ser angustiante para muitos estudantes. Escolher o tema, levantar referências, pesquisar, ler muito, elaborar um texto na adequada linguagem acadêmica, tudo isso demanda esforço e habilidade. E aí, quando o texto começa a tomar forma (ou até antes disso), o orientador avisa que a formatação não está correta, as referências e citações estão uma bagunça e tudo isso precisa ser feito de acordo com a ABNT.

Onde encontrar, como fazer, qual dos mil documentos que encontramos na internet é o correto? Todas essas informações estão na Biblioteca, claro, não há motivo para pânico. A parte triste é que as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) necessárias para fazer um TCC não são poucas: referências, citações, sumário, resumo, numeração progressiva etc. Muitos alunos correm até a Biblioteca para consultar os trabalhos dos colegas que já passaram por isso, mas a estratégia nem sempre funciona bem. Para não fazer feio, o ideal é consultar as normas mesmo e as Diretrizes USP para elaboração de dissertações e teses, que também servem para TCCs.

Para facilitar um pouco a vida dos alunos nessa fase, pelo menos nos quesitos normalização e formatação, a Biblioteca da ECA elaborou um modelo visual de consulta rápida, com exemplos corretamente formatados de todas as partes do trabalho.

Página de rosto? Veja o exemplo:

Parágrafos, espaços entre linhas, citação com mais de 3 linhas?

O modelo não substitui a consulta às normas, seu objetivo é apenas agilizar a formatação. Se necessário, as bibliotecárias e o bibliotecário estão sempre à disposição para ajudar e tirar dúvidas.

Sugestões serão bem-vindas! Quem tiver alguma, comente neste post ou mande um e-mail para ecabiblioteca@usp.br.

Para acessar e baixar o modelo, clique aqui:

Modelo prático para formatar um TCC

Mais informações na página Normalização do nosso site:

http://www3.eca.usp.br/biblioteca/servi%C3%A7os/normalizacao

Mais dicas sobre TCCs aqui mesmo neste blog:

https://bibliotecadaeca.wordpress.com/2019/04/08/tcc-dicas-orientacao/

https://bibliotecadaeca.wordpress.com/2013/10/29/como-pesquisar-tccs-no-dedalus/

 

 


Ainda sobre ORCID : perguntas e respostas

02/01/2018

Já falamos sobre o ORCID em outro post mostrando como é importante que os pesquisadores vinculados à USP façam o seu registro e que o mesmo seja validado institucionalmente. Abaixo trazemos algumas respostas (do Departamento Técnico do SIBi) para eventuais dúvidas que ainda possam existir após ter lido o primeiro post.

1: O que significa ter um registro ORCID autenticado via USP? Há algum tipo de atualização automática da produção intelectual junto ao registro do pesquisador na ORCID?!

Nesse momento o registro ORCID autenticado USP está sendo apenas coletado, ligando efetivamente o autor e à USP. Na USP, até o momento, foi implementada apenas a fase COLLECT.

 

2: O ORCID pede um email para registro: devemos usar o email USP? A senha que o ORCID demanda no momento da inserção dos dados, deve ser a mesma dos sistemas USP?

Você pode usar qualquer e-mail, assim como a senha. O importante é criar e associar seu registro ORCID aos sistemas USP utilizando o caminho: http://www.usp.br/orcid 

 

3: No campo “Also known as”, além de variações do nome, devemos inserir o nome na ordem Sobrenome, Prenome?

Sim, esse campo é muito importante. Escolha o nome certo – nome profissional adotado para identificá-lo no registro. No campo “Also known as”, adicione toda e qualquer variação do seu nome: completo, abreviado, invertido.

 

4: Caso eu publique em revista que tenha DOI e meu registro ORCID esteja integrado com a CrossRef, não precisarei entrar no ORCID para cadastrar essa publicação, pois será automaticamente inserida sob minha identificação de pesquisador na ORCID?

Sim, é isso mesmo. Quanto mais editoras estiverem usando DOI e ORCID, mais e mais as atualizações da produção serão automáticas.

 

5: Um livro ou qualquer outro trabalho publicado que não tenha DOI – mesmo meu registro ORCID estando integrado à CrossRef – deverá ser inserido manualmente no ORCID ou o fato de estar cadastrado na Biblioteca Digital de Produção Intelectual da USP (BDPI-USP) já contempla a atualização dos dados, além da validação?

Quando  a fase CONNECT USP-ORCID for implementada, haverá a integração entre a BDPI e o ORCID. Nesse momento, a atualização para as produções cadastradas na BDPI, portanto, que estejam em acesso aberto, poderão ser automaticamente carregadas para o registro ORCID do autor USP.

 

6: O que significa, atualmente, afirmar que o ORCID integra todos os outros identificadores (Lattes id, Researcher id, Google scholar e Scopus)? Basta que o pesquisador atualize somente uma das ferramentas?

O ORCID é a única ferramenta preparada para integrar distintos players da cadeia de publicação científica: autores, editoras, universidades, agências de financiamento, e também funciona como Profile – Currículo. Hoje, estão de fato integrados ao ORCID, ou seja, estão efetuando troca de dados: Crossref, ResearcherID, Scopus Author ID. O Google ID não está integrado, mas é possível carregar a lista de produções cadastradas no perfil Google do autor para o registro ORCID. O Currículo Lattes ainda não está integrado, mas o número ORCID já é solicitado pela CAPES em alguns processos de submissão a bolsas. Nesse momento, deve-se apenas inserir o número ORCID no Currículo Lattes.

 

7: Toda a inserção de dados na ORCID, atualmente, é manual? Educação, emprego, financiamento, trabalhos, país etc.?

Nesse momento, a inserção de dados é manual, embora alguns campos possam ser preenchidos a partir do carregamento de dados de outras bases. Quando a USP implementar as fases seguintes, CONNECT e SYNCHRONIZE, os registros ORCID autenticados passarão a ser alimentados pela USP, quando for o caso. Por exemplo: Educação – o Setor de Diplomas irá inserir no registro ORCID os dados de um doutorado. As informações já cadastradas também serão validadas. Emprego – o Setor de RH da USP poderá inserir informações de vínculo e mudanças de Unidade. Financiamento – o carregamento de informações já é semiautomático, pois o ORCID utiliza o Wizard para carregar seus financiamentos para o registro. Em breve, a Pró-Reitoria de Pesquisa poderá inserir dados de bolsas no registro ORCID do autor USP. Trabalhos – a inserção já é semiautomática por meio da progressiva integração entre as editoras, CrossRef-DOI e ORCID. Quando a USP estiver conectada, os trabalhos e artigos sem DOI cadastrados na BDPI poderão ser carregados automaticamente para o registro ORCID do autor USP. Os dados cadastrados no DEDALUS também poderão ser carregados para o registro ORCID e/ou validados toda vez que forem cadastrados na Base de produção intelectual.

Com o auxílio do gerenciador de referências Endnote, é possível puxar referências do Portal de Busca Integrada para o Researcher ID e enviá-las ao ORDIC, como explicamos  em outro post deste blog.


ORCID, Researcher ID e outras paradas

11/12/2017

Assim que a USP tornou-se membro da Open Researcher and Contributor ID – ORCID e que os órgãos de fomento começaram a solicitar dos candidatos a bolsas e financiamentos que tenham seu código ORCID, várias perguntas ecoaram pelos corredores da ECA:

– Como assim, mais um registro?!

– Eu já tenho um Researcher ID, vou precisar desse outro também?

– Tenho que preencher tudo de novo?

– Vai automaticamente pro meu lattes?

Questões todas bastante relevantes numa situação em que a comunidade USP tem muitas demandas a atender, em várias frentes. E, infelizmente, nada é muito simples e automático, por enquanto.

Integrando os identificadores

Researcher ID e ORCID são identificadores diferentes e sim, é necessário ter os dois, porque a CAPES está pedindo o ORCID e a FAPESP já exige o Researcher ID há algum tempo.  Por enquanto, nada vai ou volta automaticamente da Plataforma Lattes.

A boa notícia é que não é necessariamente obrigatório preencher todos os dados novamente. Quem já tem seu Researcher ID e inseriu toda a sua produção nessa plataforma, pode fazer a integração com o ORCID e transferir todos os dados. É bastante simples, basta acessar seu perfil no Researcher ID e o sistema vai perguntar se você deseja criar um registro ORCID ou se já possui um. Escolha a sua opção e, em seguida, faça a integração dos dois identificadores. Este vídeo explica como fazer isso:

Concluída a integração, em seu perfil do Researcher ID vai aparecer um botão para intercâmbio de dados, ou seja, para jogar suas referências de um identificador para outro. É só clicar e seguir as instruções na tela.

Usando o Endnote para enviar referências

Mas, e quem ainda não tem o Researcher ID ou não inseriu seus trabalhos na plataforma? Nesse caso, é preciso criar um Researcher ID e puxar as referências dos artigos, livros e outros trabalhos de alguma base de dados na qual estejam indexados.

É possível puxar referências, por exemplo, do Portal de Busca Integrada da USP. Qualquer professor da ECA, desde que informe regularmente a Biblioteca sobre sua produção, deve ter muito material indexado na Busca Integrada.

Aí entra em cena outra ferramenta que nem todos conhecem: o gerenciador de referências Endnote. Os gerenciadores de referências ajudam o pesquisador a organizar suas leituras, armazenar as referências lidas ou por ler, elaborar listas em formato ABNT, fazer citações e, muito simpaticamente, importar referências de bases de dados e transferir para o Researcher ID. É gratuito e fácil de usar, basta entrar no link e criar uma conta. Seu Researcher ID já vai aparecer lá na interface do Endnote.

Feito isso, entre na Busca Integrada, clique em Identificação para ter acesso ao seu espaço privativo no sistema. Faça uma busca pelo seu nome e vá clicando na estrelinha que aparece ao lado do título para jogar as referências na sua pasta Meu Espaço.

Clique em Meu Espaço e veja lá todas as referências enviadas. Selecione todas elas, ou apenas as que forem pertinentes, vá até o canto superior direito da tela e selecione Enviar para Endnote.

Todas as referências serão enviadas para o Endnote, na pasta padrão denominada Não agrupado. Clique nesta pasta e transfira as referências para o Researcher ID.

Feito isso, é só enviar do Researcher ID para o ORCID, como explicamos mais acima.

Também é possível puxar referências de perfis do Google Acadêmico para o Endnote.

Difícil? Enrolado? Nem tanto. Se você for alguém que têm muitas publicações, talvez valha a pena seguir todos esses passos, para não ter que entrar manualmente todas as referências. Se precisar de ajuda, já sabe. Procure a sua biblioteca!


Alertas

25/09/2017

Hoje você fez uma busca no Portal CAPES, na Scopus ou mesmo na Busca Integrada da USP, por exemplo, e encontrou vários livros e artigos relacionados ao tema da sua pesquisa. Ótimo, mas saiba que amanhã ou depois, se você refizer a busca, talvez encontre mais resultados. Ou talvez não se lembre mais da estratégia de busca que usou da primeira vez, e o resultado não seja mais tão satisfatório.

A boa notícia é que a maioria das bases de dados oferecem serviços de alerta. É bastante simples: depois de fazer sua busca e refinar os resultados, salve um alerta. Sempre que entrar na base de dados um documento qualquer (artigo, livro etc) que corresponda exatamente à busca que foi feita, você recebe um e-mail avisando.

foto de Partha Chowdhury (Flickr)

Configurando um alerta no Portal CAPES

Estou fazendo um trabalho sobre censura nas artes visuais. Depois de algumas tentativas, descubro que a busca que me traz resultados mais pertinentes é esta:

Busquei pelos termos em inglês, coloquei “visual arts” entre aspas para recuperar a expressão inteira, usei o operador AND entre os conceitos, restringi a artigos publicados nos últimos 5 anos. O resultado dessa estratégia de busca (ou seja, dessa escolha de termos, operadores booleanos e filtros)  correspondeu à minhas expectativas.

Rolando um pouco a tela, encontrei este menu:

Cliquei em Salvar busca e cheguei nesta tela, onde cliquei em “salvar e alertar”, inseri  o nome escolhido para o alerta e meu e-mail.

Pronto, agora o Portal CAPES vai me enviar alertas semanais, sempre que entrar um artigo que esteja de acordo com a estratégia de busca que salvei.

Outras bases

O processo é semelhante em quase todas as bases de dados que têm esse serviço. Fazer a busca com uma estratégia adequada, salvar e definir o alerta.

Na base Scopus, o menu para salvar alertas está bem no alto da página, à esquerda.

Depois de clicar em Set alert, a base já traz uma tela preenchida, com o nome do alerta, e-mail do usuário previamente cadastrado e periodicidade. As informações pode ser editadas antes de salvar o alerta.

Importante: para salvar alertas em qualquer base de dados, é preciso estar logado.

 

 

 


Dicas de buscas no Google

15/05/2017

O Google é uma das ferramentas de busca online mais utilizadas – senão a mais – na atualidade. É o primeiro local ao qual muitos se dirigem para procurar informações das mais variadas, de teorias matemáticas a receitas de bolo.

É importante conhecer algumas estratégias de busca para recuperar rapidamente – no universo que o Google alcança –  aquilo que lhe interessa. Então vamos lá:

ISTO OU AQUILO: Use OR ou o símbolo “|”

Digamos que você está fazendo uma busca sobre revoluções. Ao digitar

o Google irá recuperar resultados sobre a revolução russa e também sobre a revolução francesa.  Ao invés de utilizar “|” para separar as palavras você poderia utilizar o termo “or”.

 EM CASO DE DÚVIDA SOBRE UMA PALAVRA: Use o asterisco “*”

Este recurso também é útil para recuperar mais variações a partir do início da palavra.

Procurando algo sobre o filósofo Wittgenstein, mas não sabe como escrever o nome dele? Insira um asterisco após o início do termo que o Google irá ajudá-lo.

Nesse exemplo específico veja que o termo filosofia foi inserido para auxiliar a delimitar, pois se você escrever somente witt* a busca irá ser muito mais ampla.

BUSCANDO UM TERMO OU FRASE EXATA: Use aspas

Para recuperar um termo ou uma frase exata utilize aspas. Com isso o Google irá buscar as palavras na exata ordem em que você digitou. Sem as aspas o sistema irá recuperar as palavras digitadas, mas, não necessariamente, na ordem em que você escreveu.

BUSCAS CONSIDERANDO UM PERÍODO DE TEMPO: Use reticências

Caso esteja procurando por um assunto específico e queira considerar determinado período, insira reticências entre as datas.

No exemplo abaixo, pesquisamos sobre música erudita brasileira delimitando o interesse ao período de 1850 à 1950

PESQUISE PALAVRAS NO TÍTULO DA MATÉRIA OU NA URL

Para pesquisar palavras que constem no título da matéria digite o termo desejado precedido de “intitle:” Veja abaixo:

Para pesquisar palavras que constem na URL, use “inurl:”

ENCONTRE SITES SIMILARES

Se você busca sites similares a algum específico utilize “related:” precedendo o endereço do site que você já conhece.

REALIZE PESQUISAS DENTRO DE UM SITE ESPECÍFICO

Caso você esteja procurando por determinado conteúdo dentro de um site específico digite o nome do site e na sequência o termo.

 

EXCLUIR TERMOS DE UMA BUSCA

Para pesquisar por determinado conteúdo desconsiderando algum termo, digite o termo desejado seguido do símbolo “-” e do termo a ser desconsiderado. Entre o símbolo “-” e o termo a ser excluído não deve haver espaço.

 No exemplo acima, Estados unidos está entre aspas para que seja considerado como termo exato.

 

Estas dicas irão ajudá-lo a realizar buscas no Google, mas é importante ressaltar que este recupera seus resultados em determinados conteúdos disponíveis online, portanto, não se limite a esta ferramenta, sobretudo quando estiver fazendo pesquisas acadêmicas. Há camadas muito mais profundas a serem exploradas quando falamos de informações disponíveis online.


Como localizar revistas

08/05/2017

As revistas são, separadamente, a maior coleção de nosso acervo: são mais de 70 mil exemplares, divididos em 1645 títulos. Se se considerar os títulos eletrônicos, tudo fica muito maior.

No entanto, encontrar aquele exemplar onde foi publicado o artigo que aparece na bibliografia que você tem em mãos ou saber se a biblioteca tem no acervo Théâtre public ou o jornal Valor Econômico, não é uma tarefa das mais intuitivas.

Revistas são publicações que aparecem em intervalos periódicos regulares (às vezes nem tão regulares), e cada novo exemplar que é publicado recebe um número dentro de uma série, essa informação é importante, pois no Dedalus, para obter um resultado mais preciso quando buscando revistas, é necessário selecionar ‘seriados’ em Base de busca.

Depois de encontrar o título que procura, fique atento à localização dele nas estantes.

No acervo da Biblioteca da ECA as estantes das revistas estão sinalizadas com a cor vermelha na lateral e divididas por assuntos, que resumidamente são as grandes áreas da escola: biblioteconomia, jornalismo, comunicação, teatro, cinema, turismo etc. E dentro dessa classificação, estão organizadas em ordem alfabética, ou seja, ao encontrar a classificação 780 – Música nas estantes, percorra os títulos em ordem alfabética até a letra ‘s’ para encontrar o título usado em nosso exemplo, a revista the Strad.

Manchete, Claudia, Pasquim, O Cruzeiro, os primeiros anos de Veja, Istoé, Carta Capital, entre outros, fazem parte da nossa coleção de revistas antigas, que chamamos de “Coleção Especial“. Esses títulos estão separados da coleção principal de revistas, o acesso é mediado por um funcionário da Biblioteca, e, ao contrário das outras revistas, estas não podem ser emprestadas e nem xerocadas.

Para os títulos eletrônicos valem também as dicas acima, no entanto, na lista de resultados, clique no título desejado para visualizar o registro completo e depois clique no link para acesso ao texto completo.

Mas a opção mais indicada para buscar as revistas eletrônicas é usar o Portal da Busca Integrada, pois os links costumam estar mais atualizados.

Caso precise, peça ajuda a um funcionário.


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