O ato de estudar

15/04/2019

Bibliografias, leituras obrigatórias, bibliografia complementar, resenhas, sínteses, seminários são termos que fazem parte da vivência do estudante universitário, mas, muitas vezes, estão confinados a uma compreensão prévia do ato de estudar que é aquela do acúmulo de conteúdos intelectuais.

Quando chamados a dialogar com as ideias dos textos, ter voz ativa,  não raro, a sensação é de incapacidade e aflição. Algo esperado, de certo modo, ao considerarmos o transmissivismo que marca nossa educação, em que o aluno é encarado como um recipiente pronto para acumular conteúdos que lhes são transmitidos. E agora, na universidade, chamados a ter voz e construir conhecimentos, como fazê-lo, quais seriam as chaves?

Algo dessas inquietações é sentida pelos bibliotecários em seu contato com os estudantes. Diante disso, trazemos, a seguir, um breve texto do mestre Paulo Freire em que afirma que o ato de estudar “exige uma disciplina intelectual que não se ganha a não ser praticando-a.” Prática indispensável e com algumas chaves para que sejamos sujeitos desse ato.

Considerações em torno do ato de estudar, por Paulo Freire.

 

Nesse processo de construção de conhecimentos e de si mesmo como produtor de conhecimento, a Biblioteca da ECA está de portas abertas para auxiliar – dentro de suas possibilidades – os estudantes nesse diálogo com o patrimônio cultural e científico que abriga. Assim, sempre que precisarem, os bibliotecári@s estão disponíveis para auxiliá-los.


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