Nosso acervo na Cinemateca Brasileira

13/10/2020

A crise sem precedentes enfrentada pela Cinemateca Brasileira, uma das instituições de memória mais importantes do país, assusta qualquer cidadão preocupado com a cultura e o cinema brasileiro.  Na Escola de Comunicações e Artes da USP, que sempre teve relações estreitas com a Cinemateca, temos um motivo adicional para preocupações, como lembrou o professor Eduardo Morettin durante o ECA DEBATE: Cinemateca Brasileira: memória e produção audiovisual em risco: quase todo nosso acervo de filmes está depositado na Cinemateca Brasileira.

Os filmes produzidos pelos alunos do curso de Cinema (hoje Audiovisual) da ECA sempre foram guardados por nós, da Biblioteca, que cuidávamos da catalogação, conservação e divulgação desse acervo. Na Biblioteca, entretanto, nunca foi possível criar um estrutura que garantisse a preservação do material. Esse é um trabalho para uma instituição especializada, um arquivo como a Cinemateca Brasileira, que tem (ou tinha) condições de manter os filmes nas condições ideias de temperatura e umidade relativa do ar – além de outros cuidados. Sempre cuidamos de forma responsável desse acervo, que era mantido em sala com controle de temperatura e umidade, mas sabíamos que não conseguiríamos atingir os mesmos padrões da Cinemateca.

Por esse motivo, o Departamento de Cinema, Rádio e Televisão da ECA – CTR decidiu encaminhar para a Cinemateca todo o acervo, que inclui cópias de filmes produzidos desde 1968. Só foram mantidos na Biblioteca da ECA os filmes mais recentes, que ainda estavam circulando bastante em festivais brasileiros e internacionais. A ideia inicial era fazer remessas anuais, mantendo sempre na ECA apenas os filmes produzidos nos últimos 5 anos, mas o projeto foi interrompido por volta de 2013, quando a Cinemateca começou a enfrentar sérios problemas.

São aproximadamente 150 filmes, entre os quais se encontram:  As três mortes de Solano, dirigido por Roberto Santos, o único longa-metragem produzido pela ECA; Um clássico, dois em casa, nenhum jogo fora, o mais antigo do acervo, pioneiro por abordar temática LGBT;  curtas dirigidos por cineastas como Aloysio Raulino, Susana Amaral, Chico Botelho, Wilson de Barros, Sérgio Bianchi, Maurice Capovilla, Regina Rheda, Jeferson Dê, Paulo Sacramento, Ana Muylaert, Juliana Rojas, Marco Dutra, entre outros, quando estudantes.

Alguns desses filmes estão disponíveis em vídeo ou DVD em nosso acervo, outros podem ser encontrados na internet, mas a maioria tem apenas o negativo e uma única cópia em película, ambos guardados pela Cinemateca. Continuam sendo patrimônio da ECA, pois foram depositados, não doados. Mas, no momento, sua situação é a mesma de todo o precioso acervo mantido pela instituição, que está sem verbas e sem corpo técnico: em risco.

Vejam aqui a lista dos filmes da ECA enviados à Cinemateca. O catálogo completo está disponível no Dédalus e na base de Filmes e Vídeos disponível no site da Biblioteca.

Mais informações sobre a situação da Cinemateca Brasileira nos links abaixo.

Artigos:

https://brasil.elpais.com/cultura/2020-07-29/cinemateca-brasileira-agoniza-e-se-torna-simbolo-da-falta-de-politica-cultural-do-governo-bolsonaro.html

https://jornal.usp.br/cultura/cinemateca-precisa-ter-autonomia-politica-e-ser-gerida-por-tecnicos/

https://jornal.usp.br/artigos/o-sequestro-de-nossa-memoria-audiovisual/

Moções:

http://www3.eca.usp.br/noticias/congrega-o-da-eca-aprova-mo-o-de-apoio-cinemateca-brasileira

https://www.ccaaa.org/pages/news-and-activities/CCAAA-declaration-cinemateca-brasileira.html?fbclid=IwAR1wewXuHeO4X7oxTToYjSxxpbDvxNiKpu9VCxanW33kM0pGh6Wk4USm9Xc

https://www.fiafnet.org/pages/News/FIAF-Statement-Cinemateca-Brasileira-02-2020.html

Para saber mais sobre o papel e a importância da Cinemateca Brasileira:

Dissertação de Fernanda Curado Coelho

https://teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27153/tde-19112010-083724/pt-br.php

Tese de Carlos Roberto de Souza

https://teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27153/tde-26102010-104955/pt-br.php


Vinil

21/09/2020

A coleção de discos da Biblioteca da ECA já tem mais de 11000 mil volumes, entre CDs, discos em vinil e até uma pequena quantidade de fitas cassetes. Os discos em vinil, que começamos a adquirir assim que a Biblioteca foi criada, correspondem à metade da coleção, aproximadamente. 

Temos cópias em CD de boa parte deles, mas muitos ainda repousam exclusivamente em seus suportes originais e não foram registrados na base de dados. Um espécie de tesouro escondido, na verdade. Vamos mostrar algumas capas desses discos. Se vocês gostarem, anotem para pegar emprestado (CD) ou ouvir lá na Biblioteca (vinil), quando a pandemia estiver controlada e pudermos, finalmente, retomar o que ficou interrompido.

Talvez alguns desses discos estejam disponíveis em algum lugar da internet. Talvez não!

Somente em vinil

Somente em vinil

Em vinil e CD

Somente em vinil

Em vinil e CD

Somente em vinil

Em vinil e CD

Somente em vinil

Somente em vinil

Somente em vinil

Somente em vinil

Somente em vinil

Somente em vinil

Somente em vinil

Em vinil e CD

Leia também:

Ouvindo vinil na Biblioteca da ECA

https://bibliotecadaeca.wordpress.com/2013/11/04/ouvindo-vinil-na-biblioteca-da-eca/

Antigamente era assim

https://bibliotecadaeca.wordpress.com/2020/06/15/catalogacao-manual-discos/

Curtindo capas

https://bibliotecadaeca.wordpress.com/2012/04/25/curtindo-capas/

 


Revistas antigas online

10/08/2020

[editado em 11.08.20]

Uma das coleções mais interessantes da Biblioteca da ECA é a de revistas antigas, muito procurada e consultada por pesquisadores de todo o Brasil. Contém, basicamente:

  • Revistas populares já extintas, de notícias ou dirigidas a públicos especializados, como Manchete, O Cruzeiro, A Cigarra, Amiga, Realidade, Fatos e Fotos, Scena Muda
  • Coleções antigas de revistas populares que ainda circulam, como Veja, Isto É, Claudia, Vogue, Pais & Filhos
  • Jornais da imprensa alternativa dos anos 1960 e 1970, como O Pasquim, Movimento, Lampião da Esquina
  • Revistas brasileiras de perfil acadêmico ou cultural, como Revista de Cultura Vozes, Civilização Brasileira
  • Títulos especializados em áreas culturais, como a Revista de Teatro da SBAT, Cine-olho, Paupéria
  • Suplementos de jornais que tiveram importância cultural, como o Suplemento cultural, O Estado de São Paulo, Folhetim
  • Revistas e jornais publicados pela ECA e seus estudantes
  • Coleções antigas de revistas especializadas, como o Cahiers du Cinéma, Écran

Essas revistas não estão no acervo circulante de acesso direto ao público. Estão guardadas em espaço fechado e sua consulta é sob demanda, sempre mediada por um funcionário da Biblioteca. Nem todas são raras, mas são coleções difíceis de serem encontradas em acesso público e gratuito, muitas delas em estado de conservação que requer cuidados. Por esses motivos, a consulta precisa ser controlada, embora qualquer pessoa possa solicitar o serviço.

Nesse momento em que a Biblioteca da ECA permanece fechada devido à pandemia da COVID-19, a consulta não é possível. Por esse motivo, divulgamos a lista de títulos que estão disponíveis online, nos sites de diversas instituições.

Não são muitas, por enquanto, mas já dá para começar uma pesquisa. Além disso, na Biblioteca Nacional, Arquivo do Estado, Gallica e outras fontes há muitos outros títulos importantes. Vale a pena explorar.

Anais da Biblioteca Nacional

http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=402630&pesq=&pagfis=45792

(o título não consta mais da coleção da ECA, mas está disponível em outras unidades da USP e online)

Bulletin de la Société des Historiens du Théâtre

http://gallica.bnf.fr/ark:/12148/cb32724371k/date#resultat-id-2

O Carapuceiro

http://memoria.bn.br/DocReader/750000/0

Cena Muda

http://www.bjksdigital.museusegall.org.br/busca_revistas.html

http://memoria.bn.br/DocReader/084859/0

A Cigarra

http://www.arquivoestado.sp.gov.br/site/acervo/repositorio_digital/jornais_revistas

http://memoria.bn.br/DocReader/003085/1

Comoedia illustré

http://gallica.bnf.fr/ark:/12148/cb32745943n/date.item

Comoedia: revista mensal de teatro, música, cinema e rádio

http://memoria.bn.br/DocReader/383104/1

Correio Braziliense ou Armazém Literário

https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/6869

O Cruzeiro

http://memoria.bn.br/DocReader/003581/1

O Dezenove de dezembro

http://memoria.bn.br/DocReader/171425/1

Eu sei tudo

http://memoria.bn.br/docreader/164380/19511

Ex: jornal de texto, foto, quadrinho e imprensa

http://memoriasreveladas.gov.br/index.php/publicacoes/107-periodicos

Fon-Fon

http://memoria.bn.br/DocReader/259063/0

Jornal do Campus

http://www.jornaldocampus.usp.br/index.php/edicoes-anteriores/

Le Livre: révue mensuelle: bibliographie rétrospective

https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k209224p/f4.image

A Manhã

http://memoria.bn.br/DocReader/259063/0

Movimento (São Paulo. 1975-)

http://www.arquivoestado.sp.gov.br/site/acervo/repositorio_digital/jornais_revistas

Notícias do Jardim São Remo

http://www2.eca.usp.br/njsaoremo/?cat=48

Opinião

http://memoria.bn.br/DocReader/123307/0

Palavra-chave

http://www.abecin.org.br/e-books/revista-palavra-chave/

O Pasquim

http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=124745&pesq=

Pelo mundo: magazine mensal illustrado

http://memoria.bn.br/DocReader/340901/728

O Pirralho

http://memoria.bn.br/DocReader/213101/0

O Polichinello

http://www.arquivoestado.sp.gov.br/site/acervo/repositorio_digital/jornais_revistas

Politika

http://memoria.bn.br/DocReader/126535/0

Realidade

http://memoria.bn.br/DocReader/213659/0

Revista da Semana

http://memoria.bn.br/DocReader/025909_01/0

Revista do Disco

http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=144088&pasta=ano%20195&pesq=

Revista do Livro

http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=393541&pasta=ano%20n.i&pesq=

Revista do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional

http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=306975&pasta=ano%20193&pesq=

Revista do Rádio e TV

http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=144428&pesq=&pagfis=1

Revista do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional

http://portal.iphan.gov.br/publicacoes/lista?categoria=23&busca=&pagina=4

La Révue Hebdomadaire

https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/cb34350607j/date#resultat-id-1

Versus

http://www.marcosfaerman.jor.br/versus.html

A Vida Moderna

http://memoria.bn.br/DocReader/189740/0

http://www.arquivoestado.sp.gov.br/site/acervo/repositorio_digital/jornais_revistas

 

Lista completa do acervo:

https://drive.google.com/file/d/1R4Leqf1K0AB2HBscDMqtSG90aN8y_i40/view

 

Veja também, aqui neste blog:

https://bibliotecadaeca.wordpress.com/2013/09/23/uma-colecao-muito-especial/

https://bibliotecadaeca.wordpress.com/2018/03/12/revista-visao-uma-semanal-lado-b/

https://bibliotecadaeca.wordpress.com/2016/04/11/revistas-sentimentais/

https://bibliotecadaeca.wordpress.com/2013/04/22/o-que-dava-manchete/

https://bibliotecadaeca.wordpress.com/2018/05/28/revista-bizz/

https://bibliotecadaeca.wordpress.com/2011/02/22/as-vezes-a-novidade-e-um-jornal-velho/

https://bibliotecadaeca.wordpress.com/2019/07/15/a-voz-da-cigarra/

 

 


Regina Silveira

20/01/2020

Nossa Escola sempre teve artistas, tanto entre os estudantes quanto no corpo docente. Alguns dos artistas brasileiros mais importantes já passaram pela ECA e deixaram trabalhos no acervo da Biblioteca. Vamos falar um pouco sobre eles neste blog, começando por Regina Silveira.

Artista multimídia, pintora e gravadora, Regina é um dos nomes de maior destaque no atual cenário da arte brasileira. Foi docente da ECA, onde defendeu mestrado e doutorado, e orientou dissertações e teses de vários artistas, entre os quais: Mônica Nador, Ana Maria Tavares, João Musa, Sérgio Romagnolo e Feres Khoury, todas disponíveis no acervo da Biblioteca da ECA.

Sua dissertação de mestrado, Anamorfas, de 1980, foi a primeira da ECA a incluir trabalhos artísticos práticos, dois dos quais podem ser consultados fazem parte no acervo da Biblioteca da ECA:

álbum com 12 gravuras em lito-offset, acondicionadas numa caixa forrada em tecido negro

Caixa do álbum de gravuras

 

Gravuras

livro de artista Anamorfa, impresso em off-set sobre papel couché, com tiragem de 100 exemplares

Anamorfa – livro de artista

Nas palavras da autora :

Anamorfas é um estudo sobre as aparências representadas por códigos projetivos. Trata do problema das distorções de imagens desenhadas em perspectiva, quando, por uma ação gráfica arbitraria, contrariam-se as normas que condicionam este sistema de representação.

Simulacros, sua tese de doutorado orientada por Wolfgang Pfeiffer, foi defendida em 1984 e está disponível em nosso acervo, mas apenas em versão impressa. Também temos um exemplar da obra Dilatáveis , da série Simulacros, um dos trabalhos mencionados na tese.

Desaparência (2001 -2002) é um trabalho em cartolina que acompanha a revista Sublime.

A gravura Armadilha para executivos, doada pela artista, enfeita há vários anos as paredes da Biblioteca.

 

A instalação Mundo, na Praça Milton Santos, aqui pertinho, também é obra da Regina.

Por fim, para saber mais sobre a artista, consulte:

Site da artista – https://reginasilveira.com/

Enciclopédia Itaú Cultural – http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa8084/regina-silveira

NO ACERVO DA BIBLIOTECA DA ECA

 

Catálogos de exposições

CASA TRIÂNGULO. Regina Silveira: intro (re: fresh window, r.s.). São Paulo: Casa Triângulo, 1997.

FUNDAÇÃO VERA CHAVES BARCELLOS. Regina Silveira: Um salto no espaço. Porto Alegre: Fundação Vera Chaves Barcellos, 2014.

MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Inter-comunicável = In-comunicabile. São Paulo: MAC/USP, 1982.

MUSEU VALE DO RIO DOCE. Regina Silveira: ficções. Vila Velha: Vila Velha Museu Vale, 2007.

PAÇO IMPERIAL. Sonia Andrade, Milton Machado, Regina Silveira. Rio de Janeiro: Paço Imperial, 2001.

SENAC. CENTRO DE COMUNICAÇÃO E ARTES. Regina Silveira: ex orbis – making of.  São Paulo: Senac, 2000.

MUSEU DE ARTE DA PAMPULHA. Regina Silveira: compêndio [rs]. Belo Horizonte: MAP, 2007.

Textos de e sobre Regina Silveira

MORAES, A. (org). Regina Silveira: cartografias da sombra.  São Paulo: EDUSP; FAPESP, 1996.

OLIVEIRA, A. C. D. Arte e mídia: os meios como modo de produção artística na cultura. Galáxia : revista transdisciplinar de comunicação, semiótica, cultura, São Paulo, n. 4,195-217,. 2002.

SILVA, Daniela M. A. N. R. D. A fotografia na arte contemporânea e o terreno da ficção: Regina Silveira e Carlos Fadon Vicente. Tese (Doutorado) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, 2015. Disponível em: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8138/tde-11012016-124401/pt-br.php. Acesso em 24 abr. 2019.

SILVEIRA, Regina. Artemicro:  a microficha como suporte de arte. In: ALVARADO, Daisy Valle Machado Peccinini de (Coord.). Arte : novos meios multimeios : Brasil ’70/80. São Paulo: Instituto de Pesquisa Setor Arte/FAAP, 1985.

SILVEIRA, Regina. Silhouettes, viewpoints and distortions. Brazilian art research yearbook,  São Paulo v. 1, p. 44-60, 1992.

SILVEIRA, Regina. O paradoxo do santo. Significação : revista de cultura audiovisual. São Paulo, v. 21, n. 10, p.103-105, 1994. Disponível em: http://dx.doi.org/10.11606/issn.2316-7114.sig.1994.65514. Acesso em 24 abr. 2019

SILVEIRA, Regina. Encuentro(1991). Pulgar, Caracas, v. 3, n. 2, jun.  2001.

SILVEIRA, Regina. Esferas. Galáxia : revista transdisciplinar de comunicação, semiótica, cultura. São Paulo, n. 4, p.243-253, 2002.

SILVEIRA, Regina. A arte da ilusão. Veredas : revista de cultura do Banco do Brasil. Rio de Janeiro, v. 8, n. 87, p.32-37, 2003.

SILVEIRA, Regina. Descendo a escada. In: Itaú Cultural (São Paulo). Memória do futuro : dez anos de arte e tecnologia no Itaú Cultural. São Paulo : Itaú Cultural, 2008.

SILVEIRA, Regina. A genealogia da escada inexplicável e o embaralhamento dos meios. In : CARAMELLA, Elaine (Org.). Mídias : multiplicação e convergências. São Paulo : Ed. Senac, 2009.

SILVEIRA, Regina. Par avion. Revista da Biblioteca Mário de Andrade. São Paulo, n. 67,131-136, 2011.

SILVEIRA, Regina. Notas sobre fotografia. Boletim : Grupo de Estudos Arte & Fotografia. São Paulo, n. 4, p. 101-115, 2012.

SILVEIRA, Regina. Espanha e Porto Rico:os primeiros anos : Julio Plaza por Regina Silveira. In: BARCELLOS, Vera Chaves (Org.). Julio Plaza : poética política. Porto Alegre : Fundação Vera Chaves Barcellos, 2013.

SPAZIANI, L. F. O artista contemporâneo e o site specific numa instituição cultural: Tunga e Regina Silveira no Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo. Dissertação (Mestrado) –  Escola de Comunicações e Artes, Universidade de São Paulo, 2012. Disponível em: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/93/93131/tde-13052012-180834/pt-br.php. Acesso em: 24 abr. 2019.

TEIXEIRA, C. Enigmas: uma análise da obra de Regina Silveira.  São Paulo: Ed. do Autor, 1983.


Semana da Consciência Negra na Biblioteca da ECA

18/11/2019

Temas como cultura e arte africanas ou afro-brasileiras, teatro negro, cinema negro, imagem do negro em diferentes meios de comunicação e racismo têm sido bastante pesquisados na Biblioteca da ECA.

Esses temas estão bem representados no nosso acervo?

E os autores e autoras negras, onde estão?

Como fazer para melhorar a presença dessas temáticas e autores na nossa Biblioteca?

São questões difíceis de responder de imediato. Uma biblioteca universitária reflete muito os interesses e formação da comunidade a qual serve e apenas a entrada de mais professores e estudantes negros vai conseguir, de fato, impactar o perfil dos nossos acervos. Mas o questionamento é necessário e urgente.

Aproveitando a Semana da Consciência Negra, vamos divulgar e dar visibilidade ao material que já localizamos no acervo. Um levantamento inicial no Dédalus, nosso catálogo principal, localizou cerca de 400 itens, entre livros e teses, sobre temáticas relacionadas à cultura negra, africana e afro-brasileira.

Como a lista é um pouco extensa para divulgarmos aqui, sugerimos aos interessados que façam a busca no Dédalus usando os seguintes termos:

AFRODESCENDENTES
ARTE AFRO-BRASILEIRA
ARTE NEGRA
CULTURA AFRO-BRASILEIRA
CULTURA NEGRA
NEGRO
NEGROS
RACISMO
RELIGIÕES AFRO-BRASILEIRAS

Vale também buscar termos específicos, como CANDOMBLÉ, BANTU, MAKONDE etc, ou usar o recurso de truncar os termos de busca, dessa forma:

NEGR* (recupera NEGROS, NEGRO, NEGRAS, NEGRA, NEGRITUDE etc)

AFRICA* (recupera AFRICA, AFRICANO, AFRICANA etc)

E mais: na Biblioteca Digital da Produção Intelectual da USP (BDPI), repositório de trabalhos de professores, técnicos e alunos da Universidade, vejam o material que encontramos de autores vinculados à ECA:

procurando pelo termo AFRO

procurando pelo termo NEGR*

E se fizermos a busca em toda a USP, sem limitar à Escola de Comunicações e Artes, a quantidade de registros aumenta bastante.

Compositores e intérpretes negros estão presentes em nosso acervo de CDs. Estamos preparando um levantamento dessas gravações, aguardem.

E quanto ao cinema? Vejam nossa lista de filmes sobre cultura negra, ou filmes dirigidos ou protagonizados por pessoas negras.

Spike Lee. Faça a coisa certa

Mas e os autores e autoras negros? Estão bem representados na Biblioteca da ECA? Essa questão é bem mais difícil de responder, porque a informação não está prevista nos catálogos e bases de dados das bibliotecas. Não existe um campo para inserir informações sobre características pessoais dos autores, como raça ou gênero. Como fazer? Com a ajuda dos pesquisadores e dos próprios autores, que podem nos auxiliar a fazer uma lista.

Por falar em ajuda, um grupo de pós-graduandas negras preparou uma relação de livros sobre o tema mídia e racismo e nos enviou como sugestão para o acervo. Estamos verificando todos os itens, para identificar quais ainda não temos. Como, no momento, estamos sem verbas para comprar livros, assim que tivermos a lista definitiva, vamos divulgar em nossa página no Facebook e pedir doações. A feira de livros da USP com seus agradáveis descontos vem aí, aproveitem para exercitar sua generosidade!

Edição: divulgamos a lista:

 

 

 

 

 

 


Explorando o acervo: biografias

29/07/2019

Este post é um convite para incursões por obras do acervo que trazem a vida e obra de pessoas que, com suas trajetórias, marcaram seus campos de atuação.

Histórias de canções: Chico Buarque. Autoria: Wagner Homem.

O autor queria reunir em um livro as histórias mais interessantes que estão por trás de algumas das mais destacadas composições de Chico Buarque. Na medida em que registrava, sentia a necessidade de contextualizar cada uma delas, mostrar em que momento da história do Brasil e da música popular brasileira as obras foram compostas. Foi assim que tomou corpo esse livro que nos coloca em contato com um dos artistas mais destacados de nossa cultura.

 

Vianinha: teatro, televisão, política. Organização: Fernando Peixoto

Fragmentos representativos do pensamento de Oduvaldo Vianna Filho sobre teatro, televisão e política. Vianninha levou para o palco questionamentos fundamentais da realidade brasileira, escrevendo sobre o homem simples, trabalhador, num momento em que o palco era, também, território de batalha contra a opressão e a ditadura, conforme exposto na obra em questão.

 

El enigma Almodóvar. Autoria: Jean-Max Méjean

Uma obra chave para adentrar no mundo particular de um dos grandes diretores do cinema.

 

Dina Sfat: retratos de uma guerreira. Autoria: Antonio Gilberto

Por meio de fotos apresenta a trajetória da atriz, levando o leitor a conhecer, também,  um pouco da história cultural de nosso país.

Gianfrancesco Guarnieri: um grito solto no ar. Autoria: Sérgio Roveri

Autor e ator de Eles não usam black-tie, Guarnieri entrou para a história do teatro por exibir a realidade de um tipo de herói que até então era pouco afeito às encenações: o homem do povo, com tudo que podia reunir de mais sublime e mais mesquinho. Porta-voz dos pobres, favelados, operários, malandros sedutores, comunistas, prostitutas, grevistas e mais uma infinidade de figuras marginalizadas às quais ele deu centralidade no palco.

Nelson Rodrigues: da palavra à imagem. Autoria: Joel Cardoso

Para enveredar pelos percursos da obra de Nelson Rodrigues que continua a ‘esbofetear a hipocrisia burguesa, humana, demasiado humana’, conforme indica o prefácio da obra.

Humberto Mauro: o pai do cinema brasileiro. Autoria: André Di Mauro

Biografia romanceada sobre vida e obra de Humberto Mauro, pioneiro do cinema brasileiro.

Vale tudo: o som e a fúria de Tim Maia. Autoria: Nelson Motta

A partir de pesquisas e da convivência com Tim Maia, Nelson Motta apresenta, no ritmo do rei do samba-soul, a sua história de som, fúria e gargalhadas.

Piolin: o corpo e a alma do circo. Autoria: Walter de Sousa Junior

Aberlardo Pinto Piolin foi personagem ambíguo, de intensa personalidade artística e de inacreditável timidez pessoal, indiscreto e eloquente sob a pintura, mas recolhido e silencioso na vida pessoal, amigo de intelectuais e de circenses comparados a Chaplin e a Chicharrão, com uma comicidade tanto grotesca quanto contemporânea.

 

Para consultar disponibilidade e localização dos itens acesse www.dedalus.usp.br  e aproveite para explorar nosso catálogo em busca de conhecer outras vidas e obras.

Para realizar pesquisas por biografias em nosso acervo, confira orientações nesse outro post.

 


Viagens na rede

22/07/2019

O mundo é um livro, e aqueles que não viajam leem somente uma página.

O trecho acima é uma citação de Santo Agostinho. Para você que não vai sair por aí desbravando novos mundos, ou mesmo se vai, mas não dispensa a companhia de um livro, fizemos uma seleção pra viajar enquanto uma rede acaricia suas costas.

Dito de outra forma, você pode aproveitar suas férias e ler sobre as viagens e aventuras de outros viajantes. Pensando nisso e levando em conta as características de nosso acervo fizemos a seleção abaixo. São viagens de aventura, pelas águas, por necessidade, regressos, viagens oníricas, relatos reais. Aproveitem!

Como nosso interesse é a literatura dramática, começamos por aí.

August Strinberg, dramaturgo sueco, tem entres seus estilos o que seus críticos chamam de dramas oníricos, ou “peregrinações dramáticas”. As duas peças abaixo se encaixam nessa classificação. A primeira é uma peça infantil feita sob encomenda.

A viagem de Pedro, o afortunado

Rumo a Damasco

O passageiro do expresso, de José Rodrigues Miguéis, traz uma parte de sua ação na cabine do Expresso Internacional, “ouve-se o rumor abafado dos rodados, adivinha-se o balanço suave do Expresso zumbindo nas curvas”.

Quem pensa que da pena de Tennessee Williams só saíram textos teatrais, pode experimentar a novela Andanças de um cavaleiro:

Quando Gewinner Pearce voltou para casa, depois de viajar durante vários anos com seu tutor e companheiro, o agora falecido Dr. Horace Greaves, tudo o que ele viu em volta do aeroporto, incluindo o próprio aeroporto, se tornara tão irreconhecível aos seus olhos que chegou a pensar que o avião descera em outra cidade.

Dois clássicos nacionais também figuram em nossa lista.

Macunaíma (Mario de Andrade) parte da Amazônia e vem dar em São Paulo, passando por caatingas, rios…

Em Grande Sertão: Veredas (Guimarães Rosa) Riobaldo narra suas andanças pelo sertão de Minas.

Tanto Riobaldo Tatarana quanto Macunaíma não são exemplos de viajantes puros, suas sagas acontecem por necessidades.
FIGUEIREDO. Viagem e turismo, p. 207

Ainda na literatura nacional, Dicionário do viajante insólito, de Moacyr Scliar:

Viajante contumaz, Scliar socorre-se do tema viagem para praticar a boa literatura, percorrendo países e perscrutando a ansiosa alma do turista em um relato saboroso que conduz a situações com as quais muitos de nós certamente nos identificamos.

No universo da aventura Treasure Island, de Robert Louis Stevenson:
Jim Hawkins e seus amigos partem para a Ilha do Tesouro em busca do tesouro enterrado do Capitão Flint.

Ainda no universo das viagens de aventura pela parte aquosa do mundo, Moby Dick, de Herman Melville.

Se você prefere os diários de viagens, três indicações:

No Diário de Moscou, Walter Benjamin fala dos dois meses que esteve naquela cidade no final de 1926 e início de 1927.

o texto também pode ser lido como uma crônica urbana expressiva da capital russa, sob uma ótica estrangeira dez anos pós-Revolução.

Nos Diários de bicicleta, David Byrne “convida para dar umas voltas de bicicleta” por cidades como Berlim, Istambul, Manila, São Francisco etc.

Piratas no fim do mundo, é, como diz seu subtítulo, “o diário de uma viagem à Antártida para afundar baleeiros”. É o editor da revista Super Interessante, Denis Russo Burgierman, que narra a aventura.

Pronto, agora arme sua rede e viaje na viagem.

 

 

 

 

 

 


A voz da Cigarra

15/07/2019

A Cigarra é revista que surge na cena paulistana em 1914 com a ambição de que sua voz se fizesse alta e estridente; sua publicação foi encerrada em 1975.

A revista de variedades tinha grande apelo ao público feminino e trazia diversas seções com a cobertura de eventos sociais, esportivos e religiosos, reportagens que exaltavam a indústria e comércio paulistanos, texto sobre Artes, contos e crônicas, dentre outros.

Suas páginas, que não poupavam ilustrações, com o tempo passaram a trazer charges abordando assuntos relativos à política e à vida cotidiana. A voz d’ A Cigarra refletiu as transformações pelas quais passava a capital paulista, transmitindo modelos de comportamento e costumes.

O público interagia mais diretamente com a revista por meio de algumas seções e ações, como os concursos de contos e o  “Consultorio Graphologico”, que traçava o perfil psicológico dos leitores por meio de correspondência na qual enviavam informações básicas tais como nome e data de nascimento.

A cigarra, 1931. n. 410

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Cigarra, 1960, n. 11

 

 

 

 

 

A Cigarra, 1957, ano 43, n. 2

 

A Cigarra, 1957, ano 43, n. 1

 

A Cigarra integra nossa Coleção especial de revistas e está disponível para consultas. No site do Arquivo do Estado de São Paulo também é possível consultar alguns números digitalizados.

 

Para escrever esse post, lemos: CRUZ, Heloisa de Faria (org.) São Paulo em revista: catálogo de publicações da imprensa cultural de variedades paulistana 1870-1930. São Paulo: Arquivo do Estado, 1997.


50 anos do Pasquim

24/06/2019

Faz 50 anos que um dos mais emblemáticos jornais da imprensa brasileira apareceu nas bancas, e enquanto não chega a digitalização de toda a coleção prometida para ainda este ano pela Biblioteca Nacional, nossa coleção impressa está disponível para consulta de segunda a sexta, das 8h às 21h30.

Selecionamos algumas capas de exemplares do nosso acervo e linkamos textos publicados por esses dias lembrando a data.

Livre como um táxi, por Sérgio Augusto

Lançado há 50 anos, Pasquim provocou ditadura e costumes, Alvaro Costa e Silva

‘Vem aí um jornal’, disse Francis, por Ruy Castro

Pasquim, 50 anos do jornalismo que peitou a ditadura

O Pasquim começava a provocar ditadura há 50 anos

O Pasquim: jornal combateu a ditadura com humor, por Ana Teresa Guida

 

 

 

 

 

 

 

 


As bibliotecas e a memória do cinema

18/03/2019

A matéria de Ieda Marcondes (*) sobre o risco de desaparecimento de filmes importantes como consequência do “salto tecnológico” para plataformas de streaming, publicada na Folha de São Paulo, chamou a atenção dos bibliotecários da ECA. Segundo Ieda, citando Jan-Christopher Horak, diretor do Arquivo de Filme e Televisão da Universidade da Califórnia, a atualização dos suportes sempre deixa para trás de 15 a 20% dos filmes em circulação. Ou seja, boa parte dos filmes que a gente alugava nas velhas videolocadoras não estarão disponíveis na Netflix e congêneres.

Isso ocorre porque nem todo filme tem suficiente apelo comercial para interessar a essas empresas, mesmo que seja um clássico imprescindível que todo estudioso do cinema deveria conhecer. Se for uma obra mais ou menos obscura, experimental ou “difícil”, pior ainda. Prova disso, continua Ieda em seu artigo, é a decisão da Warner de fechar o Filmstruck, serviço que mantinha obras de cineastas como John Ford, François Truffaut, Federico Fellini e Yasujiro Ozu.

Qual seria solução para isso? A mesma que já existe para livros antigos, esgotados, sem interesse comercial mas com muita relevância cultural: as bibliotecas. Bibliotecas costumam manter acervos de livros com essas características, conservá-los e até, quando a legislação e as condições práticas permitem, digitalizá-los.  Entretanto, ainda são relativamente poucas as bibliotecas brasileiras que têm coleções importantes de filmes, organizadas, catalogadas e acessíveis ao público. Diante do quadro atual em que a atuação das bibliotecas pode contribuir para manter acessíveis obras em risco de esquecimento, é importante que nossas bibliotecas passem a se dedicar mais ao desenvolvimento de acervos de filmes.

Rolos de filme no acervo da Biblioteca da ECA

Nesse aspecto, a Biblioteca da ECA se destaca. Nossa biblioteca sempre foi, desde sua criação, uma biblioteca de filmes. Nossa primeira grande missão na área foi a guarda, catalogação e conservação dos filmes produzidos pelos alunos do curso de cinema da ECA, hoje Audiovisual. Posteriormente, com a popularização dos suportes para distribuição doméstica de filmes, começamos a montar uma coleção voltada para as necessidades dos cursos da Escola que usam filmes em suas atividades de ensino e pesquisa. O acervo está todo catalogado e registrado na base de dados Filmes e vídeos – acessível pelo nosso site – e no banco de dados Dédalus (parcialmente). Chegamos a desenvolver uma metodologia específica para tratamento de nosso acervo de imagens em movimento, disponível para download no Portal de Livros Abertos da USP.

Nosso acervo contém filmes de todos os cineastas citados no artigo da Folha e muitos outros, alguns até bem pouco conhecidos pelo público não especializado. Temos, por exemplo: caixa com os filmes de John Ford, F. W. Murnau e Frank Borzage produzidos pela 20th Century Fox; edição comemorativa dos 100 anos de Manoel de Oliveira, contendo 21 filmes; filmes underground de Andy Warhol; filmes brasileiros da Programadora Brasil, coleção Cinema Brasileiro Contemporâneo, com filmes brasileiros recentes.

Recebemos, com alguma frequência, doações de filmes feitas pelos próprios diretores ou produtores, como foi o caso de Evaldo Mocarzel, que doou 23 filmes que dirigiu, e doações de escolas de cinema brasileiras e estrangeiras.

Nossa coleção de vídeos em VHS, que começamos a formar em 1987, é conservada com cuidado. O acervo em vídeo gerado na própria Escola foi, quase todo, copiado para DVD. Outras providências estão sendo tomadas para garantir a sobrevivência desses arquivos, mas os originais em vídeo, bem como os aparelhos para sua reprodução, ainda serão mantidos.

Recebemos, com bastante frequência, estudantes e pesquisadores interessados em assistir filmes que não localizaram em outras fontes, aí incluídas plataformas de streaming e site de torrents. Nosso velho e sofrido acervo de vídeos já ajudou muitos cinéfilos aflitos, mas também já tivemos, infelizmente, muitas demandas que não pudemos atender.

O avanço da tecnologia trouxe, aqui mesmo na ECA, efeitos inesperados. Enquanto a produção do curso de Audiovisual era em película cinematográfica em 16 ou 35 mm, as cópias eram enviadas à Biblioteca, que mantinha atualizado o catálogo desse acervo tão importante. Mesmo depois que, para garantir melhores condições de conservação, os filmes mais antigos foram depositados na Cinemateca Brasileira, as informações de catálogo continuaram disponíveis nas bases de dados mantidas pela Biblioteca da ECA. A partir do momento em que os filmes começaram a ser produzidos em suporte digital, o material deixou de ser enviado regularmente à Biblioteca. Temos em nossos catálogos produções do curso de Audiovisual apenas até o ano de 2013. Não conseguimos informar, como fazíamos antigamente, sobre a totalidade dos filmes produzidos pelo curso. Mas, as negociações para revolver esse problema estão avançadas e acreditamos que, em breve, o fluxo normal será retomado e voltaremos a catalogar os filmes de produção da ECA.

Enquanto isso, vejam a lista parcial de Trabalhos de Conclusão de Curso da ECA em forma de filme ou vídeo, incluindo produções dos cursos de Jornalismo e Artes Visuais.

(*) A matéria da Folha de São Paulo é acessível apenas para assinantes. A consulta é possível pelos computadores da Biblioteca, basta solicitar o acesso aos funcionários.

 

 

 

 

 


%d blogueiros gostam disto: