Futebol em cena

16/07/2018

Não é somente em dias de jogo que o futebol surge em nossas telas.

São muitas as produções cinematográficas que trazem luzes para este esporte. Filmes em que vemos a partida de futebol como campo de disputa no qual entram em cena seres humanos e, com isso, as mais variadas emoções e relações: amizades, desavenças, paixões, amores, muitos e variados desejos, projeções de uma vida melhor entre tantos outros elementos que você poderá conferir na seleção de filmes do nosso acervo, clicando aqui.

Linha de passe (2008). Walter Salles e Daniela Thomas

 

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A Gazetinha

10/07/2018

O Super-Homem completa este ano 80 anos. Sua primeira aparição se deu em 1938 na revista Action Comics, nº 1, nos Estados Unidos, e meses depois, ainda naquele mesmo ano, A Gazetinha, suplemento infantil do vespertino paulistano A Gazeta, em seu número 445 trazia a primeira edição brasileira deste super-herói paradigmático.

Isso já coloca A Gazetinha num lugar de destaque, mas segundo os professores Roberto Elísio dos Santos e Waldomiro Vergueiro A Gazetinha também pode ser considerada “como o ponto inicial e o mais importante dos suplementos de quadrinhos no Brasil”.

A publicação trazia HQ estrangeiras e nacionais, como as histórias do palhaço Piolin, e tinha outras características que se repetiram em suplementos infantis de jornais brasileiros, tanto em relação à forma, quanto ao conteúdo: formato tabloide, uso de cores, histórias em quadrinhos e histórias adaptadas ao gosto infantojuvenil, jogos, preocupação educativa e recreativa.

O título teve várias interrupções em sua publicação, a nossa coleção traz, além da já citada primeira edição do oitentão Super-Homem, o número 1, que aparece em 5 de setembro de 1929. E se você quiser conhecer um pouco mais dessa publicação que seguramente ocupa um capítulo importante na história das histórias em quadrinhos nacionais, a biblioteca da ECA atende de segunda a sexta, das 8h às 21h45 no período letivo e das 8h às 19h, nas férias.


Futebol como objeto de pesquisa

02/07/2018

O futebol  é esporte cuja partida é disputada por duas equipes que têm como objetivo fazer a bola entrar no gol do adversário.

Esta descrição certamente deixa escapar a variedade de temas que entra em campo quando se trata de futebol.

Mídia, patrimônio cultural, espetáculo de massa, publicidade, consumo, fama, turismo, jornalismo são apenas alguns dos temas de pesquisas desenvolvidas na Escola de Comunicações e Artes da USP que abordam esse esporte que é paixão nacional.

Por isso, em tempos de Copa do mundo de futebol, a bola da vez em nosso blog são teses, dissertações e trabalhos de conclusão de curso que abordam o futebol.

Confira aqui o levantamento de trabalhos desenvolvidos


Luiz Gama

21/06/2018

Herói  brasileiro menos conhecido do que deveria ser, Luiz Gama foi um advogado abolicionista, jornalista e poeta, considerado pela profa. Lígia Ferreira a primeira voz negra da literatura brasileira. Sua história é impressionante: filho de uma africana livre com um homem branco, Gama nasceu livre, mas foi vendido pelo próprio pai aos 10 anos de idade. Aos 17 anos aprendeu a ler e reconquistou a liberdade ao conseguir provas de que havia nascido livre.

Autodidata, estudou direito sozinho, provavelmente na biblioteca da Faculdade de Direito da USP, onde não conseguiu se matricular por ser negro. Com o conhecimento adquirido trabalhou como “rábula”-  advogado sem diploma – e teria conseguido libertar mais de 500 escravos.

Em 2015 foi reconhecido simbolicamente como advogado pela Ordem dos Advogados do Brasil, em cerimônia organizada pela Universidade Mackenzie e pelo Instituto Luiz Gama.  A Faculdade de Direito homenageou-o em 2015, batizando com seu nome uma das salas de aula da instituição, honraria normalmente reservada apenas a professores eméritos e titulares da universidade. Além disso, circula entre os ativistas dos direitos humanos na USP a proposta de solicitar para Luiz Gama o título de doutor honoris causa.

Luiz Gama atuou também como jornalista e participou da criação dos jornais O Diabo Coxo e Cabrião (ambos disponíveis em edição facsimilar na Biblioteca da ECA) e publicou, em 1859, a coletânea de poemas Primeiras trovas burlescas.

Em maio deste ano, o Sindicato dos Jornalistas, por meio da Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial, realizou o Seminário Luiz Gama Jornalista“, destacando o papel pioneiro e a atuação na imprensa do desse abolicionista negro. Na ocasião, foi inaugurada uma placa em homenagem a ele no Auditório Vladimir Herzog.

Por que é importante, no Brasil de hoje, falarmos sobre Luiz Gama? Fizemos essa pergunta à jornalista Cinthia Gomes,  e mestranda do Programa de Ciência da Comunicação da ECA e integrante da Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial. Para Cinthia:

Luiz Gama foi um dos principais intelectuais negros do século XIX. Nessa época, já atuava da forma que hoje conhecemos como “multimídia”: tendo se alfabetizado aos 17 anos e se tornado um erudito em áreas como Direito, Política, História, Religião e Filosofia, entre outros temas citados em seus escritos, Gama usou e produziu em todos os campos possíveis das Letras: proferiu discursos, redigiu petições jurídicas, publicou na imprensa, escreveu poesia e registrou diversos fatos históricos em cartas. Pensando especialmente na atuação de Luiz Gama no campo ainda iniciante do jornalismo, ela nos remete a duas questões centrais ainda nos dias de hoje: ética e representação. No entanto, a luta contra os desmandos dos poderosos, a denuncia dos mecanismos pelos quais se perpetuava a escravização ilegal de seres humanos e a defesa dos ideais abolicionistas e republicanos tiveram tiveram um custo. Gama foi perseguido, ameaçado, demitido e morreu pobre. Mas nunca recuou ou mudou de posição, a despeito de toda a pressão exercida pelos opositores. Luiz Gama é, portanto, um referencial de ética no jornalismo, é o exemplo daquele que usa e não é usado pela imprensa. E ele o faz de forma pioneira em sua época: trazendo uma representação inovadora do sujeito negro – que, até então, só aparecia em anúncios de compra, venda, aluguel e fuga de escravos – nos textos que publicava em diversos veículos da imprensa paulista e de outros estados. Em seus escritos, Gama re-humanizava essa figura, entendida pelos valores e pela cultura da época como mercadoria, peça ou coisa, contribuindo para a mudança do imaginário social e desnaturalizando a escravidão. Luiz Gama conquista, assim, o direito à fala e se coloca como uma voz negra que se insurge contra os discursos dominantes, com uma aspiração principal: “uma terra sem rei e sem escravos”.

Gama não conseguiu estudar na USP por ser negro. E hoje, como estamos? Pedimos para Cinthia falar um pouco sobre como é ser um estudante negro nas universidades brasileiras.

Bom, ser uma estudante negra na universidade é, antes de tudo, solitário. Não só na universidade, mas em qualquer espaço de poder e que o acesso seja restrito de alguma forma – financeira ou por um processo seletivo que parece democrático mas que, dadas as desigualdades sociais e raciais, se torna excludente. E mesmo quando a gente consegue furar os bloqueios e se inserir nesses espaços, não dominamos os códigos, os acordos velados, as sutilezas, as expectativas, a etiqueta. E quem já está acostumado a estar nesses lugares, quando a gente chega, não quer abrir mão dos seus privilégios, não quer ouvir novos argumentos, não quer saber de outro ponto de vista e tem dificuldade de conviver com as diferenças. O estudante negro, quando chega à universidade, já chega mais velho que o branco porque antes precisou garantir a sobrevivência. E provavelmente não vai conseguir ter dedicação exclusiva e se manter apenas com o dinheiro da bolsa de pesquisa, pois em geral não é sustentado pela família, para exemplificar um aspecto prático. Especialmente no ambiente acadêmico, sinto falta – e vários colegas relatam o mesmo – não só de uma bibliografia, mas de uma episteme e de uma metodologia afrocentrada. A academia tem dificuldade em reconhecer que o modelo escolhido e reproduzido até agora representa apenas UMA visão de mundo, e não A visão de mundo e tampouco TODAS as visões de mundo. E eu, particularmente, me sinto muito pouco contemplada por determinados autores e teorias.

Publicamos este texto em homenagem a esse personagem incrível hoje, 21 de junho, seu aniversário de nascimento. Vejam aí algumas fontes de informação para conhecer melhor sua história.

Cabrião : semanário humorístico editado por Ângelo Agostini, Américo de Campos e Antônio Manoel dos Reis 1866-1867 – acervo de periódicos da Biblioteca da ECA – Localização: 000

 

Diabo Coxo (1864-1865)
acervo de periódicos da Biblioteca da ECA – Localização: 000

 

COMPARATO, Fábio Konder. Luiz Gama, contemptor de nossas falsas elites
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-40142012000200024&lng=pt&tlng=pt

 

FERREIRA, Lígia. Luiz Gama: um abolicionista leitor de Renan
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-40142007000200021

 

FERREIRA, Lígia. Luiz Gama (1830-1882): etude sur la vie et l’oeuvre d’un noir citoyen, poète et militant de la cause antiesclavagiste au Brésil. Paris, 2001. 4v. Tese (Doutorado) – Universidade de Paris 3 / Sorbonne Nouvelle.
acervo da Biblioteca da FFLCH – Localização: T FERREIRA L.F. V.1/2 2001

 

FERREIRA, Lígia. Com a palavra, Luiz Gama: poemas, artigos, cartas, máximas. São Paulo: Imprensa Oficial, 2011.
disponível na biblioteca da FFLCH – Localização: 869.9103 G176c

 

GAMA, Luiz. Primeiras trovas burlescas de Getulino

 

GELEDÉS

 

HOMENAGEM a Luiz Gama na entrega de título de advogado
https://youtu.be/xUwEAlcvyc4

 

INSTITUTO LUIZ GAMA

 

LITERATURA fundamental 62 – Luiz Gama – Lígia Fonseca Ferreira
https://youtu.be/WqSuNcU2jdA

 

LUIZ Gama: uma voz pela liberdade
https://youtu.be/vbPLOWpDZsA

 

MOLINA, Diego. Luiz Gama: a vida como prova inconcussa da história
http://www.scielo.br/pdf/ea/v32n92/0103-4014-ea-32-92-0147.pdf

 

NAÇÃO | TVE – Luiz Gama – 03/07/2015
https://youtu.be/clNZ-VZ6SXs

 

STUMPF, Lúcia Klück; VELLOZO, Júlio César de Oliveira. “Um retumbante Orfeu de carapinha” no centro de São Paulo: a luta pela construção do monumento a Luiz Gama
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-40142018000100167&lng=en&tlng=en

 

TEMPO e História – Luís Gama (17/01/16)
https://youtu.be/oWMIsr2Tckk

O que fazer em caso de greve

08/06/2018

Uma biblioteca não se resume ao seu acervo, computadores e espaços para estudo. Tudo isso depende do trabalho humano. Sem seus funcionários, uma biblioteca não funciona.

Quando eclode uma greve de funcionários na Universidade, algumas bibliotecas fecham, outras permanecem abertas e outras, ainda, sofrem redução em seu horário de atendimento e cortam serviços. Tudo depende do nível de adesão dos funcionários ao movimento grevista. Se todos paralisarem suas atividades, ou se a parcela dos que comparecerem ao trabalho não for suficiente para atender em condições mínimas de segurança, a biblioteca não abre. A situação pode se alterar de um dia para o outro, dependendo das flutuações do movimento.

Não é possível prever quanto uma greve vai durar, nem saber de antemão se a biblioteca vai fechar ou quando vai reabrir. Trata-se de situação excepcional, durante a qual vivemos no terreno da imprevisibilidade.

Se você encontrar a Biblioteca da ECA, veja se encontra aqui a resposta para suas dúvidas:

Meu prazo de empréstimo venceu, como faço para devolver o material?

Se venceu durante o período de greve (a partir do dia 7/6), não se preocupe. Faremos a renovação pelo sistema de todos os empréstimos que vencerem nesses dias. Ninguém será penalizado se não conseguir devolver material por esse motivo.

E os empréstimos que fiz em outras bibliotecas?

Entre em contato com essa biblioteca e veja se está aberta ou não. Se estiver aberta, o material deverá ser devolvido no prazo, ou renovado por você mesmo. Se estiver fechada, mande um e-mail para lá e pergunte o que fazer. Nem todas as bibliotecas procedem da mesma forma. Para encontrar endereço de e-mail ou telefones, consulte alista de bibliotecas da USP.

Mas eu já estava atrasado antes da biblioteca fechar. Como fica a minha situação?

Entre em contato conosco por e-mail. Faremos a renovação do material mesmo estando em atraso. Você receberá suspensão referente apenas aos dias de atraso anteriores ao dia 7.

Eu não gostaria de ficar com os livros. Não posso mesmo devolver?

Se você realmente precisar devolver, daremos um jeito. Mande um e-mail e marcaremos dia e hora para você fazer a devolução em segurança, para um funcionário da Biblioteca. Estamos todos os dias por aqui, não estamos de férias.

E a greve vai até quando?

Não dá para saber. A Biblioteca poderá voltar a funcionar mesmo antes do fim da greve ou não. É tudo muito imprevisível. Acompanhe as notícias pela nossa página no Facebook ou pelo Twitter. Após o fim da greve daremos um prazo para devolução sem contar como atraso, mas, atenção: não será um prazo longo. A página do Sindicato dos Trabalhadores da USP traz informações sobre o andamento do movimento.

Estou concluindo minha tese e preciso fazer a ficha catalográfica. Como consigo isso?

Não entre em pânico. Em nosso site há um formulário bacana que você preenche e a ficha é gerada automaticamente, na hora. Veja aqui, é fácil:

http://www3.eca.usp.br/biblioteca/formularios/solicitacao.ficha.catalografica

Posso usar outras bibliotecas da USP?

Sim. Os espaços de estudo das bibliotecas da USP são abertos a toda a comunidade e podem ser frequentados também por pessoas sem vínculo com a Universidade. Os usuários USP pode retirar material por empréstimo de qualquer uma das nossas bibliotecas. Consulte a lista de bibliotecas da USP. A biblioteca que você precisa pode estar aberta!

Tenho como acessar conteúdos online?

Sim. Pelo Portal de Busca Integrada da USP é possível acessar documentos disponíveis online, principalmente teses e artigos de periódicos. Se o documento for de acesso aberto, como as teses e artigos de revistas publicadas pela USP, você pode abri-lo e baixa-lo normalmente, de qualquer local. Os conteúdos que são pagos pela USP podem ser abertos em qualquer computador da Universidade ou pelos usuários da rede VPN. Também temos acesso a diversas bases de dados de artigos acadêmicos assinadas pela USP e pela CAPES.

Bases de dados

http://www.sibi.usp.br/bases-dados/

Como se conectar à rede VPN

http://www3.eca.usp.br/biblioteca/servicos/uspsemfio

Veja como fazer para localizar e acessar artigos acadêmicos:

https://bibliotecadaeca.wordpress.com/2016/03/21/como-encontrar-artigos-academicos-para-sua-pesquisa/

 


“Os jovens pediam Bizz”

28/05/2018

Década de 1980. Diretas Já, Redemocratização e Rock’n’Roll. O rock nacional ditava a posição do ponteiro de sintonia das rádios do país, o Rock in Rio trazia grandes estrelas da música e colocava o país na rota dos shows internacionais, bandas pipocavam aqui e lá fora, e havia uma juventude ansiosa para acompanhar tudo isso.

Foi assim, no apagar das luzes da trevosa ditadura e com o rock chegando às pessoas da sala de jantar, que a Bizz apareceu, em agosto de 1985. E chegou chegando! Vendeu logo de cara 100 mil exemplares. Trouxe na capa do primeiro número Bruce Springsteen e pelas suas páginas passaria boa parte da música que era sucesso naqueles anos: R.E.M., Guns N’ Roses, Legião Urbana, Rolling Stones, Paralamas do Sucesso, INXS, Madonna, Pearl Jam, Gilberto Gil.

Era rockeira, mas falava também de pop, MPB, cinema, vídeo, quadrinhos, para um leitor jovem, urbano e de classe média.

O sucesso fez surgir edições especiais e encartes que acompanhavam a revista, como Bizz Letras Traduzidas, Ídolos do Rock, Guia do Rock de A-Z, e inspirou o surgimento de outros títulos nessa seara do jornalismo segmentado, como a revista Set, voltada para cinema e vídeo, e também presente em nosso acervo.

Depois de idas e vindas, mudanças de editora, nome, leiaute e público, deixa de circular definitivamente em 2007.

Bizz oferece uma visão privilegiada, de dentro, no calor do momento do boom do rock brasileiro, mas oferece muito mais pano pra manga: jornalismo cultural para jovens, jornalismo segmentado, pop-rock europeu e estadunidense, quadrinhos, cinema, vídeo, MPB… e agora está aqui, nas nossas estantes.

Para saber mais:

No acervo, Bizz, do nº 6, de 1986 ao 108, de 1994, com lacunas.

O título do post foi emprestado do TCC de Patrícia Kisse, Os jovens pediam BIZZ: reportagem-ensaio sobre a revista Bizz, especializada em música popular e sua importância entre as produções culturais para jovens. Trabalho de conclusão de curso de jornalismo. Localização: TC1192

Na batida do som: Bizz e o jornalismo de revista. Trabalho apresentado no VIII Encontro Nacional de História da Mídia, por Renan Guerra, Tamara Finardo e Mara Ribeiro. Aqui: http://porteiras.s.unipampa.edu.br/gphm/files/2011/06/Na-Batida-do-Som.pdf

A revista Bizz, por Guilherme Werneck. Aqui: http://www.digestivocultural.com/ensaios/ensaio.asp?codigo=131&titulo=A_revista_Bizz.

No site da editora Abril: http://www.bizz.abril.com.br/


Vingança: uma seleção

21/05/2018

Esta seleção tem como destaque a vingança, um prato que se come frio. Nos filmes selecionados, vemos a vingança sendo motivada por diversas razões e o vingativo como aquele que, de algum modo, sentiu-se lesado e, a partir daí, orienta suas ações. A vingança surge, então, como fruto de um desejo que pode mover, dar sentido e também consumir.

Em alguns dos filmes selecionados ela é ponto de partida, a história desenrola-se em torno desse prato principal, em outros, coloca-se como parte do desfecho, mas, em todos os casos está presente e o público pode sentir um pouco do seu sabor: para alguns doce, para outros amargo.

Cena de Dogville (2003) de Lars von Trier

Confira aqui a seleção.


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