Vinil

21/09/2020

A coleção de discos da Biblioteca da ECA já tem mais de 11000 mil volumes, entre CDs, discos em vinil e até uma pequena quantidade de fitas cassetes. Os discos em vinil, que começamos a adquirir assim que a Biblioteca foi criada, correspondem à metade da coleção, aproximadamente. 

Temos cópias em CD de boa parte deles, mas muitos ainda repousam exclusivamente em seus suportes originais e não foram registrados na base de dados. Um espécie de tesouro escondido, na verdade. Vamos mostrar algumas capas desses discos. Se vocês gostarem, anotem para pegar emprestado (CD) ou ouvir lá na Biblioteca (vinil), quando a pandemia estiver controlada e pudermos, finalmente, retomar o que ficou interrompido.

Talvez alguns desses discos estejam disponíveis em algum lugar da internet. Talvez não!

Somente em vinil

Somente em vinil

Em vinil e CD

Somente em vinil

Em vinil e CD

Somente em vinil

Em vinil e CD

Somente em vinil

Somente em vinil

Somente em vinil

Somente em vinil

Somente em vinil

Somente em vinil

Somente em vinil

Em vinil e CD

Leia também:

Ouvindo vinil na Biblioteca da ECA

https://bibliotecadaeca.wordpress.com/2013/11/04/ouvindo-vinil-na-biblioteca-da-eca/

Antigamente era assim

https://bibliotecadaeca.wordpress.com/2020/06/15/catalogacao-manual-discos/

Curtindo capas

https://bibliotecadaeca.wordpress.com/2012/04/25/curtindo-capas/

 


Qual o impacto de sua pesquisa?

15/09/2020

Num momento em que a ciência tem de se deparar de um lado com uma recrudescente movimentação anticiência: atitudes como recusar o uso de máscaras no meio de uma pandemia que se transmite por vias respiratórias ou grupos antivacinas ou terraplanistas, que põem a cara no sol sem nenhum vexame. De outro lado com corte de verbas: agora mesmo, aqui em São Paulo discute-se projeto de lei que retira verba das três universidades estaduais e da Fapesp, ou a Capes, que corta bolsas das regiões mais pobres.

Nesse momento em que a importância da ciência precisa ser reafirmada, a altmetria pode ajudar a mostrar qual o impacto da ciência fora da academia. A altmetria (métricas alternativas) entende que pesquisadores estão migrando parte de seu trabalho para a web, seja pelo uso de gerenciadores de referência, como Mendeley, seja usando as redes sociais acadêmicas como ResearchGate, Academia.edu, ou mesmo redes sociais, como Twitter. Portanto, para saber o real impacto dos produtos científicos, acompanhar a repercussão das pesquisas nessas mídias sociais é importante.

são feitas cerca de 44 mil menções a artigos científicos na rede todos os dias (uma menção a cada dois segundos) e, pelo menos 50 mil artigos são compartilhados por semana *

As métricas convencionais (Índice H, Fator de impacto etc.) levam em conta principalmente o número de citações que periódicos e artigos recebem em outros artigos, considerando assim o impacto apenas no meio científico e as citações normalmente levam meses, anos para aparecer e se acumular.

Além disso, as métricas convencionais têm sido objeto de bastante controvérsia desde sempre. A Declaration on Research Assessment (DORA), por exemplo, pede que se leve em conta nas avaliações o conteúdo dos produtos científicos, não o periódico em que foi publicado. A crítica aqui é principalmente ao Fator de Impacto, métrica que foca no periódico, aliás criada originalmente para ajudar bibliotecários a identificar que periódicos valem a pena assinar.

Algumas das críticas feitas às métricas convencionais continuam válidas em relação à altmetria, como por exemplo, a possibilidade de manipulação dos dados:

Um dos riscos mencionados na literatura diz respeito à possibilidade de manipulação dos dados de maneira mais fácil quando comparado aos indicadores bibliométricos e cientométricos. **

À altmetria interessa como se dá a circulação da informação científica em ambientes não acadêmicos, leva em consideração não só a repercussão entre pesquisadores, mas profissionais que atuam nas áreas, estudantes e a parcela da sociedade conectada, faz isso através das citações, compartilhamentos e curtidas em redes sociais, leitura e tagueamento em gerenciadores de referências, redes sociais acadêmicas, sites jornalísticos, olhando assim, não apenas o impacto acadêmico, mas também social. Talvez não seja mera coincidência que o termo altmetrics tenha aparecido pela primeira vez justamente num tweet.

É uma área bastante nova, o tweet acima e o manifesto altmétrico têm apenas 10 anos, ou seja, ainda há muitas perguntas para as quais buscar respostas. Umas das respostas que têm sido buscadas é a relação entre índice altmétrico e número de citações em métricas convencionais. Este artigo encontrou correlação entre repercussão no Twitter e citações em periódicos, mas diz também que “correlação não é causa”. Este outro também sugere uma relação.

O debate em torno da altmetria está sendo feito, mas já faz um tempo que ela vem sendo adotada ao lado das métricas convencionais por bibliotecas digitais, editoras e portais acadêmicos, como Scielo, Nature, Elsevier, para citar alguns.

É preciso estimular o contato da sociedade com a ciência, e a altmetria pode ajudar a entender como isso está acontecendo.

“É questão de realmente entender que, se você é financiado pelo público para fazer sua ciência, também é seu dever, de alguma forma, encontrar uma maneira de divulgá-la ao público, para que desfrute dela.”

Desastres começam com cientistas sendo ignorados
Jornal da USP

* http://www.brapci.inf.br/index.php/res/v/104939.

** https://periodicos.ufpb.br/ojs/index.php/ies/article/view/30921

Doações para bibliotecas

08/09/2020

Agora, durante a pandemia, não estamos recebendo doações, por motivo de segurança. O recebimento de material exige a presença de funcionários no local de trabalho, e não podemos expor nossa equipe e usuários ao contágio.  Mas a Biblioteca da ECA sempre recebeu doações regularmente, com muita satisfação, e tão logo seja possível retomaremos essa prática.

Boas doações são uma forma muito importante de melhorar qualquer acervo. Entretanto, todas as bibliotecas têm seus critérios para receber ou não material e fazem seleção das doações recebidas, de acordo com o perfil de sua coleção. A Biblioteca da ECA recebe apenas materiais adequados ao perfil de acervo de biblioteca universitária especializada nas áreas de Comunicações e Artes, em bom estado de conservação, e se reserva o direito de analisar cada item individualmente e decidir pela sua incorporação ou não. Ou seja, se aceitarmos uma caixa com 50 livros, é possível que, feita a seleção final, nem todos entrem para o acervo e sejam encaminhados para outra biblioteca ou devolvidos para o doador (dependendo do que for combinado).

foto: AJ Ashton (Flickr)

Se você está pensando em doar livros, revistas, DVDs, partituras ou qualquer outro material, observe essas dicas, que, em geral, servem para qualquer biblioteca.

Entre em contato previamente com a biblioteca

Chegar de surpresa, com o porta-malas cheio de livros, pode criar problemas. Nem sempre haverá um funcionário disponível para dar uma olhada no material, conversar com você, transportar e arrumar um local para guardar tudo e fazer os procedimentos necessários. Geralmente as bibliotecas nem aceitam doações mais ou menos volumosas sem um contato prévio. E o conceito de “volumoso” varia de biblioteca para biblioteca!


Saiba o que está doando

Muitas bibliotecas pedem uma lista do material para analisar, antes de receber qualquer doação. Dependendo do caso, a lista pode ser dispensada, mas é importante que o doador consiga descrever o material em termos de assuntos, estado de conservação, quantidade, tipo de documentos etc. Se a resposta for algo como “é uma caixa mais ou menos do tamanho de uma máquina de lavar, estava no porão da casa da minha avó e só sei que está cheia de livros”, a resposta provavelmente será “ agradecemos, mas não estamos interessados”.

Tente procurar a biblioteca certa

Não é nada muito complicado. É só lembrar que uma biblioteca da área de artes não vai se interessar por livros de contabilidade, ou que uma biblioteca universitária não precisa de material destinado ao ensino fundamental, por exemplo. Assim você não perde tempo contatando quem não vai aproveitar sua doação.


Cuide da sua biblioteca pessoal

Muitas pessoas passam anos comprando livros e outras coisinhas, mas não se preocupam em conservá-los. Aí, quando acaba o espaço em casa ou quando precisam se mudar, decidem doar livros deteriorados, rasgados ou atacados por fungos. A maioria das bibliotecas têm restrições quanto a isso, e só recebem material deteriorado se for muito raro e valioso. Temos que lembrar que, mesmo quando é possível recuperar ou restaurar o acervo, esses procedimentos são caros e não estão ao alcance de qualquer biblioteca. Se você cuidar de seus livros, provavelmente muita gente vai aproveitá-los quando decidir abrir mão deles.

Examine o material antes de doar

É muito comum recebermos, junto com os materiais doados, itens desagradáveis como insetos mortos e traças, além de muita poeira. Lembre-se de que outros seres humanos, às vezes portadores de alergias e problemas respiratórios comuns em quem trabalha em bibliotecas, vão manusear sua doação. Seja gentil e procure providenciar ao menos uma limpeza superficial de tudo.  Além disso, sempre encontramos, entre as páginas, objetos que o doador ou sua família nem se lembravam mais onde estavam, como cartas, fotografias, mechas de cabelo, documentos e até dinheiro.  As bibliotecas devolvem objetos de valor sentimental ou monetário, sempre que possível, mas folhear livros e revistas antes de se desfazer deles é uma boa ideia.

foto: Rachel Adams (Flickr)

Não espere espaços especiais

Por mais importante que seja o acervo ou seu proprietário original, bibliotecas não costumam manter o material doado em ambiente separado. Livros, em geral, são organizados por assunto, ou seja, os seus livros sobre cultura brasileira vão ficar na estante junto aos outros do mesmo assunto. Se forem raros, talvez tenham uma organização diferente, mas irão todos para a sala de obras junto com as demais raridades do acervo. É assim que funciona. Mas, não se preocupe, o vínculo com o doador não se perde. As bibliotecas costumam colocar numa etiqueta ou carimbo o nome de quem doou e a data da doação. Enquanto o livro durar, o nome do antigo proprietário será sempre lembrado.


Não se ofenda com recusas

Por mais que aqueles livros tenham sido importantes para você ou para sua família, nem todas as bibliotecas vão aceitá-los. Isso vai depender dos critérios de seleção da instituição, da disponibilidade de espaço e outros fatores. Como assim? Bibliotecas rejeitam o que lhes é oferecido de graça? É que, na verdade, não é de graça. Existe um custo mesmo para os livros doados. Espaço, mobiliário e trabalho humano no processo de seleção, tudo isso tem um custo que precisa ser muito bem avaliado.

E então, achou tudo muito complicado? Você quer ser generoso e se depara com tantas condições? De fato, bibliotecas são instituições de funcionamento bastante complexo. Sem todos esses cuidados, seus serviços não andam e perdem sua utilidade. Por esse motivo, as pessoas que desejam fazer um bem para a comunidade, ajudando a melhorar as bibliotecas, precisam saber que vão ter algum trabalho. A recompensa é ter a certeza de que muitas pessoas, por várias gerações, vão ter acesso gratuito ao conhecimento com sua colaboração. Garantimos que vale a pena.




Preciso dominar as normas da ABNT? Spoiler: não!

01/09/2020

Normalizar, normatizar, padronizar, uniformizar… chato, não é? Mas necessário. 

A normalização bibliográfica é importante porque entre outras coisas facilita a troca e busca de informações, e se relaciona com questões caras ao universo da pesquisa acadêmica como plágio, comunicação científica, direitos autorais. O objetivo é também poupar o tempo do leitor, já que facilita a identificação e localização mais facilmente de suas referências.

No Brasil a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o “Foro Nacional de Normalização”, entidade privada que elabora as Normas Brasileiras (NBR), que podem ser sobre como fazer um machado ou apontando quais indicadores uma cidade precisa ter para ser uma cidade inteligente.

Aqui na nossa seara interessam as normas bibliográficas, aquelas sob a etiqueta “informação e documentação”, que são várias. Há normas sobre elaboração de referências, citações, sumário, índice, como fazer relatório técnico, resumo, lombada, como numerar as seções de seu trabalho…

Você pode estar pensando que precisa dominar essas normas ou eventualmente ser cobrado nesse sentido, mas não precisa. 

Primeiro porque você sempre pode perguntar na sua biblioteca quando a dúvida surgir, por e-mail ou redes sociais. Muitas bibliotecas universitárias estão preparadas para dar suporte e orientação sobre normalização. Aqui na Biblioteca da ECA preparamos alguns materiais a respeito.

Além de perguntar na biblioteca, você precisa sim saber onde encontrar essas normas e como consultá-las. A USP assina o Portal GEDWeb que dá acesso a normas da ABNT e de outros órgãos reguladores. Busque por “informação documentação”, como na imagem.

Vai recuperar todas as que são de interesse para a estrutura de seu trabalho. São algumas, como já falamos.

Para não ter que consultar tantos documentos a Agência USP de Gestão da Informação Acadêmica (AGUIA) oferece as Diretrizes para Apresentação de Dissertações e Teses da USP, que reúne as normas da ABNT para informação e documentação e há versões também nas normas APA, ISO e Vancouver. As Diretrizes juntam todas as normas num único documento eletrônico, permitindo assim a busca dentro do próprio documento. 

Outro motivo do porquê não precisa dominar as normas da ABNT, é que elas só são usadas no Brasil. É muito comum que revistas A1 não usem essa norma, a nossa Matrizes, revista do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação, recomenda o uso da APA.

É isso, pergunte na sua biblioteca e consulte a norma.


Lab.PRESENÇA: um canal de divulgação científica e de arte

24/08/2020

Carolina Berger é autora da tese “O princípio das modalidades de presença poética : da performatividade à formação da mente corporificada no audiovisual”, defendida na ECA em 2016 e disponível online neste link: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27161/tde-22092016-144544/pt-br.php.

A pesquisadora tem um canal de divulgação científica e de arte, o Lab.PRESENÇA: Laboratório de experiências do agora,  que ela explica da seguinte forma :

É a criação de uma alquimia entre corpo e tecnologia a partir de conhecimentos da arte e da ciência para pensar em como agir com presença, expressividade e consciência, na era da revolução digital. Lab.PRESENÇA tem a expressão e a consciência corporal como eixos para percorrer uma arqueologia da presença com ferramentas técnicas. Entre teoria, técnica e prática, diferentes aspectos de nossas experiências de presença são colocados à prova. Apresentado e idealizado pela artista e pesquisadora Dra. Carolina Berger, o lab é resultado de anos de pesquisa e criação de técnicas de diferentes campos das artes do corpo (dança, artes da performance e teatro) e do movimento (audiovisual e novas mídias) (Texto de apresentação do canal).

Preocupada com a forma pela qual nossa atenção é dividida pela enorme quantidade de janelas de informação com as quais convivemos cada vez mais nos ambientes online, que “afetam nossa estabilidade mental e nossa relação com a corporalidade”, Carolina questiona os motivos de estarmos afastados de “pensamentos e experiências mais profundos”.

O LabPresença nos convida a descobrir formas de “recuperar nosso corpo e nossa sensibilidade”. Uma discussão oportuna nesse momento em que a pandemia ao mesmo tempo nos isolou e intensificou nosso uso das tecnologias de comunicação e vivências no mundo online.

Para saber mais sobre esse trabalho, veja:

O paradoxo da presença

 

Se você, que defendeu sua tese ou dissertação na ECA, quer fazer uma divulgação aqui no Blog da Biblioteca da ECA e em nossos perfis nas redes sociais, entre em contato conosco pelo e-mail ecabiblioteca@usp.br ou por este formulário.


Como acompanhar chamadas de artigos

18/08/2020

Já dissemos antes aqui que o ideal é escolher um periódico para o qual enviar seu artigo ainda no momento da escrita do seu texto, pois isso facilita que você atenda os critérios da publicação. 

No entanto, às vezes você sente necessidade de acompanhar as chamadas de submissão de artigos para várias revistas. 

Se por um lado a internet trouxe muita facilidade para o processo de acompanhar as chamadas de artigos, por outro lado trouxe uma complicação, o número de periódicos cresceu demais, nem todas são publicações sérias, tornou-se impossível acompanhar tudo, por isso vamos apresentar aqui algumas maneiras de acompanhar as chamadas para submissão de artigos. 

A maneira mais óbvia e que dispensa comentários, é usar o Google ou outro buscador, seja fazendo uma busca ou criando um alerta. Os alertas criados monitoram a web e enviam o resultado diariamente ou semanalmente para seu e-mail

Alerta recebido para “chamada artigos jornalismo”

Outra maneira, talvez mais interessante, é descobrir se na sua área de pesquisa há blogs, grupos em redes sociais ou listas de discussão criadas para esse fim. Por exemplo, no Facebook existe o grupo Chamada para publicação em revistas acadêmicas, “destinado à divulgação de chamadas para a publicação em revistas acadêmicas.”

Na área de Ciência da Informação um blog que cumpre esse papel é o De Olho na CI. Você pode assinar o RSS e receber as atualizações desse tipo de serviço ou assinar o RSS de periódicos de sua escolha. Preste atenção onde são publicados os artigos que normalmente você lê e comece assinado as atualizações dessas publicações usando um agregador de notícias. Use também redes sociais como o Twitter e outras para acompanhar os perfis dos periódicos e de outros pesquisadores. Não sabe que revistas assinar? A Scielo tem listas de revistas de qualidade classificadas por áreas. É possível conseguir listas parecidas em outros serviços como Plataforma Sucupira, Doaj etc.

Grandes editoras às vezes oferecem serviços com esse fim. Aqui títulos na área de turismo e hospitalidade com chamadas abertas na Emerald. Nesses casos, procure por Call for papers e o nome da editora, às vezes faz-se necessário acrescentar na expressão de busca, a área de interesse, em inglês.

Lembramos, também, que hoje muitas revistas já estão adotando o sistema de publicação contínua. 

Por último, mas bem interessante, a Plataforma9 permite acompanhar não só chamadas de artigos, mas traz também informação sobre financiamento, congressos etc., de países lusófonos. Dá pra assinar o RSS ou receber boletim por e-mail. 

Conhece algum serviço do tipo? Indique abaixo nos comentários.


Revistas antigas online

10/08/2020

[editado em 11.08.20]

Uma das coleções mais interessantes da Biblioteca da ECA é a de revistas antigas, muito procurada e consultada por pesquisadores de todo o Brasil. Contém, basicamente:

  • Revistas populares já extintas, de notícias ou dirigidas a públicos especializados, como Manchete, O Cruzeiro, A Cigarra, Amiga, Realidade, Fatos e Fotos, Scena Muda
  • Coleções antigas de revistas populares que ainda circulam, como Veja, Isto É, Claudia, Vogue, Pais & Filhos
  • Jornais da imprensa alternativa dos anos 1960 e 1970, como O Pasquim, Movimento, Lampião da Esquina
  • Revistas brasileiras de perfil acadêmico ou cultural, como Revista de Cultura Vozes, Civilização Brasileira
  • Títulos especializados em áreas culturais, como a Revista de Teatro da SBAT, Cine-olho, Paupéria
  • Suplementos de jornais que tiveram importância cultural, como o Suplemento cultural, O Estado de São Paulo, Folhetim
  • Revistas e jornais publicados pela ECA e seus estudantes
  • Coleções antigas de revistas especializadas, como o Cahiers du Cinéma, Écran

Essas revistas não estão no acervo circulante de acesso direto ao público. Estão guardadas em espaço fechado e sua consulta é sob demanda, sempre mediada por um funcionário da Biblioteca. Nem todas são raras, mas são coleções difíceis de serem encontradas em acesso público e gratuito, muitas delas em estado de conservação que requer cuidados. Por esses motivos, a consulta precisa ser controlada, embora qualquer pessoa possa solicitar o serviço.

Nesse momento em que a Biblioteca da ECA permanece fechada devido à pandemia da COVID-19, a consulta não é possível. Por esse motivo, divulgamos a lista de títulos que estão disponíveis online, nos sites de diversas instituições.

Não são muitas, por enquanto, mas já dá para começar uma pesquisa. Além disso, na Biblioteca Nacional, Arquivo do Estado, Gallica e outras fontes há muitos outros títulos importantes. Vale a pena explorar.

Anais da Biblioteca Nacional

http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=402630&pesq=&pagfis=45792

(o título não consta mais da coleção da ECA, mas está disponível em outras unidades da USP e online)

Bulletin de la Société des Historiens du Théâtre

http://gallica.bnf.fr/ark:/12148/cb32724371k/date#resultat-id-2

O Carapuceiro

http://memoria.bn.br/DocReader/750000/0

Cena Muda

http://www.bjksdigital.museusegall.org.br/busca_revistas.html

http://memoria.bn.br/DocReader/084859/0

A Cigarra

http://www.arquivoestado.sp.gov.br/site/acervo/repositorio_digital/jornais_revistas

http://memoria.bn.br/DocReader/003085/1

Comoedia illustré

http://gallica.bnf.fr/ark:/12148/cb32745943n/date.item

Comoedia: revista mensal de teatro, música, cinema e rádio

http://memoria.bn.br/DocReader/383104/1

Correio Braziliense ou Armazém Literário

https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/6869

O Cruzeiro

http://memoria.bn.br/DocReader/003581/1

O Dezenove de dezembro

http://memoria.bn.br/DocReader/171425/1

Eu sei tudo

http://memoria.bn.br/docreader/164380/19511

Ex: jornal de texto, foto, quadrinho e imprensa

http://memoriasreveladas.gov.br/index.php/publicacoes/107-periodicos

Fon-Fon

http://memoria.bn.br/DocReader/259063/0

Jornal do Campus

http://www.jornaldocampus.usp.br/index.php/edicoes-anteriores/

Le Livre: révue mensuelle: bibliographie rétrospective

https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k209224p/f4.image

A Manhã

http://memoria.bn.br/DocReader/259063/0

Movimento (São Paulo. 1975-)

http://www.arquivoestado.sp.gov.br/site/acervo/repositorio_digital/jornais_revistas

Notícias do Jardim São Remo

http://www2.eca.usp.br/njsaoremo/?cat=48

Opinião

http://memoria.bn.br/DocReader/123307/0

Palavra-chave

http://www.abecin.org.br/e-books/revista-palavra-chave/

O Pasquim

http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=124745&pesq=

Pelo mundo: magazine mensal illustrado

http://memoria.bn.br/DocReader/340901/728

O Pirralho

http://memoria.bn.br/DocReader/213101/0

O Polichinello

http://www.arquivoestado.sp.gov.br/site/acervo/repositorio_digital/jornais_revistas

Politika

http://memoria.bn.br/DocReader/126535/0

Realidade

http://memoria.bn.br/DocReader/213659/0

Revista da Semana

http://memoria.bn.br/DocReader/025909_01/0

Revista do Disco

http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=144088&pasta=ano%20195&pesq=

Revista do Livro

http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=393541&pasta=ano%20n.i&pesq=

Revista do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional

http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=306975&pasta=ano%20193&pesq=

Revista do Rádio e TV

http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=144428&pesq=&pagfis=1

Revista do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional

http://portal.iphan.gov.br/publicacoes/lista?categoria=23&busca=&pagina=4

La Révue Hebdomadaire

https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/cb34350607j/date#resultat-id-1

Versus

http://www.marcosfaerman.jor.br/versus.html

A Vida Moderna

http://memoria.bn.br/DocReader/189740/0

http://www.arquivoestado.sp.gov.br/site/acervo/repositorio_digital/jornais_revistas

 

Lista completa do acervo:

https://drive.google.com/file/d/1R4Leqf1K0AB2HBscDMqtSG90aN8y_i40/view

 

Veja também, aqui neste blog:

https://bibliotecadaeca.wordpress.com/2013/09/23/uma-colecao-muito-especial/

https://bibliotecadaeca.wordpress.com/2018/03/12/revista-visao-uma-semanal-lado-b/

https://bibliotecadaeca.wordpress.com/2016/04/11/revistas-sentimentais/

https://bibliotecadaeca.wordpress.com/2013/04/22/o-que-dava-manchete/

https://bibliotecadaeca.wordpress.com/2018/05/28/revista-bizz/

https://bibliotecadaeca.wordpress.com/2011/02/22/as-vezes-a-novidade-e-um-jornal-velho/

https://bibliotecadaeca.wordpress.com/2019/07/15/a-voz-da-cigarra/

 

 


De novo esse ORCID?

03/08/2020


Sim, de novo! A USP está muito empenhada em garantir que todos os docentes e pós-graduandos se cadastrem no ORCID. Muitos dos nossos professores já o fizeram, mas nem todos. Além disso, é importante lembrar que não basta ter o número, é preciso também:

1. Vincular seu ORCID à USP, para que a Universidade possa, futuramente, autenticar as informações institucionais de sua comunidade. Para criar ou vincular à USP um ORCID já existente, acesse este link:
http://www.usp.br/orcid

Exemplo de perfil não vinculado à instituição

 

Exemplo de perfil vinculado à USP



2. Inserir suas informações. O ORCID não é apenas um número, é uma plataforma de currículo como o Lattes, mas internacional e capaz de se conectar a outras instituições. Por esse motivo, é importante que o pesquisador coloque seus dados pessoas e registre sua produção. Não é necessário fazer tudo isso manualmente, parte das informações da produção pode ser puxada da Biblioteca Digita da Produção Intelectual da USP  (BDPI) ou do perfil do autor no Google Acadêmico, desta forma:

Entre na Biblioteca Digital da Produção Intelectual

Clique em “Usuário” e entre com seu login e senha dos sistemas USP (seu nome vai aparecer no alto da tela, à esquerda)

Clique sobre seu nome

Clique em “Exportar sua produção em formato Bibtex” e um arquivo com o nome export_bdpi será baixado em seu computador. Esse arquivo pode ser puxado para seu ORCID. Toda a sua produção cadastrada no Dédalus e BDPI entrará no ORCID.

3. Deixe suas informações públicas, para que possam ser vistas. Muitos pesquisadores têm mantido seus dados no ORCID privados, o que não faz muito sentido num currículo.

Perfil sem informações públicas

 

Perfil com informações públicas

 

A Biblioteca da ECA pode orientar na criar, vinculação e alimentação do ORCID. Agora, durante a pandemia, oferecemos atendimento remoto pelo Google Meet. Acesse nossa página de treinamentos para agendar um horário.
http://www3.eca.usp.br/biblioteca/servicos/treinamentos

 


Vai um artigo acadêmico aí?

13/07/2020

Férias? Que tal ler um artigo acadêmico?

A ECA possui várias revistas, a maioria delas acadêmicas, e como nossos cursos vão das artes às comunicações, nossas revistas são diversas em seus assuntos.

São revistas que lançam um olhar original e investigativo sobre assuntos como cinema, teatro, quadrinhos, ou seja, coisas que todo mundo gosta.

Há outras que tratam de comunicação, relações públicas, jornalismo etc. Mesmo essas, que podem parecer mais maçantes ao olhar não acadêmico, geralmente trazem assuntos atuais, que estão pipocando por aí nas redes sociais. Por exemplo, o debate sobre fake news é bem urgente, está sendo feito na imprensa, nas redes sociais, mas para quem quiser fugir um pouco das platitudes ditas por aí, as nossas revistas têm trazido vários artigos sobre o assunto, do ponto de vista de quem investiga isso, uma amostra:

Impactos de fake news na ação coletiva: uma investigação à luz do pragmatismo Peirceano

Fake News: um conceito indefinido

A educomunicação na batalha contra as fake news

Fake news, WhatsApp e a vacinação contra febre amarela no Brasil

Seriam as fake news mais eficazes para campanhas de direita?: uma hipótese a partir das eleições de 2018 no Brasil

Viu? Textos que interessam não só a pesquisadores, mas também a quem busca participar do debate público fugindo do lugar-comum.

Do que mais se fala? Cinema negro, rap, quadrinhos e racismo, Facebook, Westworld, moda brasileira, Kleber Mendonça Filho, Spotify, jornalismo e democracia e muito mais coisa que não é necessariamente apenas do interesse de quem pesquisa isso.

Se quiser acompanhar alguma dessas revistas mais de perto ou manter-se atualizado sobre o que está sendo pesquisado em alguma área pode-se usar um agregador de notícias, tipo Feedly ou outro, dessa forma, cada vez que novos artigos forem publicados você fica sabendo sem ter de ir atrás.

Artigos das revistas Altejor e Anagrama visualizados no Feedly

Para ver uma uma lista das revistas da ECA, acesse o Portal de Revistas da USP, lá é possível filtrar por unidade de ensino e também pode-se buscar por autor e título de artigo se estiver buscando um texto específico. Também em nosso site há uma lista mais completa, trazendo não apenas as revistas acadêmicas.


Acesso aos TCCs

06/07/2020

Todos os TCCs que a Biblioteca recebe dos Departamentos são cadastrados no Dédalus. Pode demorar um pouco, porque às vezes os Departamentos demoram para enviar e a Biblioteca também precisa de um tempo para fazer o cadastramento, mas os trabalhos vão para o Dédalus. 

Os mais antigos, até mais ou menos 2005, não estão digitalizados e só podem ser consultados no acervo físico da Biblioteca. A partir do momento em que começamos a receber os trabalhos em pdf, os textos ficam disponíveis no Dédalus. É só clicar no link e abrir, como mostra a imagem abaixo.

 

Por que alguns trabalhos só podem ser abertos nos computadores da Biblioteca da ECA?

Nesses casos, o autor não inseriu no trabalho o termo de autorização necessário para que a gente divulgue amplamente pela Web. Sabemos que os alunos não autorizam porque não sabem que é necessário, mas, formalmente, não podemos postar o texto para o mundo. 

Mas e agora, com a Biblioteca fechada? 

Há uma parte desse acervo que a gente consegue acessar e enviar o arquivo, para uso pessoal dos interessados e com o compromisso de não divulgar por aí. Temos certeza de que os autores não vão se incomodar. Peçam por e-mail e veremos se dá para enviar.

E os autores que desejarem liberar seus trabalhos podem nos enviar um e-mail com a seguinte frase:

Autorizo a reprodução e divulgação total ou parcial deste trabalho, por qualquer meio convencional ou eletrônico, para fins de estudo e pesquisa, desde que citada a fonte.

Não dá mesmo para liberar tudo?

A Biblioteca não pode simplesmente fazer isso, mas vamos tentar obter autorização de outras instâncias da ECA. Se for autorizado e pudermos resolver as questões técnicas remotamente, sem arriscar a saúde de nenhum funcionário, será feito. Aguardemos.

E quem ainda não entregou, como deve fazer?

Temos um formulário online que gera a ficha catalográfica do trabalho, já com o termo de autorização. É só acessar o formulário e preencher, a ficha é gerada automaticamente, na hora. Se errou, se faltou alguma informação, pode gerar a ficha novamente sem problemas.

http://www3.eca.usp.br/biblioteca/formularios/solicitacao.ficha.catalografica

O procedimento para envio dos TCCs à Biblioteca  mudou. Agora os trabalhos devem ter recomendação da banca, referendada pelo Comissão de Graduação da ECA para integrarem o acervo, e serão cadastrados na Biblioteca Digital de Trabalhos Acadêmicos (BDTA). Se o aluno não quiser ter seu trabalho divulgado, precisa fazer uma solicitação formal à Comissão de Graduação.

Resolução CoCEx-CoG Nº 7497, de 09 de abril de 2018 –  Artigo 2º – Os alunos que tiverem interesse em resguardar patentes, direitos autorais, dados confidenciais ou outros direitos relativos aos seus trabalhos poderão solicitar à Comissão de Graduação ou à Comissão de Cultura e Extensão Universitária ou órgão equivalente, mediante requerimento justificado, a não disponibilização de seu trabalho na BDTA da USP.

Observem que essas normas todas não são da Biblioteca. Nosso interesse é a divulgação dos trabalhos, mas também precisamos obedecer às determinações da Universidade e à legislação vigente. 

E não se esqueçam

Temos uma página especialmente dedicada à emocionante tarefa da NORMALIZAÇÃO de trabalhos. Dicas, manuais e até um modelo de formatação de TCC estão disponíveis. Não se esqueçam de consultar! Se as dúvidas persistirem após a consulta, peçam ajuda à bibliotecária ou aos bibliotecários. É só mandar um e-mail, a gente responde.

http://www3.eca.usp.br/biblioteca/servi%C3%A7os/normalizacao

Outros posts sobre o assunto TCC:

Como pesquisar TCCs no Dédalus

Tudo sobre o seu TCC

Um modelo de TCC

 

 

 


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