Os números da Biblioteca em 2016

16/01/2017

Chegou a hora de contar para vocês tudo o que fizemos no ano passado. Tudo mesmo? Talvez não, mas pelo menos os dados principais. Vamos lá.

O atendimento

Recebemos a visita de 90.932 pessoas. Se descontarmos os dois meses em que não atendemos devido à greve e à ocupação do prédio pelos estudantes, foram mais de 9.000 pessoas por mês.

Crowd

Fizemos 19.851 empréstimos de livros, revistas, partituras, DVDs, CDs, teses etc. Solicitamos para os nossos usuários 276 livros de outras bibliotecas, por meio do serviço de Empréstimo Entre Bibliotecas.  Foram consultados localmente 16.721 documentos, 996 dos quais eram revistas, livros ou partituras da Coleção Especial.

Os bibliotecários atenderam um total de 548 pessoas que solicitaram ajuda em suas pesquisas, para localizar material, descobrir o título daquele filme, fazer referências e citações, buscas complexas em bases de dados etc. Desse pessoal todo, 108 conversaram conosco pelo chat. Sim, fazemos tudo isso. Então, se você não pediu nossa ajuda em 2016, não se esqueça de fazer isso em 2017. Aqui na Biblioteca da ECA nós gostamos de auxiliar as pessoas e acreditamos que não existem perguntas bobas.

Por meio do sistema Comut, atendemos  72 pedidos de cópias de artigos feitos por pessoas de outras instituições  e fizemos 5 pedidos para nossos usuários em outras instituições.

Nosso Programa Permanente de Treinamentos atingiu 362 alunos, nas visitas orientadas, palestras em sala de aula, oficinas e treinamentos individuais.

Aquisição e Tratamento da Informação

Book

Recebemos em doação para o nosso acervo 3557 itens. No ano passado, infelizmente, não pudemos comprar livros.

Catalogamos, cadastramos no Dédalus e colocamos à disposição dos usuários 2924 itens.

Pedimos ISBN para 16 livros publicados pela ECA.

Registramos no banco de dados Dédalus 1062 produções intelectuais de docentes e técnicos da Escola.

Fizemos um inventário automatizado de todo o nosso acervo, sem fechar a Biblioteca.

Redes Sociais

Escrevemos e publicamos 41 posts neste blog. Tivemos 66.744 visitantes e 92.307 visualizações, no Brasil, Estados Unidos, Portugal, Angola, Moçambique, Espanha, Alemanha, França e México.

Nossa página no Facebook foi curtida por 635 pessoas. Nossas publicações atingem de 100 a 2.000 pessoas, aproximadamente, mas as postagens mais populares chegam a 4.000.

No Twitter conseguimos mais 472 seguidores e temos interações com o público todos os dias.

 

 


Os mais emprestados de 2016

09/01/2017

Ano novo começando e não podemos deixar de relembrar os mais pedidos de 2016, no caso, obras do nosso acervo.

Fizemos um levantamento de quais foram as obras mais emprestadas e trazemos aqui algumas observações para sua apreciação, caro leitor:

Pelo terceiro ano consecutivo a obra A pintura: textos essenciais, dirigida por Jacqueline Lichtenstein assume a liderança com o total de 84 empréstimos, marca bastante expressiva. A obra é dividida em 14 volumes, sendo que em nosso acervo possuímos os 10 primeiros, o que contribui para o grande número de empréstimos deste título.

Gestão de marketing e comunicação: avanços e aplicações do Prof. Mitsuru Yanaze assumiu a 2ª posição em nossa lista, com o total de 46 empréstimos. Aliás, é o terceiro ano consecutivo em que a obra conquista esta posição em nosso ranking.

Figurinha carimbada da lista dos mais emprestados, Hiperpublicidade, organizado pela Profa. Clotilde Perez e Ivan Santo Barbosa ocupa o 3º  lugar.

mais-emprestados2016

Obras de professores da ECA são uma constante nas listas de mais emprestados. Ismail Xavier, Margarida Kunsch, Paulo Nassar, Gino Giacomini Filho, Felipe Chibás Ortiz, Arlindo Machado, Johanna Smit e Massimo di Felice são nomes que figuram na lista de 2016, seja como autores ou organizadores das obras.

Um marco do cinema brasileiro, Terra em transe, de Glauber Rocha, foi o filme mais emprestado. Além dele, os filmes que figuram entre as obras mais emprestadas de 2016 são: O sétimo selo, de Ingmar Bergman, Meu tio, de Jacques Tati, e Apocalipse, de Ford Coppola.

A revista Artforum international ocupa a 15ª posição no ranking com um total de 14 empréstimos. As revistas Serrote: uma revista de ensaios, ideias e literatura e The Strad também marcam presença na lista.

Aqui você confere a lista completa

 


Leitura nas férias: explorando o acervo

19/12/2016

Aproveite as férias e a pausa nos estudos para explorar o acervo da biblioteca em busca de leituras variadas. Neste post indicamos alguns livros do acervo que podem ser excelentes companhias para o período de férias!

Criação.   Nesta obra Gore Vidal leva o leitor ao século V a.C., período em que se conceberam idéias filosóficas, sociais e políticas que mudaram o curso do mundo antigo. O protagonista da história é Ciro, neto do profeta Zoroastro, que viaja como embaixador para além das fronteiras da Pérsia à procura de riqueza e, sobretudo, de respostas às perguntas acerca da criação e da origem do mundo.

The magic orange tree and other haitian folktales. Diane Wolkstein foi a responsável por coletar e apresentar ao leitor desta obra  variados contos do folclore haitiano. Precedendo cada conto, Diane traz uma breve explicação sobre o mesmo, o que colabora para que adentremos neste rico território em que há uma figura especial: o contador de histórias, figura que ganha destaque nesta obra.

A sangue frio: relato verdadeiro de um homicídio múltiplo e suas conseqüências.  Truman Capote conta a história da morte de toda a família Clutter, em Holcomb, Kansas, no ano de 1959, e dos autores da chacina. Além de narrar o assassinato do fazendeiro Herbert Clutter, de sua esposa Bonnie e dos filhos Nancy e Kenyon, o livro reconstitui a trajetória dos assassinos e as possíveis motivações para o crime.  A precisão factual do relato deste romance de não-ficção, entretanto, já foi posta à prova.

sereiaO canto da Sereia: um noir baiano. Nelson Motta ambienta este romance numa Bahia em que nunca se viu nada parecido. O assassinato da musa do carnaval, em plena terça-feira gorda, eletrizou Salvador – quem teria motivos para matar a linda Sereia, que aos 22 anos se tornara uma estrela exuberante do pop nacional? A princípio ninguém, mas a lei do suspense clássico também vigora nesta trama. Incluindo o mordomo, são todos suspeitos – os produtores artísticos, a fiel empresária, o compositor dos hits de Sereia e a mãe de santo mais poderosa da Bahia. Nesta obra, o autor desvenda a indústria do disco sob um ponto de vista divertido e original – o olhar de Augustão, o investigador particular, o detetive que não vive sem sexo, drogas e afro-jazz.

Lendas brasileiras. Nessa  obra o folclorista Luis da Câmara Cascudo  oferece ao leitor 21 lendas criadas pela imaginação de nossa gente e que são apresentadas agrupadas conforme sua distribuição pelas diversas regiões geográficas do país. Da Cobra Norato à Chico Rei, entre outras lendas, o leitor é convidado a explorar este universo da história oral brasileiro que foi sendo transmitido entre as gerações.

Super-heróis. Organizado por Gerson Lodi-Ribeiro e Luiz Felipe Vasques ‘Super-Heróis’ é uma coletânea sobre estes seres capazes de nos inspirar por seus feitos assombrosos e sacrifícios em prol de um mundo melhor. Nas 14 histórias apresentadas a justiça não escolhe campo de batalha, sejam os becos sujos de uma metrópole, os rincões afastados do interior brasileiro, uma Lisboa prestes a ser invadida por Napoleão ou a arena política onde se decide o destino da sociedade. Para o alto e avante!

Várias histórias. O enfrentamento dos preconceitos e da hipocrisia molda o universo ficcional de Machado de Assis Sua prosa melancólica dialoga com o leitor para criticar as convenções sociais. Os contos aqui  reunidos comungam com o interesse central do realismo de Machado de Assis: transfigurar artisticamente as questões morais da sociedade carioca do século XIX. Além de 16 contos, esta obra traz comentários críticos do professor José de Paula Ramos Jr.

Anos rebeldes. Flávio de Campos fez esta adaptação para romance da minissérie de Gilberto Braga que é uma viagem pelo passado recente dos primeiros anos da ditadura militar no Brasil, tendo como personagens centrais jovens estudantes cariocas que enfrentam os dilemas impostos pela situação gerada pelo regime.

O guardião de livros.  Uma escrava muda conta um segredo guardado durante 200 anos; um escravo apaixona-se por quem não deve; uma carioca leva um português a descobrir as delícias do sexo; um cientista judeu a quem são confiados dois livros raros naufraga nas ilhas Malvinas. Estas são algumas das personagens do romance de Cristina Norton, que narra a vida de um bibliotecário hipocondríaco que, em 1811, atravessa o Atlântico rumo ao Brasil acompanhado por 76 caixotes contendo o acervo da Real Biblioteca do Palácio de Ajuda, inicialmente esquecida no cais de Belém no momento da saída apressada da Corte portuguesa para o Brasil em 1808.

invasorO invasor. Marçal Aquino narra a história de três engenheiros que são sócios numa construtora e entram em conflito ao serem convidados para participar de uma falcatrua. Dois deles decidem eliminar o sócio que atrapalha o andamento dos negócios, mas não imaginam que estão entrando num  pesadelo de ambição, culpa e violência.


Férias

12/12/2016

As férias chegaram e com elas algumas mudanças na rotina da Biblioteca.

O horário de atendimento passa a ser das 8h às 19h, e permanece assim até de 3 de março de 2017. Por outro lado, se o horário de atendimento foi reduzido, os prazos de empréstimos foram ampliados, todos os usuários passam a contar com 30 dias de prazo de empréstimos, sem limites de renovação. Essas duas mudanças valem até o final da férias.

Alguns serviços comumente oferecidos ficam mais limitados, como o Empréstimos entre Bibliotecas e o Comut, serviço para fornecimento de cópias impressas ou digitalizadas de teses, dissertações, artigos de periódicos etc. Nós não interrompemos o oferecimento desses serviços, mas muitas bibliotecas o fazem.

Além disso, a reforma continua férias adentro, o que é suficiente para trazer muitas alterações e alguns transtornos para o dia a dia da Biblioteca.

E não se esqueçam de alguns detalhes básicos:

– Renovar, se for preciso, porque o sistema de suspensões não tira férias.

– Se alguém fizer uma reserva para um item que está passeando com você, a devolução é obrigatória!

– Se os livros da Biblioteca forem à praia com você, devolva-os limpos e secos, por favor.

Boas férias e fiquem atentos!


Como anda nossa reforma

05/12/2016

A reforma da Biblioteca da ECA e saguão de entrada do prédio central, cuja conclusão estava prevista para o final do mês de novembro, ainda não terminou.

O que já foi feito

Demolição do balcão e das paredes da antiga sala da chefia.

Retirada de divisórias.

Desmontagem de estantes e remontagem nos novos locais.

Mudança do armário de madeira dos folhetos e peças teatrais.

Remanejamento de todo o acervo de livros, teses e obras de referência.

Troca de partes do piso.

Mudança da Seção de Audiovisuais para o outro extremo da Biblioteca, onde será aberta a nova entrada.

Higienização do acervo de revistas (em andamento).

Início da pintura interna.

Quase todos esses trabalhos foram feitos com a Biblioteca aberta, com exceção das obras civis mais pesadas, que ocorreram em fins de semana. As únicas alterações no horário de atendimento foram fechamento mais cedo e abertura mais tarde em duas sextas e segundas-feiras.

Sabemos do desconforto que tudo isso tem causado aos nossos usuários e também à nossa equipe, que está trabalhando em condições bastante desfavoráveis. É o ônus de manter o atendimento ao público durante uma reforma – acreditamos que vale a pena.

Próximas etapas

Abertura da nova porta de entrada, no saguão do prédio central da Escola. Responsabilidade: empresa contratada.

Substituição de partes do revestimento do piso que foram estragadas durante a reforma. Responsabilidade: empresa contratada.

Conclusão da pintura. Responsabilidade: empresa contratada.

Compra de cadeiras, balcão e guarda-volumes. Responsabilidade: setor financeiro da Escola.

Ajustes no lay-out dos espaços de usuários e funcionários.

Colocação de divisórias.

Ajustes na rede elétrica (mais tomadas). Responsabilidade: empresa contratada.

Substituição da sinalização das estantes, placas, avisos etc. Será necessário contratar serviços de empresa especializada em comunicação visual.

No momento, ainda estamos trabalhando em espaços provisórios. Balcão de empréstimos, mesas dos bibliotecários de referências,  área de consulta das coleções especiais, terminais de consulta e cabines individuais de vídeo ainda devem mudar e melhorar.

Todo o acervo teve sua ordem invertida e agora está começando onde será a porta de entrada. Ou seja, os livros da classificação 020 (Biblioteconomia), estão nas estantes próximas ao balcão da Seção de Audiovisuais. Quando termina o acervo de livros, classificação 910 (Turismo), começa o acervo de revistas, que faz uma volta e termina nas estantes deslizantes do outro lado. O acervo de teses foi transferido para o espaço anteriormente ocupado pela Seção de Audiovisuais, ao lado das salas de áudio e vídeo. Tudo isso já está sinalizado de forma provisória, mas correta.

Acervo de teses (antigo espaço da Seção de Audiovisuais).

Acervo de teses (antigo espaço da Seção de Audiovisuais).

 

Ao fundo: acervo de folhetos e peças (antigo espaço da Seção de Audiovisuais)

Ao fundo: acervo de folhetos e peças (antigo espaço da Seção de Audiovisuais)

Final do acervo de revistas.

Final do acervo de revistas.

Ao fundo, acervo de referência. Em primeiro plano, mesa de consulta das coleções especiais e computadores para pesquisa.

Ao fundo, acervo de referência. Em primeiro plano, mesa de consulta das coleções especiais e computadores para pesquisa.

Novo espaço da Seção de Audiovisuais, terminais de consulta, início do acervo de livros.

Novo espaço da Seção de Audiovisuais, terminais de consulta, início do acervo de livros.

Início do acervo de livros.

Início do acervo de livros.

 

Estamos sem sala de estudos em grupo, situação que vai permanecer até o final da reforma. A mesa instalada junto ao acervo de teses pode ser usada por grupos, desde que procurem não falar muito alto.

Mesmo depois de concluídas as etapas acima, ainda teremos muitos ajustes a fazer até chegarmos ao melhor resultado possível, considerado as atuais restrições orçamentárias.

Alguma dúvida ou sugestão? Fale conosco!

 

 

 

 

 


DOI – Digital Object Identifier

28/11/2016

Em algum momento de sua vida acadêmica talvez você já tenha se deparado com a sigla DOI e se perguntado o que isso significa. Neste post, de maneira bastante simples, iremos apresentar o que é e qual a importância do DOI. Vamos lá.

O que é DOI?

DOI é uma sigla que corresponde ao termo em inglês Digital Object Identifier, em nossa língua, Identificador Digital de Objetos. Um nome DOI  é um identificador que se vincula a objetos físicos ou digitais, possibilitando ofertar serviços e garantir a propriedade intelectual, sobretudo de objetos digitais disponíveis na internet. O DOI provê persistência no acesso aos objetos digitais (textos, imagens, áudio, vídeo, etc.), isso significa que tais objetos tornam-se acessíveis por meio deste identificador, independentemente de configurações de rede, mudanças no nome do servidor e até mesmo no caso do servidor deixar de existir. Além de garantir o acesso ao objeto digital via internet, o DOI individualiza este objeto, que se torna único (é uma espécie de RG do documento digital).

Como é?

O DOI constitui-se por uma sequência de números e letras. A primeira parte da sequência, precedendo uma barra “/”, corresponde ao código do diretório, que é sempre 10, e ao código de registro que identifica a instituição responsável pelo depósito DOI e é atribuído por uma agência de registro, como a CrossRef, por exemplo – principal agência de registro da International DOI Foundation (DOI). A segunda parte é o que particulariza o objeto a ser identificado. No exemplo abaixo, “Revista Turismo em Análise, 2016, v. 27, n.2, artigo da página 235 à 255” é o objeto identificado pelo sufixo.

                      10.11606         /       issn.1984-4867.v27i2p235-255

                        Prefixo                         Sufixo

Qual a importância?

Até aqui começamos a entender que o DOI é como uma espécie de documento de identificação de objetos digitais, que os torna únicos e também persistentes.  A importância disto está no fato de que links podem parar de funcionar quando os recursos para os quais apontam são deletados, renomeados ou transferidos, por exemplo. Devemos lembrar que URLs não são identificadores, mas, sim, endereços, e a persistência de um documento não pode estar vinculada ao seu endereço, o qual pode mudar ou deixar de existir. Outros serviços são viabilizados a partir do DOI, como a gestão de direitos autorais, elaboração de métricas de acesso e de citação.

 Quais documentos podem ter DOI?

O DOI atua na identificação e descrição de entidades físicas ou abstratas, digitais ou analógicas, reais ou virtuais, mas seu uso vem tornando-se importante no âmbito dos documentos digitais, sejam eles textos, imagens, áudio ou vídeos.

Como atribuir um código DOI a um documento?

O DOI é atribuído a um determinado conteúdo por um editor ou instituição responsável que arcará com o custo deste serviço.   Assim, providenciar o DOI é papel do editor/instituição responsável que tenha interesse e não dos autores dos artigos.

Como obter um documento a partir de um DOI?

Um caminho é digitar no navegador de internet o nome DOI precedido de:   dx.doi.org/

Exemplo : dx.doi.org/10.11606/issn.1984-4867.v27i2p235-255

Outra opção é acessar o site da Crossref  e em “Metadata search” pesquisar pelo DOI do documento desejado.

Também é possível pesquisar no site do próprio sistema DOI, a partir da opção “Resolve a DOI name”.

Na plataforma do currículo Lattes é solicitado o DOI de um artigo que escrevi, mas não sei qual é. Como fazer?

Até aqui já percebemos que não são todos os documentos que possuem um DOI. Assim, primeiramente você deve indagar se sua obra possui DOI. Se você publicou um artigo numa revista, por exemplo, verá na página web que traz informações sobre o seu texto o código DOI, caso ele exista. Veja um exemplo de como aparece o DOI num artigo da Significação: revista de cultura audiovisual. Neste exemplo, o DOI aparece nesta página após as referências. Se não houver, obviamente você não irá preencher o DOI em seu currículo Lattes.

Mas atenção: o DOI não é obrigatório, mas se a revista não tiver, é preciso informar outro número: o ISSN. Um artigo publicado numa revista que não tenha DOI nem ISSN não pode ser cadastrado no item Artigos completos publicados em periódicos do Lattes. Deve ser registrado como Texto em jornal ou revista.

Para incluir o DOI de um trabalho seu no currículo Lattes veja essas orientações

Estou escrevendo algo e utilizei como referência obras que possuem DOI. Como colocar isto na referência?

Não há uma regra na ABNT quanto ao DOI, mas sugere-se que este seja incluído nas referências como uma nota, já que a partir dele é possível localizar o documento.

Exemplo: XAVIER, Ismail Norberto. O nome próprio, a tela-espelho, o corpo-palavra e seu duplo. Significação: revista de cultural audiovisual, 2015 v. 42, n. 43, p. 14-39. DOI: http://dx.doi.org/10.11606/issn.2316-7114.sig.2015.98301

Documentos sobre o tema que foram consultados:

Guia do usuário do Digital Object Identifier 

CrossRef / DOI  nas revistas científicas

Dúvidas?! Procure @ bibliotecári@


Consciência Negra

21/11/2016

Para marcar o Mês da Consciência Negra, fizemos uma seleção de filmes do nosso acervo que abordam temas relacionados à cultura afro-brasileira e afro-americana, posição do negro na sociedade, racismo etc. São documentários e filmes de ficção de diversos gêneros,  disponíveis para empréstimo ou consulta local na Biblioteca da ECA.

Clique aqui para ver a lista: Consciência negra

Cena de Antônia, de Tata Amaral

Cena de Antônia, de Tata Amaral

Fizemos também um levantamento na base de dados Portacurtas e identificamos vários filmes sobre o tema. Alguns estão disponíveis para assistir online. Vejam a lista:

Alforria da Percepção
Diretor: Paulo Genestreti
http://portacurtas.org.br/filme/?name=alforria_da_percepcao

Aruanda
Diretor: Linduarte Noronha
http://portacurtas.org.br/filme/?name=aruanda

Café com Leite
Diretor: Guiomar Ramos
http://portacurtas.org.br/filme/?name=cafe_com_leite16994

Capinam mostra expressões da Cultura Afro-Bahiana
Diretor: Julio Worcman
http://portacurtas.org.br/filme/?name=capinam_mostra_expressoes_da_cultura_afrobahiana

Carne de Carnaval
Diretor: Mayra Jucá
http://portacurtas.org.br/filme/?name=carne_de_carnaval

Cinema de Preto
Diretor: Dandara
http://portacurtas.org.br/filme/?name=cinema_de_preto

Defina-se
Diretor: Claúdio N. De Souza & Daniel M. Hilário, Kelly Regina Alvez
http://portacurtas.org.br/filme/?name=definase

Hoje é Dia de Baile
Diretor: Delano Valentim
http://portacurtas.org.br/filme/?name=hoje_e_dia_de_baile

Identidades em Trânsito
Diretor: Daniele Ellery, Márcio Câmara
http://portacurtas.org.br/filme/?name=identidades_em_transito

Igbadu – Cabaça da Criação
Diretor: Carla Lyra
http://portacurtas.org.br/filme/?name=igbadu_cabaca_da_criacao

Maracatu, Maracatus
Diretor: Marcelo Gomes
http://portacurtas.org.br/filme/?name=maracatu_maracatus

Mata… Céu… E Negros
Diretor: Claudia Andrea Aguirre Astorga
http://portacurtas.org.br/filme/?name=mata_ceu_e_negros

Mestre Humberto
Diretor: Rodrigo Savastano
http://portacurtas.org.br/filme/?name=mestre_humberto

Na Subida da Ladeira
Diretor: Laura Barile
http://portacurtas.org.br/filme/?name=na_subida_da_ladeira

Narciso Rap
Diretor: Jeferson De
http://portacurtas.org.br/filme/?name=narciso_rap

Negra Morte Morte Negra (Só Vai Sobrar o Vermelho)
Diretor: Riccardo Migliore
http://portacurtas.org.br/filme/?name=negra_morte_morte_negra_so_vai_sobrar_o_vermelho

Partido Alto
Diretor: Leon Hirszman
http://portacurtas.org.br/filme/?name=partido_alto

Sistema de Cotas
Diretor: Nixon da Silva
http://portacurtas.org.br/filme/?name=sistema_de_cotas

O Xadrez das cores
Diretor: Marco Schiavon
http://portacurtas.org.br/filme/?name=o_xadrez_das_cores

Luíza Maranhão em Barravento, de Gláuber Rocha

Luíza Maranhão em Barravento, de Gláuber Rocha

Outra ótima novidade para quem se interesse pelo tema ou quer conhecer produções de realizadores negros é o AFROFLIX, uma plataforma colaborativa de conteúdos audiovisuais online nos quais pelo menos uma área de atuação é assinada por uma pessoa negra. A conhecer!

Zózimo Bulbul, ator e cineasta

Zózimo Bulbul, ator e cineasta


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