DOI – Digital Object Identifier

28/11/2016

Em algum momento de sua vida acadêmica talvez você já tenha se deparado com a sigla DOI e se perguntado o que isso significa. Neste post, de maneira bastante simples, iremos apresentar o que é e qual a importância do DOI. Vamos lá.

O que é DOI?

DOI é uma sigla que corresponde ao termo em inglês Digital Object Identifier, em nossa língua, Identificador Digital de Objetos. Um nome DOI  é um identificador que se vincula a objetos físicos ou digitais, possibilitando ofertar serviços e garantir a propriedade intelectual, sobretudo de objetos digitais disponíveis na internet. O DOI provê persistência no acesso aos objetos digitais (textos, imagens, áudio, vídeo, etc.), isso significa que tais objetos tornam-se acessíveis por meio deste identificador, independentemente de configurações de rede, mudanças no nome do servidor e até mesmo no caso do servidor deixar de existir. Além de garantir o acesso ao objeto digital via internet, o DOI individualiza este objeto, que se torna único (é uma espécie de RG do documento digital).

Como é?

O DOI constitui-se por uma sequência de números e letras. A primeira parte da sequência, precedendo uma barra “/”, corresponde ao código do diretório, que é sempre 10, e ao código de registro que identifica a instituição responsável pelo depósito DOI e é atribuído por uma agência de registro, como a CrossRef, por exemplo – principal agência de registro da International DOI Foundation (DOI). A segunda parte é o que particulariza o objeto a ser identificado. No exemplo abaixo, “Revista Turismo em Análise, 2016, v. 27, n.2, artigo da página 235 à 255” é o objeto identificado pelo sufixo.

                      10.11606         /       issn.1984-4867.v27i2p235-255

                        Prefixo                         Sufixo

Qual a importância?

Até aqui começamos a entender que o DOI é como uma espécie de documento de identificação de objetos digitais, que os torna únicos e também persistentes.  A importância disto está no fato de que links podem parar de funcionar quando os recursos para os quais apontam são deletados, renomeados ou transferidos, por exemplo. Devemos lembrar que URLs não são identificadores, mas, sim, endereços, e a persistência de um documento não pode estar vinculada ao seu endereço, o qual pode mudar ou deixar de existir. Outros serviços são viabilizados a partir do DOI, como a gestão de direitos autorais, elaboração de métricas de acesso e de citação.

 Quais documentos podem ter DOI?

O DOI atua na identificação e descrição de entidades físicas ou abstratas, digitais ou analógicas, reais ou virtuais, mas seu uso vem tornando-se importante no âmbito dos documentos digitais, sejam eles textos, imagens, áudio ou vídeos.

Como atribuir um código DOI a um documento?

O DOI é atribuído a um determinado conteúdo por um editor ou instituição responsável que arcará com o custo deste serviço.   Assim, providenciar o DOI é papel do editor/instituição responsável que tenha interesse e não dos autores dos artigos.

Como obter um documento a partir de um DOI?

Um caminho é digitar no navegador de internet o nome DOI precedido de:   dx.doi.org/

Exemplo : dx.doi.org/10.11606/issn.1984-4867.v27i2p235-255

Outra opção é acessar o site da Crossref  e em “Metadata search” pesquisar pelo DOI do documento desejado.

Também é possível pesquisar no site do próprio sistema DOI, a partir da opção “Resolve a DOI name”.

Na plataforma do currículo Lattes é solicitado o DOI de um artigo que escrevi, mas não sei qual é. Como fazer?

Até aqui já percebemos que não são todos os documentos que possuem um DOI. Assim, primeiramente você deve indagar se sua obra possui DOI. Se você publicou um artigo numa revista, por exemplo, verá na página web que traz informações sobre o seu texto o código DOI, caso ele exista. Veja um exemplo de como aparece o DOI num artigo da Significação: revista de cultura audiovisual. Neste exemplo, o DOI aparece nesta página após as referências. Se não houver, obviamente você não irá preencher o DOI em seu currículo Lattes.

Mas atenção: o DOI não é obrigatório, mas se a revista não tiver, é preciso informar outro número: o ISSN. Um artigo publicado numa revista que não tenha DOI nem ISSN não pode ser cadastrado no item Artigos completos publicados em periódicos do Lattes. Deve ser registrado como Texto em jornal ou revista.

Para incluir o DOI de um trabalho seu no currículo Lattes veja essas orientações

Estou escrevendo algo e utilizei como referência obras que possuem DOI. Como colocar isto na referência?

Não há uma regra na ABNT quanto ao DOI, mas sugere-se que este seja incluído nas referências como uma nota, já que a partir dele é possível localizar o documento.

Exemplo: XAVIER, Ismail Norberto. O nome próprio, a tela-espelho, o corpo-palavra e seu duplo. Significação: revista de cultural audiovisual, 2015 v. 42, n. 43, p. 14-39. DOI: http://dx.doi.org/10.11606/issn.2316-7114.sig.2015.98301

Documentos sobre o tema que foram consultados:

Guia do usuário do Digital Object Identifier 

CrossRef / DOI  nas revistas científicas

Dúvidas?! Procure @ bibliotecári@


Consciência Negra

21/11/2016

Para marcar o Mês da Consciência Negra, fizemos uma seleção de filmes do nosso acervo que abordam temas relacionados à cultura afro-brasileira e afro-americana, posição do negro na sociedade, racismo etc. São documentários e filmes de ficção de diversos gêneros,  disponíveis para empréstimo ou consulta local na Biblioteca da ECA.

Clique aqui para ver a lista: Consciência negra

Cena de Antônia, de Tata Amaral

Cena de Antônia, de Tata Amaral

Fizemos também um levantamento na base de dados Portacurtas e identificamos vários filmes sobre o tema. Alguns estão disponíveis para assistir online. Vejam a lista:

Alforria da Percepção
Diretor: Paulo Genestreti
http://portacurtas.org.br/filme/?name=alforria_da_percepcao

Aruanda
Diretor: Linduarte Noronha
http://portacurtas.org.br/filme/?name=aruanda

Café com Leite
Diretor: Guiomar Ramos
http://portacurtas.org.br/filme/?name=cafe_com_leite16994

Capinam mostra expressões da Cultura Afro-Bahiana
Diretor: Julio Worcman
http://portacurtas.org.br/filme/?name=capinam_mostra_expressoes_da_cultura_afrobahiana

Carne de Carnaval
Diretor: Mayra Jucá
http://portacurtas.org.br/filme/?name=carne_de_carnaval

Cinema de Preto
Diretor: Dandara
http://portacurtas.org.br/filme/?name=cinema_de_preto

Defina-se
Diretor: Claúdio N. De Souza & Daniel M. Hilário, Kelly Regina Alvez
http://portacurtas.org.br/filme/?name=definase

Hoje é Dia de Baile
Diretor: Delano Valentim
http://portacurtas.org.br/filme/?name=hoje_e_dia_de_baile

Identidades em Trânsito
Diretor: Daniele Ellery, Márcio Câmara
http://portacurtas.org.br/filme/?name=identidades_em_transito

Igbadu – Cabaça da Criação
Diretor: Carla Lyra
http://portacurtas.org.br/filme/?name=igbadu_cabaca_da_criacao

Maracatu, Maracatus
Diretor: Marcelo Gomes
http://portacurtas.org.br/filme/?name=maracatu_maracatus

Mata… Céu… E Negros
Diretor: Claudia Andrea Aguirre Astorga
http://portacurtas.org.br/filme/?name=mata_ceu_e_negros

Mestre Humberto
Diretor: Rodrigo Savastano
http://portacurtas.org.br/filme/?name=mestre_humberto

Na Subida da Ladeira
Diretor: Laura Barile
http://portacurtas.org.br/filme/?name=na_subida_da_ladeira

Narciso Rap
Diretor: Jeferson De
http://portacurtas.org.br/filme/?name=narciso_rap

Negra Morte Morte Negra (Só Vai Sobrar o Vermelho)
Diretor: Riccardo Migliore
http://portacurtas.org.br/filme/?name=negra_morte_morte_negra_so_vai_sobrar_o_vermelho

Partido Alto
Diretor: Leon Hirszman
http://portacurtas.org.br/filme/?name=partido_alto

Sistema de Cotas
Diretor: Nixon da Silva
http://portacurtas.org.br/filme/?name=sistema_de_cotas

O Xadrez das cores
Diretor: Marco Schiavon
http://portacurtas.org.br/filme/?name=o_xadrez_das_cores

Luíza Maranhão em Barravento, de Gláuber Rocha

Luíza Maranhão em Barravento, de Gláuber Rocha

Outra ótima novidade para quem se interesse pelo tema ou quer conhecer produções de realizadores negros é o AFROFLIX, uma plataforma colaborativa de conteúdos audiovisuais online nos quais pelo menos uma área de atuação é assinada por uma pessoa negra. A conhecer!

Zózimo Bulbul, ator e cineasta

Zózimo Bulbul, ator e cineasta


Bases de dados de artigos de periódicos

07/11/2016

As bases de dados de artigos de revistas acadêmicas são importantes coleções digitais, que oferecem recursos de buscas para recuperar seu conteúdo. Podem conter apenas referências bibliográficas ou trazer o texto completo, ou ainda, podem ser uma mistura de ambos.

Essas coleções oferecem o que há de mais recente e consistente em suas áreas de abrangência. E pode-se dizer que oferecem o que há de consensual, já que seu conteúdo é principalmente proveniente das melhores revistas acadêmicas, que têm entre seus critérios de publicação a avaliação por pares. Portanto, uma etapa incontornável do trabalho de pesquisa científica é a busca em bases de dados, seja para reafirmar ou enfraquecer uma hipótese, seja para responder a uma questão, enfim, é preciso saber o que foi dito antes pelos seus pares.

Além das bases de dados há as plataformas ou portais como o Portal de Periódicos da Capes, que oferecem a possibilidade de buscar em várias bases de dados ao mesmo tempo; buscadores acadêmicos como o Google Acadêmico e catálogos de bibliotecas, como o nosso Dedalus. São também de acesso obrigatório para quem está preocupado com a qualidade de suas referências.

Algumas dicas para ajudar nas suas buscas nas bases de dados:

use expressões de busca em inglês, pois o conteúdo desses serviços é quase todo nesse idioma

buscas em campos de texto livre como, título, resumo ou no texto completo trazem mais resultados, mas são menos precisas

se a base oferecer recursos de buscas, como tesauros, listas de assuntos etc., use-os, o resultado de sua busca será mais preciso, será também mais limitado quanto à quantidade

aprenda a usar os filtros oferecidos pela base, eles normalmente aparecem em forma de menu ao lado do resultado de sua busca

analise o que foi recuperado, isso pode sugerir mudanças na sua estratégia de busca e expressões de busca mais apropriadas.

A USP assina várias bases de dados, muitas delas voltadas para as áreas de interesse da ECA, não deixe de aproveitar tudo que elas oferecem!

Para saber mais consulte neste blog outros posts feitos sobre bases de dados específicas.

Você pode também agendar um dos nossos treinamentos aqui: http://www3.eca.usp.br/biblioteca/servicos/treinamentos


Project MUSE

31/10/2016

Project MUSE é uma base de dados que fornece acesso online a artigos de revistas acadêmicas e ebooks.

Dentre as áreas de estudo compreendidas estão: Ciências sociais, Música, Cinema, Teatro, Artes performáticas, Literatura,  Educação, Biblioteconomia, Editoração, História, Filosofia, entre outras.

É possível realizar pesquisas de conteúdo apenas dentro da área de seu interesse, opção disponível na tela inicial bem como na busca avançada. Para isso, na tela inicial, basta utilizar o filtro “Research area” e selecionar a área desejada. Já na pesquisa avançada você pode primeiro realizar a busca por um termo específico digitando-o na caixa de busca e depois filtrar pela área de interesse bem como fazer o inverso: recuperar todos os registros de uma área específica em “research area” e somente após digitar o termo de pesquisa.

Dentre os campos de busca da pesquisa avançada, é possível pesquisar por conteúdo – que equivaleria à busca em qualquer campo -,  título, autor e editor.

Na pesquisa básica você pode combinar os termos de busca com operadores booleanos (AND, OR, NOT). Na avançada, as opções já são apresentadas (ALL = AND; ANY = OR. NONE = NOT). Uma dica importante é digitar os termos compostos por duas ou mais palavras entre aspas.

No exemplo abaixo veja que na busca avançada foi realizada pesquisa por obras sobre “bibliotecas universitárias” mas que não tragam o termo “competência informacional”

muse

Ao realizar uma pesquisa na MUSE você irá recuperar todo o conteúdo desta base de dados, entretanto, via assinatura da USP não temos acesso a tudo. muse1Se você estiver utilizando os computadores da USP ou o VPN e a pesquisa recuperar registros que tragam este símbolo significa que não temos acesso. Isto ocorre com os ebooks, por exemplo, para os quais atualmente não temos acesso.

Uma possibilidade interessante é, deixar selecionada a opção “Only content I have full access to”, assim irão ser apresentados somente os registros que ser podem acessados por meio da assinatura da USP.

Ao realizar uma pesquisa, caso queira salvar ou enviar a página de resultados, você pode copiar o link, pois o mesmo é permanente.

Neste link você encontra uma rápida apresentação sobre como realizar pesquisas na Project MUSE.

Lembre-se que para acessar este conteúdo fora da USP é necessário o VPN.

Na lista de bases de dados do SIBi-USP, a base consta com o nome MUSE, conforme comumente é chamada.

Dúvidas ou angústias fale com @ bibliotecári@


Uma biblioteca jovem, mas com história

24/10/2016

Começamos a existir oficialmente em 1970 com a bagatela de 5.000 livros.

Jornal, edição de 1970

Jornal, edição de 1970

Não sabemos muito como era nosso espaço na década de 70, porque fotografia na época era um negócio muito caro.

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Mas na década de 1980 já estávamos assim:

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foto: Eduardo Peñuela

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foto: Eduardo Peñuela

Éramos pobres, mas organizámos eventos:

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E já nos preocupávamos com a preservação do acervo:

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Mas nosso espaço foi ficando apertado e feio:

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foto: Eduardo Peñuela

E tivemos que fazer uma reforma. Embrulhamos as estantes, botamos nas empilhadeiras e nos mudamos.

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Reformamos tudo com verbas da FAPESP e viramos uma biblioteca bonita.

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foto: José Estorniolo Filho

Aí a ECA pegou fogo. Não fomos atingidos pelo incêndio, ao contrário do que muita gente pensa, mas a água dos bombeiros fez seus estragos.

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foto: Paola Santos

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foto: Paola Santos

Limpamos e arrumamos tudo.

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E voltamos a ter um espaço decente.

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foto: Marina Macambyra

Mas o tempo foi passando, o acervo continuou crescendo, e novamente estamos em obras para tentar arrumar as coisas.

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E quando tudo acabar? Vamos ficar assim?

foto: Robin Filipczak (Flickr)

foto: Robin Filipczak (Flickr)

Ou assim?

foto: Barnyz (Flickr)

foto: Barnyz (Flickr)

Ainda não, infelizmente. Mas esperamos conseguir oferecer, pelo menos, um espaço mais agradável e adequado.

 

 

 


Paulo Emílio Salles Gomes

17/10/2016

Paulo Emílio Salles Gomes foi professor da ECA e da Universidade de Brasília, crítico de cinema e escritor de ficção. Foi também um dos criadores da Cinemateca Brasileira e do mais antigo festival de cinema do país, o Festival de Brasília. Em cada uma dessas atividades teve grande reconhecimento, no entanto, foi como crítico de cinema que sua produção mais repercutiu e é, ainda hoje, considerada fundamental.

No centenário de seu nascimento, que se comemora este ano, em 17 de dezembro, homenagens e matérias relembram sua trajetória e sua obra:

Cinema Brasileira: http://www.cinemateca.gov.br/100pauloemilio/.

Itaú Cultural: http://www.itaucultural.org.br/programe-se/agenda/evento/seminario-100-paulo-emilio/

Festival de Brasília: http://www.planetatela.com.br/noticia/festival-de-brasilia-homenageara-paulo-emilio/

Mostra Internacional de Cinema de São Paulo: http://40.mostra.org/br/conteudo/destaques/386

Cinusp Paulo Emilio: https://www.facebook.com/events/1158580000881696/

Jornal da USP: http://jornal.usp.br/especial/pauloemilio/

Abaixo, algumas referências de sua produção.

CLIMA. São Paulo: Lourival Gomes Machado, 1941-1944. (Boa parte dos colaboradores da revista Clima viriam depois a participar do Suplemento literário do Estadão).

A personagem cinematográfica. In: Candido, Antonio et al. A personagem de ficção. São Paulo: Perspectiva, 1992.

Capitu. São Paulo: Cosac Naify, 2008. (Obras completas de Paulo Emilio; 3).

Cemitério, mais a peça teatral Destinos. São Paulo: Cosac Naify, 2007. (Obras completas de Paulo Emilio; 2).

Cinema: trajetória no subdesenvolvimento. 2.ed. São Paulo: Paz e Terra, 2001.

Crítica de cinema no Suplemento literário. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1981. (Os dois volumes dessa obra reúnem toda a produção assinada do crítico no Suplemento literário do jornal O Estado de São Paulo).

Humberto Mauro, Cataguases, Cinearte. São Paulo: Perspectiva; Edusp, 1974.

Jean Vigo. Los Angeles: University of California Press, 1971.

Nota aguda. In: Gerber, Raquel et al. Glauber Rocha. Rio de Janeiro : Paz e Terra, 1977. (Prefácio).

O cinema no século. São Paulo: Companhia das Letras, 2015.

Panorama do cinema brasileiro: 1896/1966. São Paulo: CTR/ECA/USP, 1970. F153.

Pequeno cinema antigo; Panorama do cinema brasileiro: 1896/1966; Cinema: trajetória no subdesenvolvimento. Rio de Janeiro: Paz e Terra; Embrafilme, 1980.

70 anos de cinema brasileiro. Rio de Janeiro: Expressão e Cultura, 1966. Em co-autoria com Adhemar Gonzaga.

Três mulheres de três PPPês. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1982.

Três mulheres de três pppês. São Paulo: Cosac Naify, 2007. (Obras completas de Paulo Emilio; 1).

Vigo, vulgo Almereyda. São Paulo: Cosac Naify, c2009. (Obras completas de Paulo Emilio; 4).

Paulo Emilio também desempenhou papel como ator em filme de 1973, produção da ECA-USP, O SISTEMA do Dr. Alcatrão e do Prof. Pena. Direção: Luiz Alberto Mendes Pereira (Gal).

Há no acervo teses, dissertações e livros sobre sua trajetória

Cinema da Universidade de São Paulo – CINUSP. Paulo Emílio ano 80: mostra de filmes, debates, palestras, depoimentos. Curadoria Carlos Augusto Calil. São Paulo: Cinusp, 1996.

Calil, Carlos Augusto; Machado, Maria Teresa (orgs.). Paulo Emilio: um intelectual na linha de frente. Rio de Janeiro: Embrafilme; São Paulo: Brasiliense, 1986.

Dias, Paula Cristina Cleto. Crítica x resenha: um panorama das revistas de cinema. São Paulo, 1992. (Trabalho de conclusão de curso).

Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Lucidez de Paulo Emilio: mostra de filmes, mesa redonda, palestras, exposição. Brasília: s.n., 1997.

Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Paulo Emilio Salles Gomes : o homem que amava o cinema e nós que o amávamos tanto. (Publicação organizada por Maria do Rosário Caetano). Brasília : Secretaria de Cultura do Distrito Federal, 2012.

Fundação para o Desenvolvimento da Educação. Centro de Documentação e Informação para a Educação (São Paulo). Capitu. Direção: Paulo Cesar Saraceni; Roteiro: Lygia Fagundes Teles, Paulo Emilio Salles Gomes e Paulo Cesar Saraceni. São Paulo : FDE/CEDUC, 1992. (Série: Apontamentos ; 195).

Futemma, Olga Toshiko. Rastros de perícia, método e intuição: descrição do arquivo Paulo Emílio Sales Gomes. São Paulo, 2006. (Dissertação de mestrado).

Mendes, Adilson. A crítica viva de Paulo Emilio. São Paulo, 2012. (Tese de doutorado).

Mendes, Adilson. Escrever cinema: a crítica de Paulo Emílio Sales Gomes (1935-1952). São Paulo: 2007. (Dissertação de mestrado).

Mendes, Adilson (org.). Paulo Emilio Sales Gomes. Rio de Janeiro: Azougue, 2014.

Mendes Adilson. Trajetória de Paulo Emílio. Cotia: Ateliê Editorial, 2013.

Pinto, Pedro Plaza. Paulo Emilio e a emergência do cinema novo: débito, prudência e desajuste no diálogo com Glauber Rocha e David Neves. São Paulo, 2008. (Tese de doutorado).

Reis, Francis Vogner dos. Problemas da tradição crítica: ensaios sobre o ideário moderno do cinema brasileiro. São Paulo: 2014. (Dissertação de mestrado).

EULALIO, Alexandre. Paulo Emilio contista satírico. In: GOMES, Paulo Emilio Salles. Três mulheres de três Pppês. (Fortuna crítica). São Paulo: Cosac Naify, 2007.

Todas as obras citadas fazem parte do acervo da Biblioteca da ECA.


Filmes de ficção científica

10/10/2016

Viagens no tempo, extraterrestres, monstros que ganham vida, siths e jedis, a exploração de outras dimensões, futuros distópicos, enfim, tramas comprometidas com a imaginação e que, atreladas a uma dose de ciência, constroem as narrativas da ficção científica.

Este post é um convite para que você explore estes outros universos através dos filmes de ficção científica, que muitas vezes se fundamentam na própria desorientação do homem face às incertezas da existência humana.

ficcao

Confira aqui os filmes deste gênero que constam em nosso acervo.

Lembre-se que a biblioteca é aberta ao público em geral e há cabines individuais para assistir aos filmes.

 

 


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