Filmes da ECA no IPTV

01/04/2013

O professor Almir Antonio Rosa, do Departamento de Cinema, Rádio e Televisão da ECA/USP, está coordenando um projeto de digitalização e divulgação dos filmes produzidos pelos alunos do curso de Audiovisual no IPTV.

A partir de um levantamento inicial realizado na base de dados da Biblioteca, já estão disponíveis para visualização os seguintes filmes:

A João Guimarães Rosa  – Direção: Marcello Tassara, 1969

Abismo – Direção: Sílvia Hayashi, 1998

Antes que seja tarde – Direção: André Queiroz, 2006

Cidade do tesouro – Direção: Célio Franceschet, 2008

Cigano – Direção: Eduardo Mattos, 2008

Contos de obituário : Mulher de bandidoEscritórioSopa – Direção: Ricardo Mordoch, – 2009

O desenho inacabado – Direção: Rosemery Saçashima, 1998

Eletrotorpe – Direção: Nalu BÉCO e Yuri AMARAL, 2008

A escada – Direção: BARCINSKI, Philippe – 1995 (DVD0382, XDVD0370)

Espalhadas pelo ar – Direção: Vera Egito, 2007

A estória da figueira – Direção: Júlia Zakia, 2006

Fim de semana sim – Direção: Miriam Ritton Magami e Vinicius Toro, 2009

Fuzarca no paraíso – Diretor: Regina Rheda, 1981 a 1982

A guerra de Arturo – Diretor: Júlio Taubkin e Pedro Arantes, 2009

A história de Angelo – Diretor: Diogo Cronenberger, 2009

O lençol branco – Direção: Juliana Rojas e Marco Dutra, 2004

Mais uma noite – Direção: Luís Eduardo Amaral e  Pedro Morelli, 2009

O malvindo – Direção: Régis Approbato, 1998

Noturno – Direção: Daniel Salaroli, 2004

Nuvens – Direção: Daniel Grinspum, 2008

O presidente – Direção: Luiza Favale, 2009

Projeto trapézio – Direção: Marília Fredini Alves, 2011

Romance .38 – Direção: Vitor Brandt e Vinícius Casimiro, 2008

Santa chuva – Direção: Rafael Salomão Cruz, 2007

Shpluph – Diretor: César Cabral, 1998

Velhas Virgens: atrás de cerveja e mulher – Direção: Ângelo Ravazi, 2009

No acervo da Biblioteca há cópias em DVD de todos esses filmes, que podem ser emprestadas. Verifique, pelo Dédalus ou Busca Integrada, se estão disponíveis.

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A ECA e o acesso aberto: reflexões iniciais

14/09/2010

A XIII Semana do Livro e da Biblioteca deste ano, que será realizada de 25 a 29 de outubro, terá como tema “Por onde anda o acesso aberto na USP?”. Nosso intuito é discutir até o dia do evento a questão do acesso aberto com a comunidade ECA.

Acesso livre (Open Access) é a disponibilização livre na internet da literatura científica, permitindo a qualquer pessoa ler, fazer download copiar, distribuir, imprimir, pesquisar ou referenciar o texto integral dos documentos.

O movimento de apoio ao Open Archives e ao acesso livre à informação surgiu em consequência das dificuldades encontradas pela comunidade científica mundial no acesso à informação científica. Concretizou-se de fato por meio de diversos manifestos, como as declarações de Bethesda <http://www.earlham.edu/~peters/fos/bethesda.htm>, Budapeste <http://www.soros.org/openaccess/index.shtml> e Berlim <http://oa.mpg.de/openaccess-berlin/berlindeclaration.html.>, além de manifestações de organizações não-governamentais e internacionais como da IFLA.

A proposta da OAI (Open Archive Iniciative) para a produção científica tem por objetivo eliminar um gargalo no processo da comunicação científica que desencadeou a chamada crise das revistas científicas. Assim, a OAI focou suas ações para promover o acesso livre como condição fundamental para o desenvolvimento científico. Dentre as principais ações foram destacadas a infra-estrutura tecnológica e o combate da lógica do acesso pago.

A questão é que a comunidade científica ainda não está suficientemente esclarecida de suas vantagens, sua função e da importância do engajamento para que essas iniciativas ocupem seu espaço.

Algumas questões precisam ser consideradas na gestão de conteúdos digitais online como a segurança, o armazenamento, a manutenção e os direitos autorais.

Os repositórios inserem-se no movimento OAI visando promover o acesso livre e irrestrito à literatura científica e acadêmica, favorecendo o aumento do impacto do trabalho desenvolvido pelos investigadores e instituições, e contribuindo para a reforma do sistema de comunicação científica.

Na USP, deve ser do interesse dos autores e coordenadores das unidades a divulgação da produção técnico-científica por meio de um arquivo digital institucional aumentando a visibilidade e acompanhamento dessa produção. Mas, e no caso da ECA onde há uma substancial presença de produções artísticas e audiovisuais?

Se a função precípua dos repositórios é permitir o acesso organizado e livre às publicações e a toda a produção científica, como proceder no caso da ECA onde a produção científica é tão diversificada? Pois temos professores que são músicos, cineastas, artistas plásticos, publicitários, jornalistas etc. É fundamental que nas políticas que serão instituídas para os repositórios seja levantada esta questão.

http://www.acessoaberto.usp.br/oa-usp/politica-institucional-de-informacao-na-usp/

http://www.gpopai.usp.br/wiki/index.php/Manual_do_Acesso_Aberto

http://www.ibict.br/ – Acesso livre à informação científica.


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